Vermelho, Branco e Sangue Azul

Vermelho, Branco e Sangue Azul Casey McQuiston




Resenhas - Vermelho, Branco e Sangue Azul


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Douglas 16/11/2019

Encantador, maluco e divertido...
Alex Claremont-Diaz, filho da presidenta dos Estados Unidos da América (EUA), e príncipe Henry, herdeiro do trono da Inglaterra. Eles são os protagonistas da história que vai abalar duas nações. Alex odeia Henry com todas suas forças, e isso não é segredo dentro da Casa Branca. Mas Alex, June, sua irmã, e Nora, melhor amiga dos dois e filha do vice-presidente dos EUA, vão para o casamento real de Philip, outro príncipe britânico. Um pequeno incidente termina com o Alex e Henry caídos em cima do bolo real.

Para aplacar as consequências diplomáticas e catastróficas disso, os dois são obrigadas a passar um fim de semana juntos como se fossem melhores amigos. Essa aproximação permitirá que os dois se tornem, de fato, amigos e, quem sabe, algo mais do que isso. Algo que eles nem imaginariam que fosse possível, principalmente Alex, e que não tem chance alguma de dar certo. Ou será que tem? Aí é que está...

A narrativa da autora pega logo de início, é impressionante. Não é surpresa que a obra tenha ganhado tanta repercussão antes mesmo de ser lançada oficialmente por aqui. Eu comecei a leitura logo depois que cheguei em casa depois de um dia cansativo, e pensei que não aproveitaria a leitura como gostaria. No entanto, a narrativa ágil (em terceira pessoa) da autora me fez “acordar” e a leitura fluiu rapidamente.

A minha vontade era não parar de ler, até terminar... mas eu fui “obrigado” haha enfim, é uma narrativa instigante, divertida e que tem uma proximidade com o leitor muito grande, numa linguagem moderna, usando inclusive artifícios como mensagens de texto e e-mail. Gosto muito de livros que se aproximam da nossa “geração”, a chamada Millennials (ou Y). Enfim, isso torna a leitura muito melhor, mais gostosa e prazerosa. É um romance que se encaixa em diversos gêneros: comédia românica, LGBTQ+, new adult, entre outros.

Como eu disse, Alex e Henry são os protagonistas da história, apesar de ser mais focada na perspectiva de Alex. Mas a autora insere outros personagens coadjuvantes, como June, a irmã de Alex, Nora, neta do vice-presidente dos EUA (e melhor amiga de Alex e June), a mãe de Alex, Ellen (que foi uma grata surpresa), a irmã de Henry, a própria Rainha da Inglaterra (claro que fictícia), entre outros. Todos eles deixam a história mais divertida e mais instigante.

Bom, Alex é um personagem irritante e chato, mas de um jeito gostoso de ler. Essa coisa de tudo, para ele, girar em torno dele é irritante, mas faz sentido a criação da autora. Quando ele está com Henry, ele meio que se transforma, e sua personalidade chata se torna até engraçada e interessante. Henry, por sua vez, é totalmente o oposto e eu até queria que a autora desse mais foco pra ele. Digo isso porque parece que a própria autora escreveu o livro com foco em Alex, tanto é que às vezes a narrativa se confunde, pra mim, entre terceira e primeira pessoa. Me peguei, em alguns momentos, verificando se era mesmo a autora que estava narrando, e não o próprio Alex. Isso não é ruim, acho que funcionou muito bem e a autora se mostrou brilhante no processo de escrita desse livro, nos entregando uma obra interessante, divertida, instigante, com ação, enfim, tudo misturado.

Mas que seria interessante se a autora também narrasse, de alguma forma, a rotina de Henry dentro do reino, seria. Claro que isso demandaria muito mais pesquisa e tornaria o livro o dobro de páginas que tem de fato. Nada impede, no entanto, que isso se torne uma trama para um futuro livro da história de Alex e Henry, dessa vez com foco no príncipe. Seria bem interessante, confesso, e eu leria com certeza haha

Uma coisa interessante da narrativa da autora foi misturar a questão do romance e da pegada mais sensual (se bem que sexual talvez seja a palavra mais correta), com os bastidores políticos. A autora coloca essa questão dentro da narrativa de Alex, que está tentando se ascender politicamente, já que a mãe concorre à reeleição e ele também quer entrar nesse meio. Então, a autora mostra ele andando por gabinetes de congressistas, conversando com outros políticos, conversas na Casa Branca envolvendo política, até essa questão de diplomacia entre as nações (por conta das desavenças entre Alex e Henry). Enfim, de uma maneira muito “natural”, a autora insere essa perspectiva.

