Vermelho, Branco e Sangue Azul

Vermelho, Branco e Sangue Azul Casey McQuiston




Resenhas - Vermelho, Branco e Sangue Azul


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Queria Estar Lendo 15/11/2019

Resenha: Vermelho, Branco e Sangue Azul
Vermelho, Branco e Sangue Azul é um New Adult que estava entre os meus desejados desde que vi a premissa. Usando clichês de romances com a realeza, a autora Casey McQuiston explora um relacionamento LGBTQ+ com muito humor, entregando um livro cheio de amor e risadas.

Na trama, conhecemos Alex. Ele é filho da presidenta dos Estados Unidos e está muito bem, obrigado. É um queridinho da mídia e das pessoas ao seu redor, dono de talento e carisma naturais; seu único problema reside em um nome: Henry. O príncipe encantado britânico que parece existir para ser uma pedra no seu sapato.

Quando um imprevisto os coloca como inimigos na mídia e ameaça acordos governamentais, a mãe de Alex toma uma decisão em conjunto com a coroa inglesa: eles vão se tornar os melhores amigos que existem aos olhos da mídia. E esse esquema para afastar os boatos de que se odeiam vai acabar por aproximá-los mais do que Alex imaginava desejar.

Vermelho, Branco e Sangue Azul tem absolutamente tudo que um romance contemporâneo clichê poderia pedir - o fato de usar todos esses artifícios conhecidos em uma trama LGBTQ+ é que torna esse livro tão especial.

A história dá voz a um protagonista latino, filho da primeira mulher a assumir a presidência dos EUA. Uma vez próximo de Henry, Alex acaba por confrontar dúvidas em relação a sua sexualidade, abrindo-se para procurar aceitação; o relacionamento entre eles pode ser "proibido", mas não significa que ele precise se esconder no armário em relação aos próprios desejos.

Eu gostei de como a autora explorou esses detalhes. Como tudo soou tão natural - como deveria ser - e como Alex, apesar de pegar nos meus nervos algumas vezes (com sua teimosia e egocentrismo) foi tão agradável de acompanhar. Um rapaz carismático, cheio de energia que odeia o príncipe pelo simples fato de existir e, de repente, não pode viver sem ele. Aquele hate to love delicioso que dá vontade de sair gritando pela casa porque VOCÊS SE AMAM, ENTENDA!

Henry, por outro lado, é uma incógnita ainda mais interessante. Ele tem tudo que um príncipe encantado precisa: o porte, a elegância, a classe, a gentileza. Mas também tem seus trejeitos tímidos e cautelosos, seus medos e anseios, as coisas que deseja e não pode ter - o dilema de não poder se assumir gay publicamente, mesmo fazendo isso com facilidade quando confrontado por Alex.

Eles se abrem um para o outro de maneira marcante. Encontram confiança e aceitação um no outro como todo bom ship precisa fazer.

Os diálogos soam extremamente naturais, como se você estivesse acompanhando o dia a dia de dois amigos próximos. Tem aquela tensãozinha gostosa sobre não saber para onde o ship está indo, o quanto eles vão dar certo e o quanto vão escorregar para se acertar, tudo que torna um romance irresistível.

Os coadjuvantes são ricos em personalidades e histórias - em especial Nora, que me conquistou com seu sarcasmo e piadinhas pontuais e por ser tão presente pelo Alex mesmo quando ele acha que não precisa. Os dilemas com as famílias, tanto do lado nobre quanto da Casa Branca, mostram muito sobre como Alex e Henry confrontam os problemas da vida. O quanto eles precisam amadurecer e erguer a voz para se fazerem ouvidos. Os embates entre o Alex e a mãe dele, principalmente, rendem um drama familiar muito bom.

Se eu tenho uma crítica a fazer pra história é um pouco sobre o tamanho dela. Apesar de a fluir muito bem e de dar gosto de acompanhar esses personagens e seu romance - bem caliente, diga-se de passagem - muitas passagens soaram um pouquinho cansativas. Os capítulos eram longos DEMAIS quando não engrenavam, e aí dava uma sensação de que nunca teria fim.