Ainda nesse ponto, a autora consegue dosar de uma maneira interessante a relação de Alex e Henry com as questões políticas e diplomáticas nos dois países (com mais focos nas eleições dos EUA). É bem interessante os jogos políticos em que acabam sendo envolvidos Alex, June e Nora. Esses bastidores dão uma ideia interessante de como é política por lá, a polarização entre democratas e republicanos, as campanhas e pesquisas nos estados do país, que são importantes para a eleição e para qualquer candidato. Enfim, são coisas que nós sabemos que são reais, com um toque de ficção bem interessante.

Mas, claro, isso perde o foco quando Alex e Henry estão juntos... é até engraçado como eles praticamente esquecem as consequências do que uma relação mais íntima entre os dois podem gerar, seja com os e-mails trocados entre os dois, os encontros, volta e meia, sempre com a desculpa de que são apenas dois melhores amigos se encontrando em eventos oficiais. Mas logo Henry se insere na rotina de Alex, com festas, encontros familiares etc. Não é surpresa que as pessoas vão descobrindo aos poucos sobre os dois – e como isso pode ser usado politicamente contra a reeleição de Ellen, e eles demoram a perceber isso...

Como eu disse, a narrativa da autora é bem ágil e, no início do livro, as coisas acontecem muito rapidamente. Eu até fiquei um tanto quanto confuso, confesso. A autora acelera a narrativa para chegar até o momento do encontro entre Alex e Henry no casamento real. E dá para entender isso, até porque a história é essa. Mas ela coloca essa questão dos bastidores políticos muito bem nesse meio, e a relação de Alex, June e Nora também.

Casey nos insere na rotina da Casa Branca, dos primeiros-filhos (filhos da presidenta), desse trio que ganhou a mídia nos últimos anos, depois da eleição de Ellen. Então, nas primeiras páginas, ela vai nos introduzindo à história de maneira muito rápida, passando os dias rapidamente, chegando ao que de fato é a história que vamos ler. Isso quer dizer que ela reserva a maior parte do livro para explorar (no bom sentido da palavra) a relação dos dois e todas as questões diplomáticas envolvidas nisso.

Há alguns momentos do livro, principalmente no começo, antes que a amizade entre Alex e Henry comece a ganhar “corpo” (literal e figurativamente), que a autora joga umas indiretas que me pareceram até um tanto quanto forçadas. Acho que isso pode ser um spoiler (apesar de a sinopse já dar essa mesma ideia), mas meio que dá indiretas sobre a sexualidade de Alex. Há coisas bem clichês, acho que a palavra é a mais adequada, com alguns termos que ela usa, algumas frases, que dão essa ideia. Como se ela quisesse nos mostrar algo que nem Alex sabe ainda. Mas, em vez de forçado, talvez tenha sido intencional...

Sobre as partes mais quentes do livro, que tem um sensualismo evidente, é bem interessante, na verdade. É um livro que pode ter ares de Young-adult, quando olhamos num primeiro momento, mas que está mais para o new-adult. É difícil um livro que consegue dosar essa relação íntima de uma maneira romântica, mas, ao mesmo tempo, quente e prazerosa de ler. Ainda assim, não é algo totalmente explícito. É algo muito íntimo, muita pegação, claro, muitas conversas inapropriadas, mas tudo muito bem dosado, sem ser algo grosseiro, eu diria.

O desenvolvimento do livro é praticamente o contato dos dois, a descoberta de Alex como bissexual, a relação com a irmã, a política e Henry, que toma praticamente todo o livro. E daí eu acho a ideia da autora de focar mais na perspectiva de Alex. Pois a descoberta dele meio que influencia em muita coisa, muda quem ele é como pessoa, como futuro político, como filho... enfim. E nesse ponto, preciso falar sobre Ellen. Eu meio que consegui imaginar a fisionomia da presidenta dos Estados Unidos. E ela tem uma importância gigante nesse processo para Alex. Ela sabe repreendê-lo sem deixar de apoiá-lo. Ellen é do tipo fod*na, e eu simplesmente amei essa personagem, com alguns momentos favoritos do livro em que ela obviamente está.

O final é de aquecer o coração de qualquer leitor, pois ele representa a esperança, a diversão, a alegria que a autora tentou trazer para todo o livro. O final é a cereja do bolo, simplesmente perfeito para uma história que foi totalmente construída perfeitamente e que não poderia concluir de uma forma diferente. É um universo totalmente paralelo e fictício, mas tem um quê de “quem sabe um dia”. Nós não sabemos os segredos escondidos do Reino Unido, não sabemos o que os herdeiros precisam aguentar por carregarem esse peso. Então, é uma ficção, mas totalmente possível num futuro, certo?

Eu amei demais mesmo esse livro, acho que deu pra perceber pela resenha gigantesca haha Eu leria novamente, sem sombra dúvidas, e num futuro próximo. Mas a verdade é que gostaria de ler mais sobre os dois, como disse antes, o futuro deles. Seria fascinante se isso acontecesse, apesar de achar difícil.
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julha 16/11/2019

Ok, esse livro virou um dos meus favoritos. ?Vermelho, Branco e Sangue Azul? fala do filho da presidentA dos Estados Unidos que se apaixona pelo príncipe da Inglaterra. A representatividade é um dos pontos mais fortes do livro, a família da presidenta é descedente de imigrantes mexicanos, então a cultura desse país ta muito presente nos costumes deles, porém, o que é mais marcante é a representatividade LGBTQ+, e o que mais me agradou foi a naturalidade que essas questões foram tratadas em muitos momentos, principalmente na questão da aceitação entre os pais. É um livro super clichê, mas me prendeu DEMAIS e eu não consegui descansar até terminar ele todinho, e pra mim ele soube descrever emoções que só quem já passou por algo parecido sente, e eu me identifiquei muito com os personagens por isso. A representatividade é importante DEMAIS e a história te cativa desde o início, eu recomendo muito mesmo, e absolutamente >>>todos
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Queria Estar Lendo 15/11/2019

Resenha: Vermelho, Branco e Sangue Azul
Vermelho, Branco e Sangue Azul é um New Adult que estava entre os meus desejados desde que vi a premissa. Usando clichês de romances com a realeza, a autora Casey McQuiston explora um relacionamento LGBTQ+ com muito humor, entregando um livro cheio de amor e risadas.

Na trama, conhecemos Alex. Ele é filho da presidenta dos Estados Unidos e está muito bem, obrigado. É um queridinho da mídia e das pessoas ao seu redor, dono de talento e carisma naturais; seu único problema reside em um nome: Henry. O príncipe encantado britânico que parece existir para ser uma pedra no seu sapato.

Quando um imprevisto os coloca como inimigos na mídia e ameaça acordos governamentais, a mãe de Alex toma uma decisão em conjunto com a coroa inglesa: eles vão se tornar os melhores amigos que existem aos olhos da mídia. E esse esquema para afastar os boatos de que se odeiam vai acabar por aproximá-los mais do que Alex imaginava desejar.

Vermelho, Branco e Sangue Azul tem absolutamente tudo que um romance contemporâneo clichê poderia pedir - o fato de usar todos esses artifícios conhecidos em uma trama LGBTQ+ é que torna esse livro tão especial.

A história dá voz a um protagonista latino, filho da primeira mulher a assumir a presidência dos EUA. Uma vez próximo de Henry, Alex acaba por confrontar dúvidas em relação a sua sexualidade, abrindo-se para procurar aceitação; o relacionamento entre eles pode ser "proibido", mas não significa que ele precise se esconder no armário em relação aos próprios desejos.

Eu gostei de como a autora explorou esses detalhes. Como tudo soou tão natural - como deveria ser - e como Alex, apesar de pegar nos meus nervos algumas vezes (com sua teimosia e egocentrismo) foi tão agradável de acompanhar. Um rapaz carismático, cheio de energia que odeia o príncipe pelo simples fato de existir e, de repente, não pode viver sem ele. Aquele hate to love delicioso que dá vontade de sair gritando pela casa porque VOCÊS SE AMAM, ENTENDA!

Henry, por outro lado, é uma incógnita ainda mais interessante. Ele tem tudo que um príncipe encantado precisa: o porte, a elegância, a classe, a gentileza. Mas também tem seus trejeitos tímidos e cautelosos, seus medos e anseios, as coisas que deseja e não pode ter - o dilema de não poder se assumir gay publicamente, mesmo fazendo isso com facilidade quando confrontado por Alex.

Eles se abrem um para o outro de maneira marcante. Encontram confiança e aceitação um no outro como todo bom ship precisa fazer.

Os diálogos soam extremamente naturais, como se você estivesse acompanhando o dia a dia de dois amigos próximos. Tem aquela tensãozinha gostosa sobre não saber para onde o ship está indo, o quanto eles vão dar certo e o quanto vão escorregar para se acertar, tudo que torna um romance irresistível.

Os coadjuvantes são ricos em personalidades e histórias - em especial Nora, que me conquistou com seu sarcasmo e piadinhas pontuais e por ser tão presente pelo Alex mesmo quando ele acha que não precisa. Os dilemas com as famílias, tanto do lado nobre quanto da Casa Branca, mostram muito sobre como Alex e Henry confrontam os problemas da vida. O quanto eles precisam amadurecer e erguer a voz para se fazerem ouvidos. Os embates entre o Alex e a mãe dele, principalmente, rendem um drama familiar muito bom.