Mas isso não tira o mérito da história e definitivamente não tira o meu amor por ela, muito pelo contrário. Apesar de demorar, eu me acostumei com o ritmo e com as descrições extensas da autora e me apaixonei tanto pelo Alex e pelo Henry que queria que nunca tivesse fim. Sabe aquele tipo de narrativa com o tom de humor certo e as provocações e flertes na melhor medida? É o que você vai encontrar nesse livro.

Eu ainda não tive a oportunidade de ler a versão traduzida pela Editora Seguinte, mas farei isso assim que possível - porque esse é o tipo de história que você QUER reler assim que a termina.

Vermelho, Branco e Sangue Azul é um New Adult que usa clichês sobre príncipes e romances proibidos para falar sobre a vida e aceitações. É uma releitura bem-vinda desse tipo de história e com certeza vai conquistar seu coração.

site: http://www.queriaestarlendo.com.br/2019/11/resenha-vermelho-branco-e-sangue-azul.html
Dani 16/11/2019minha estante
aaaaa louca por esse livro e a resenha só ajudou a querer mais!


Tamara 18/11/2019minha estante
Comecei agora. Amo suas resenhas.




bre 08/11/2019

o único defeito desse livro é que ele acaba
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@cataolivro 23/10/2019

Meu sobrenome devia ser Windsor, só acho
Que o mundo inteiro ama histórias sobre a realeza e a casa branca, o cinema está de prova. Citando aqui os meus preferidos: Reign, O diário da princesa, The Royals, The Tudors, Um príncipe em minha vida 1, 2, 3, A filha do presidente, Curtindo a liberdade e mil outros mais.
Agora imagine que receita perfeita, um romance entre o príncipe da Inglaterra e o primeiro-filho da presidenta dos Estados Unidos.
(aaaaa, olhinhos de coração) Henry e Alex são um dos casais mais fofos que eu tive o prazer de conhecer. Por quê tão lindos, Brasel?
Mesmo em terceira pessoa, o foco principal parte da vida de Alex, uma carinha de 21 anos que sonha em "ser o deputado mais jovem eleito na história dos Estados Unidos". Acontece que Alex nutre um grande desafeto por Henry, que nas palavras do próprio Alex, têm uma personalidade de repolho.
Esses dois acabam entrando em uma encrenca quando fazem uma cena no casamento real da irmã do príncipe e os relações públicas dos dois concordam que a única forma de pular esse desastre é contando para a imprensa que os dois são melhores amigos.
Apesar de inicialmente ser tudo uma encenação, os dois descobrem um vinculo e se tornam confidentes, o que desencadeia uma série de mensagens de texto hilárias (glu, glu para a broa de milho).
Os dois começam a passar cada vez mais tempo juntos e a imagem de melhores amigos eclode nas redes sociais. Mas tudo Munda quando, em uma noite de bebedeira, Henry beija Alex, que até aquele momento tinha certeza que era hétero, mas sentiu tanta coisa em um único beijo que começou a questionar a própria sexualidade.
"Ele pensava que era tão inteligente sobre sua própria identidade que não restava nenhuma dúvida sobre quem era."
De escapada em escapada, os dois iniciam uma relação que significa perigo de ambos os lados. Eles quer que a mãe mantenha as altas taxas de aprovação na reeleição, mas ele desconfia que se revelar bissexual não é universalmente encantador para os eleitores. E Henry nem se fala. O príncipe da Inglaterra pode ser "gay. Tipo fogos de artificio nas cores do arco-íris", mas segundo a avó dele, "ninguém deveria saber sobre quaisquer desejos desviantes que ele pudesse estar começando a nutrir que refletisse sobre a coroa".
E infelizmente, por mais que os dois passagem a gostar cada vez mais um do outro, parecia que essa relação nunca deixaria de ser um segredo para o mundo.