Se eu tenho uma crítica a fazer pra história é um pouco sobre o tamanho dela. Apesar de a fluir muito bem e de dar gosto de acompanhar esses personagens e seu romance - bem caliente, diga-se de passagem - muitas passagens soaram um pouquinho cansativas. Os capítulos eram longos DEMAIS quando não engrenavam, e aí dava uma sensação de que nunca teria fim.

Mas isso não tira o mérito da história e definitivamente não tira o meu amor por ela, muito pelo contrário. Apesar de demorar, eu me acostumei com o ritmo e com as descrições extensas da autora e me apaixonei tanto pelo Alex e pelo Henry que queria que nunca tivesse fim. Sabe aquele tipo de narrativa com o tom de humor certo e as provocações e flertes na melhor medida? É o que você vai encontrar nesse livro.

Eu ainda não tive a oportunidade de ler a versão traduzida pela Editora Seguinte, mas farei isso assim que possível - porque esse é o tipo de história que você QUER reler assim que a termina.

Vermelho, Branco e Sangue Azul é um New Adult que usa clichês sobre príncipes e romances proibidos para falar sobre a vida e aceitações. É uma releitura bem-vinda desse tipo de história e com certeza vai conquistar seu coração.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2019/11/resenha-vermelho-branco-e-sangue-azul.html
Dani 16/11/2019minha estante
aaaaa louca por esse livro e a resenha só ajudou a querer mais!




Beatriz Menezes 11/11/2019

Mais Um livro onde bissexuais não conseguem manter o pau dentro da calça mas o romance convence
Vermelho, branco e sangue azul- |3?|
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Alex, primeiro filho americano, sempre odiou Henry, Príncipe da Inglaterra. Desde cedo nutria uma não saudável obsessão pelo príncipe, até que um dia, foram obrigados a passar um fim de semana inteiro juntos e então...bem, Alex percebeu que Henry era muito melhor do que ele imaginava. Mas o que aconteceria se o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixonasse pelo príncipe inglês?
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O livro é engraçado, despojado e tem uma delicadeza unica que te faz ler tudo bem rapidinho. Além disso, Alex, June e Nora formam o trio dos sonhos e umas das amizades mais divertidas que existem, sem falar do casal Alex e Henry que se desenvolvem muito bem nesse enredo de fanfic bem do jeito que a gente gosta. Com personagens bissexuais, latinos, mulheres com poder e escrita super descontraida, esse livro tinha tudo para ser o romance de 2019! Mas infelizmente ele tem alguns problemas que eu levei BEM pro pessoal.
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Vermelho branco e sangue azul é mais um livro onde os bissexuais não conseguem manter o p*u dentro da calça, não conseguem manter amizades com mesmo sexo, não dizem não para um ménage e estão, constantemente, flertando com alguém. Eu já tenho problemas no geral com personagens "transoes libertinos" e quando justo esse personagem é o bissexual da história me machuca e muito. Pode não ter sido o intuito da autora, mas as atitudes de Alex e, principalmente de sua melhor amiga, Nora, surgem como um reforço no estereótipo do bissexual promíscuo.
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Para mim, o pior foi mesmo as atitudes da Nora, que colocou a cereja no bolo da "forssação" de barra, levando o esteriotipo da bissexualidade ao seu ápice. Me doeu, me fez questionar a importância da leitura sensível.
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Por fim, dei 3 porque o romance convence, mas a representatividade poderia ter sido melhor. Pelo tanto que eu esperava desse livro, já posso considerar esse a decepção de 2019.
Carol Aquino 11/11/2019minha estante
GRITEI com esse título da resenha




Coisas de Mineira 09/11/2019

Vermelho, Branco E Sangue Azul é o livro de estreia de Casey McQuiston, publicado no Brasil pela editora Seguinte, e se tornou um dos livros mais comentados na internet nesse ano. O livro, narrado em terceira pessoa, nos traz uma situação inusitada: como seria se o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixonasse pelo príncipe da Inglaterra?

Estamos em 2020. Alex Claremont-Diaz é filho da presidenta dos Estados Unidos Ellen Claremont, eleita após o fim do mandato de Barack Obama. Então, esse é um ano de reeleição, e ela vai se apresentar novamente como opção ao cargo. Eles são texanos, e o pai de Alex, congressista também, é filho de mexicanos. Junto com Alex, também moram na Casa Branca June, sua irmã, e Nora, neta do vice-presidente. Juntos, formam o conhecido Trio da Casa Branca, amigos descolados e seguidos pela imprensa – influencers de marca maior. Mas, para além da fama de playboy, Alex quer mesmo é seguir a carreira política. No momento, sua atenção está voltada para o fim do seu curso de graduação e a reeleição de sua mãe.

“(…) A imagem de Alex é puro carisma, inteligência e humor cínico…”

Um dos eventos que eles têm de participar é o casamento do príncipe Philip; e é assim que Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: estar na mesma festa que Henry, irmão mais novo de Philip, um príncipe cobiçado e seguido por todos, com quem Alex é constantemente comparado ― e que ele não suporta. Durante o casamento, quando os dois se esbarram, iniciam uma discussão, que termina com os dois caindo em cima do bolo de casamento! Claro que o acidente vai parar em todos os tablóides. Para conter os danos, um plano é elaborado pelos assessores das duas casas: um final de semana, em que os dois aparecerão em eventos juntos e irradiando amizade. E é nesse momento que Alex percebe que o príncipe engomadinho também precisa manter uma fachada em função de seu nascimento, e que é mais que a pessoa sem personalidade, entediante e fria que sempre imaginou.

Quando Alex volta para os EUA, os dois começam a trocar mensagens sarcásticas, e acabam passando muito tempo juntos; essa nova amizade explode nas mídias sociais. Em uma dessas ocasiões, bêbados, Henry beija Alex, que sempre teve certeza de ser heterossexual. Só que agora, não consegue esquecer aquele beijo… e assim começa uma relação perigosa, com ligações telefônicas longas, e trocas de e-mails apaixonados…

“(…) Que, por alguns momentos, consigo segurar a respiração e estar lá de volta com você, em um sonho, em mil quartos, em lugar nenhum?”

Eu devo dizer que Vermelho, Branco E Sangue Azul é um livro sobre o romance, mas me trouxe mais que corações flutuando. Eu ri muito! O livro tem sacadas incríveis, tanto no grupo que se forma em torno dos dois, quanto nas mensagens e e-mails trocados por eles. Afinal de contas, estamos falando de um grupo de jovens em busca das suas verdades, num momento que que somos definidos pelo que aparece na mídia. Se para nós, pobres mortais, uma foto vazada pode causar muito desconforto, esses jovens são obrigados a ter uma vida perfeita. E o que é uma vida perfeita, ou o que é aceitável para filhos de celebridades?

E é nesse contexto que Alex e Henry terão de decidir se tudo o que podem perder se justifica pelo relacionamento que está apenas começando. Se para Alex, texano, em plena reeleição da mãe, já pode ser desastroso, para Henry, príncipe na linha de sucessão, pode ser avassalador.

“- (…) Meu direito de nascença é um país, não a felicidade.”

Como já mencionei, Vermelho, Branco E Sangue Azul também é construído por outros personagens deliciosos: Temos Bea, a irmã de Henry, que também tem seus fantasmas; Pez, o melhor amigo nerd e milionário; Zahra, a assessora e amiga da presidenta, que tem um noivo misterioso, além de June e Nora. E todos eles acabam participando diretamente das decisões e confusões dos dois amantes… Mesmo Zahra, durona porque tem de pensar o tempo todo na reeleição, acaba tendo um papel importante para a relação de Alex e Henry.

Outra carga importante na estória foi o contexto político, uma vez que estamos em período eleitoral nos Estados Unidos. A autora fez uma sobreposição de ficção com fatos bem interessante, utilizando como pano de fundo a eleição dos EUA em 2016, – pós Obama, transpondo para o momento da nova eleição em 2020, trazendo toda manobra política que sempre permeiam esse momento. Tanto que temos manipulação de informações para tirar proveito da situação – sim, isso não deveria ser novidade, mas é tão desconfortável na ficção como é na realidade…

“(…) Essa é a escolha. Eu o amo, com tudo isso, por causa de tudo isso. De propósito. Eu o amo de propósito.”⁠

Enfim, quero voltar ao Henry, um personagem tão amoroso, complexo, que achei pouco explorado, mas que torço pra vir em um outro livro. Com ele passeamos por Londres e pelo castelo, e nos deparamos com toda a pompa da rainha da Inglaterra, uma figura sempre imponente e que amedronta – ela não é rainha por acaso. Além disso, temos uma série de referências à história, à cultura pop, músicas, livros!