Eu gostaria de deixar registrado que amei cada letrinha desse livro.
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Wes 31/10/2019

Podemos mudar a história, podemos mudar a mente de muitas pessoas. Só não podemos deixar de ser quem somos.
Nota final: 4,5

Contexto histórico:

Vamos ao contexto geral, a relevância desse livro nos dias de hoje, levando em conta a primeira presidenta dos Estados Unidos se reelegendo com um outro Trump da vida, e mais, ela é uma das favoritas entre a América. Sabe o quanto isso é importante e o quanto podemos mudar a história como dizem os personagens.

História, hum:

O YA da Casey McQuiston com personagens bem adultos e cheio de palavrões e pegação (por mais que não seja um, de jeito nenhum).
O que dizer do Alex e do Henry, dois frenemies que se encontraram pela primeira vez nas olimpíadas do Brasil e não se deram bem logo de cara. Com uma relação que foi crescendo meio que por acidente, tudo por um bolo caríssimo que acabou juntando esses dois num esquema pra limpar a imagem do queridinho da América.

Opinião:

A única coisa que não gostei foram as últimas 50 páginas, pra mim foi algo bem previsível e terminou praticamente num conto de fadas. Queria algo a mais, sabe, algo bem diferente dos Jovens Adultos que costumo ler.

UM LIVRO IMPORTANTE
AUDACIOSO
E QUE PODE ENTRAR PRA HISTÓRIA, hum.
Pedro Magus 31/10/2019minha estante
Vc leu em inglês, amigo?


Wes 31/10/2019minha estante
Em português


Pedro Magus 31/10/2019minha estante
Vc conseguiu o adiantado?


Wes 31/10/2019minha estante
Sim




Laura Machado 14/10/2019

Superou todas as minhas expectativas!
Não vou nem fingir que não tinha expectativas para este livro. Depois de ver tantas resenhas, eu estava, no mínimo, interessada. Com uma sinopse dessas e tanta gente falando bem, seria impossível controlar o que eu esperava dele. É tão, mas tão maravilhoso poder respirar aliviada e me lembrar de todas as cenas em que me peguei lendo e pensando, "meu deus, como eu amo esse livro!"

Não sei por quê, mas eu esperava que ele fosse ser contado pelo ponto de vista do Alex e do Henry, mas fiquei feliz de descobrir que seria só pelo do Alex. Ele é super interessante desde o começo, e toda sua descoberta, tanto de identidade quanto do relacionamento com Henry, foi na medida, na hora certa e em meio a um enredo que, não só fez total sentido, como tinha bem mais propósito do que só avançar o romance.

O Henry também é bem legal, mas fez certinho em não ser o protagonista narrador, porque não consigo imaginá-lo com uma voz narrativa tão característica quanto a do Alex. Os outros personagens secundários são super válidos, todos bem marcantes, em especial a mãe de Alex, presidente dos EUA, mas confesso que senti falta de uma finalização na história deles. Estou torcendo para isso significar que vêm outros livros desse universo por aí, por pontos de vistas diferentes do de Alex! Super encaixaria e seria incrível, confesso!

A parte política da história começou bem densa, mas acabou tomando um papel mais secundário na segunda metade do livro. Isso funcionou para mim, principalmente já que em nenhum momento o enredo se perde. Para falar a verdade, meu único problema com o livro é que ele se estende um pouco demais no final. Depois do clímax verdadeiro, tem mais umas setenta páginas. Então, eu fiquei com aquela sensação de que era para a história se fechar durante um bom tempo. Isso é esquisito, admito, e me cansou ter que continuar lendo quando sentia que era coisa que não precisava ter sobrevivido a uma edição.