Vermelho, Branco E Sangue Azul foi uma estória gostosa de ler, que tem um momentinho no Rio de Janeiro durante as olimpíadas (momentinho mesmo, mas que pra mim já foi suficiente), e que aquece o coração. Acompanhar o amadurecimento desse casal foi bem sessão da tarde, cheia daqueles clichés que a gente tanto ama, e quer mais… Melhor de tudo, os direitos de adaptação foram comprados pela Amazon Studios! Quais as apostas para quem será o Alex e o Henry? História, hein? Aposto que poderíamos fazer…

Por: Maisa Gonçalves
Site: www.coisasdemineira.com/vermelho-branco-e-sangue-azul-casey-mcquiston-resenha/
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Karol 09/11/2019

Um romance nerd, proibido e imperdível
Escrito por Casey McQuiston, o livro de Young Adult "Vermelho, Branco e Sangue Azul" está prestes a chegar às livrarias brasileiras com publicação da Editora Seguinte, tradução de Guilherme Miranda e capa nacional exclusiva da ilustradora Isadora Zeferino.

Na trama, Alex é o filho jovem e bonito da presidente dos Estados Unidos, mas sua vida quase perfeita vira de cabeça pra baixo após se apaixonar por ninguém menos que Henry, o Príncipe da Inglaterra, que também o ama.

A narrativa tem um quê de Tom & Jerry, por apresentar inimigos mortais que, após precisarem conviver por obrigação, descobrem uma conotação diferente de seus sentimentos e desenvolvem uma relação romântica.

Em meio a encontros não tão secretos, o livro aborda os bastidores do mundo da política americana e da coroa britânica, sob o ponto dr vista juvenil da primeira-família e do herdeiro ao trono, que embora a fama e renome, ainda são jovens em seus 20 anos que amam e se divertem como qualquer um.

O lado "gente como a gente" é muito explorado nos personagens, principalmente ao trazer o lado nerd dos protagonistas, que constantemente trocam referências e citações de Star Wars, trazendo um tom de Geekerela ao livro - e o tornando ainda mais delicioso.

Já no quesito romântico, o livro ganha notória relevância ao reinventar o clichê dos contos de fadas não só para um cenário e época contemporâneo, mas ao apresentar personagens LGBT. Henry, o príncipe, é gay, e Alex está descobrindo sua bissexualidade: e se sair do armário já é difícil, imagine quando você é o herdeiro de uma coroa conservadora ou o filho de uma presidenta que está tentando a reeleição?

Há, ainda, a questão de Alex ser meio mexicano, o que o faz ter um interesse político pelo estado do Texas, onde particularmente se identifica com o povo - e espera ser apoiado de volta. Neste lado profissional do personagem, a obra também acompanha toda a sua luta por uma campanha honesta, preocupações e amizades.

Todos os temas são muito atuais e relevantes ao público jovem, característica típica de um bom YA, e igualmente bem trabalhados no decorrer do trama. Deste forma, além de divertido, o livro revela-se também como socialmente importante. Vermelho, Branco e Sangue Azul não é um livro qualquer e, se resolver lê-lo, já pode ir preparando um espaço na sua lista de preferidos e queridinhos, pois ele chegará derrubando tudo.

site: http://www.elfolivre.com.br/2019/11/vermelho-branco-e-sangue-azul-resenha.html
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Marcelo 09/11/2019

Inspirador
Você fica triste, feliz, (quase) chora, comemora junto às personagens. Embora tenha suas partes negativas, como uma narrativa muitas vezes cansativa e alguns trechos que falham na continuidade, o livro tem uma leitura tranquila e é mais do que indicado.

Pra quem gosta de um clichê, esse é um clichê LGBTQ+ perfeito. As relações entre as personagens é bem construída embora dias se passem com a simples mudança de capítulos. Porém você realmente se sente incluso no ambiente devido às inúmeras menções e citações feitas ao mundo externo.

É uma mistura de relações públicas, geopolítica, políticas internas, relações familiares em uma temática LGBTQ+. Se você gosta de pelo menos um desses assuntos acredito que vale a leitura. Se você gabaritou, pode começar a ler nesse exato momento.
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Renata Kinjo 09/11/2019

fiquei dividida
como eu não consegui escrever uma resenha pra esse livro, fiz uma lista de prós e contras:

pontos positivos:
- aborda tema lgbtqi+ (sim, ainda precisamos falar sobre isso);
- narrativa ágil;
- recursos de linguagem diferentes (tuítes, trocas de mensagens de celular, e-mails, conversas em grupo no whatsapp) que trazem dinamismo à história;
- os personagens são bem construídos;
- a amizade entre alex, june e nora é amorzinho;
- o romance é fofo.

pontos negativos:
- a escrita é um pouco confusa de tempos em tempos: a autora deixa umas ideias meio inacabadas, interrompe no meio e parte pra outra parte na história. tive que parar e reler algumas vezes pra poder entender melhor o que tava acontecendo;
- a descrição das atividades políticas na primeira metade do livro cansa um pouco;
- eu esperava mais do final (mas ele continua sendo bom).

resumindo: tem mais pontos positivos do que negativos, acho que vale a pena dar uma chance.
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Nefferson 08/11/2019

Eu estava com muita expectativa com esse livro, então confesso que me decepcionei um pouco com a primeira metade. Considerando a premissa do amor proibido entre o filho da presidente e um príncipe da Inglaterra, eu esperava por momentos mais fofos e significativos, mas eu achei a primeira parte da história bem vazia. Além disso, achei dolorosamente entediante quando a política tomava destaque na história. É notável o esforço da autora em tentar atravessar por essas passagens da forma mais breve possível, mas ficar torcendo para que a atenção volte ao casal principal é inevitável.

A narração da autora também é fraquinha em alguns momentos e falhou em me levar para sua história. Várias vezes eu tive que voltar alguns parágrafos para realmente construir uma cena completa na minha cabeça.

Felizmente, a segunda parte consegue recuperar o fôlego e entrega de verdade o que eu estava esperando desde o começo. A trama fica mais ágil, emocionante e envolvente. E até mesmos os assuntos políticos conseguem espaço de uma forma natural e sem parecerem deslocados.
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Sil 08/11/2019

Esse livro, provavelmente, será o romance LGBT mais fofo que você lerá este ano
Vermelho, Branco e Sangue Azul será, provavelmente, o romance LGBT mais fofo que você lerá este ano. Isso porque os protagonistas da história são ninguém mais, ninguém menos, do que o filho da presidente dos EUA e o Príncipe Herdeiro da Inglaterra. Já é possível saber que, além de um romance, o livro também tem uma pegada política que deixa o leitor mais ansioso para saber o desfecho do namoro proibido.

Apesar de ser narrado em terceira pessoa, acompanhamos a história cem por cento do tempo pelo ponto de vista de Alex, o primeiro-filho dos EUA. Ele é um estudante universitário que aos 18 anos teve sua vida virada de cabeça para baixo quando sua mãe foi eleita presidente. Ele ama política, então adora estar nesse meio, mas odeia a exposição que tem na mídia com sua irmã, June, e sua melhor amiga Nora. Alex desde os 12 anos sente um ódio profundo por Henry, o Príncipe da Inglaterra, e após um mal entendido no Casamento Real do irmão de Henry eles são obrigados a aparecer na mídia como amigos, com diversos encontros de fachada e conversinhas nas redes sociais falsas, então à partir daí eles descobrem que estão apaixonados.

Só o enredo inicial já é claro que a história é fofinha demais e com certeza o sonho de muitos garotos que, por muitos anos, viram os príncipes e sonhavam em algo com eles, mas infelizmente um sonho impossível se tratando de uma família real que precisa manter todas as aparências possíveis. Henry é contra as aparências e julga a história da família real em muitas conversas que tem com Alex, toda a hipocrisia e mentiras que são contas para manter a "ordem" e deixar o povo conservador feliz.

Eu mesma ficava o tempo todo pedindo para Henry ter coragem de enfrentar o sistema mesmo com seu medo, e ao mesmo tempo batia uma aflição por saber que ele não poderia. Alex, por sua vez, tem toda a liberdade de ser quem é dentro de casa, mas seu medo é com a reeleição de sua mãe. Ele não é assumido, e na verdade sempre se considerou hétero, já que tem atração por mulheres também; Gostei muito por ele ser bi, mas ao mesmo tempo parece ser uma alternativa fácil para não deixar o escândalo ainda maior. Não foi citado pela família dele que seria uma "fase", mas poderia sim ser uma desculpa para ele ser julgado.

Vivendo em um relacionamento escondido por alguns meses, os dois passam por diversas situações de perigo que, querendo ou não, são muito fofas. Essa ideia de amor proibido, com cartas sendo escritas através de e-mails, dá até uma impressão de Romeu e Julieta moderno, mas ao invés de serem separados pela família eles são separados pela política/sociedade que, aparentemente, exige que as pessoas sejam de tal modo para funcionar. Acho engraçado que muitos políticos são hipócritas nesse sentido, já que vêm com essa história de escândalo familiar, de defender a família e não sei o que lá, mas na verdade escondem muitas coisas atrás dessa fachada. rs

Vermelho, Branco e Sangue Azul é realmente muito fofo e marcante, seja pelos personagens bem construídos ou por seus diálogos. É um livro que com certeza irá fazer as pessoas se apaixonarem mais por príncipes e por jovens políticos que não tem medo de ser quem são.

site: http://www.roendolivros.com.br/2019/11/vermelho-branco-e-sangue-azul-casey.html
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httpsrob 08/11/2019

Ótimo.
Recomendo muito, mas não curti alguns capítulos do livro por ter achado mal escritos. E o final foi o que eu queria, mas poderia ter sido mais emocionante. Enfim, leiam!
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bre 08/11/2019

o único defeito desse livro é que ele acaba
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Tai 07/11/2019

Pra deixar o coração quentinho
O "enemies to lovers" sempre foi um clichê predominantemente hétero, e ver protagonistas lgbt protagonizarem esse tipo de narrativa é representatividade pura e essencial.
Eu achava que o grande trunfo do livro seria apenas esse, mas me enganei. O livro trás personagens humanizados e entrelaçou muito bem a discussão sobre sexualidade à outras discussões importantes como racismo, violação de dados pessoais na internet, a política dos EUA (e na verdade podemos também comparar com o cenário político do nosso país), e as tradiçõe retrógradas da monarquia britânica.
Terminei o livro com um sorriso no rosto e o coração quentinho.
Que todos façamos história e que possamos encontrar um amor tão lindo quanto o do Alex e Henry.
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Desi Lyra \@mixturaliteraria 05/11/2019

EXTREMAMENTE FOFO E CONSIDERALVELMENTE CONFUSO!
Alex e Henry são lindos juntos. Não há dúvidas sobre isso!

Talvez eu já tenha lido muitos livros muito muito bons com dois homens que se apaixonam. Talvez eu estivesse com muitas expectativas. Não sei. Não foi uma leitura ruim. Não mesmo. Foi.... Bom. O casal é lindo, são opostos um do outro! E as tiradas engraçadas são deliciosas! Mas a escrita da autora É MUITO CONFUSA! Houveram várias vezes em que tive que ler o parágrafo, voltar, ler de novo. Isso fez Da leitura ( quando não focada nas tiradas de Alex e Henry ) incrivelmente arrastada! Tinha horas em que eu empurrava o livro com a barriga. É como uma história com grande potencial onde a autora errou a mão em alguns momentos!

Existem partes muito lindas e românticas, algumas partes engraçadas onde eu ri MUITO, e partes que me emocionaram, confesso!

Mesmo com todos os porens foi uma leitura super válida! Mesmo que agora que terminei minha cabeça esteja girando um pouco kkkkkl
Ana @relendopaginas 05/11/2019minha estante
Eu comecei ele agora a pouco e mesmo ainda no início estou, também, um pouco confusa com a escrita da autora. E não sei muito o que achar dos diálogos...


Desi Lyra \@mixturaliteraria 05/11/2019minha estante
Eu também tive um estranhamento inicial pela quantidade de pausas que ela coloca e da forma como ela escreve. Mas o Alex e o Henry são mega fofo juntos, isso me deixou feliz. Mesmo que algumas atitudes de certos personagens tenham me incomodado MUITO e ficado por isso mesmo. É como se alguém tivesse que pegar o livro E "lapidar" um pouco sabe?


Renata Kinjo 08/11/2019minha estante
nossa, totaaal! é bem isso mesmo




Bianca (@fallandfox) 01/11/2019

O ARC desse livro foi provido pela editora através do Netfalley em troca de uma opinião honesta.
Esse livro é um romance entre o filho da primeira presidente dos estados unidos (Alex) e o príncipe mais novo da Inglaterra (Henry), esse livro segue o estilo de "enemies to lovers" (só que na realidade eles nunca foram inimigos de verdade.
Eu amei a escrita desse livro e achei bem confortável, a escritora foi capaz de me deixar grudada no livro até o final sempre com aquele gostinho de quero mais, eu normalmente não gosto de ler livros que estão no hipe do booktube/bookgram por quase sempre eu achar que o hipe não demonstra a real qualidade do livro, mas nesse caso eu estava errado e faz todo o sentido todo mundo estar viciado nele.
O Alex e o Henry passam por dificuldade que eu já observei em casais gays da vida real, ter que esconder o seu relaciomento por medo da sociedade ou pelas consequências desse para eles mesmo e as pessoas em dual volta. Eu chorei bastante no momento decisivo do relacionamento deles e eu só queria que tudo se resolvesse rápido.
Os personagens secundários também são encantadores e cada um com sua personalidade e problemas únicos o acaba ajudando no decorrer da história com o plot, minha personagem secundária com certeza vai ser a Bea que passou por vários problemas na vida e conseguiu dar a volta por cima com a ajuda do Henry.
Eu não consegui encontrar nenhum erro de português muito gritante.

site: https://www.instagram.com/p/B4VgAnbAbnJ/
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