Mas o romance é simplesmente maravilhoso e eu mega recomendo este livro para todo mundo que já está criando mil expectativas como eu!
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Coisas de Mineira 09/11/2019

Vermelho, Branco E Sangue Azul é o livro de estreia de Casey McQuiston, publicado no Brasil pela editora Seguinte, e se tornou um dos livros mais comentados na internet nesse ano. O livro, narrado em terceira pessoa, nos traz uma situação inusitada: como seria se o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixonasse pelo príncipe da Inglaterra?

Estamos em 2020. Alex Claremont-Diaz é filho da presidenta dos Estados Unidos Ellen Claremont, eleita após o fim do mandato de Barack Obama. Então, esse é um ano de reeleição, e ela vai se apresentar novamente como opção ao cargo. Eles são texanos, e o pai de Alex, congressista também, é filho de mexicanos. Junto com Alex, também moram na Casa Branca June, sua irmã, e Nora, neta do vice-presidente. Juntos, formam o conhecido Trio da Casa Branca, amigos descolados e seguidos pela imprensa – influencers de marca maior. Mas, para além da fama de playboy, Alex quer mesmo é seguir a carreira política. No momento, sua atenção está voltada para o fim do seu curso de graduação e a reeleição de sua mãe.

“(…) A imagem de Alex é puro carisma, inteligência e humor cínico…”

Um dos eventos que eles têm de participar é o casamento do príncipe Philip; e é assim que Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: estar na mesma festa que Henry, irmão mais novo de Philip, um príncipe cobiçado e seguido por todos, com quem Alex é constantemente comparado ― e que ele não suporta. Durante o casamento, quando os dois se esbarram, iniciam uma discussão, que termina com os dois caindo em cima do bolo de casamento! Claro que o acidente vai parar em todos os tablóides. Para conter os danos, um plano é elaborado pelos assessores das duas casas: um final de semana, em que os dois aparecerão em eventos juntos e irradiando amizade. E é nesse momento que Alex percebe que o príncipe engomadinho também precisa manter uma fachada em função de seu nascimento, e que é mais que a pessoa sem personalidade, entediante e fria que sempre imaginou.

Quando Alex volta para os EUA, os dois começam a trocar mensagens sarcásticas, e acabam passando muito tempo juntos; essa nova amizade explode nas mídias sociais. Em uma dessas ocasiões, bêbados, Henry beija Alex, que sempre teve certeza de ser heterossexual. Só que agora, não consegue esquecer aquele beijo… e assim começa uma relação perigosa, com ligações telefônicas longas, e trocas de e-mails apaixonados…

“(…) Que, por alguns momentos, consigo segurar a respiração e estar lá de volta com você, em um sonho, em mil quartos, em lugar nenhum?”

Eu devo dizer que Vermelho, Branco E Sangue Azul é um livro sobre o romance, mas me trouxe mais que corações flutuando. Eu ri muito! O livro tem sacadas incríveis, tanto no grupo que se forma em torno dos dois, quanto nas mensagens e e-mails trocados por eles. Afinal de contas, estamos falando de um grupo de jovens em busca das suas verdades, num momento que que somos definidos pelo que aparece na mídia. Se para nós, pobres mortais, uma foto vazada pode causar muito desconforto, esses jovens são obrigados a ter uma vida perfeita. E o que é uma vida perfeita, ou o que é aceitável para filhos de celebridades?

E é nesse contexto que Alex e Henry terão de decidir se tudo o que podem perder se justifica pelo relacionamento que está apenas começando. Se para Alex, texano, em plena reeleição da mãe, já pode ser desastroso, para Henry, príncipe na linha de sucessão, pode ser avassalador.

“- (…) Meu direito de nascença é um país, não a felicidade.”

Como já mencionei, Vermelho, Branco E Sangue Azul também é construído por outros personagens deliciosos: Temos Bea, a irmã de Henry, que também tem seus fantasmas; Pez, o melhor amigo nerd e milionário; Zahra, a assessora e amiga da presidenta, que tem um noivo misterioso, além de June e Nora. E todos eles acabam participando diretamente das decisões e confusões dos dois amantes… Mesmo Zahra, durona porque tem de pensar o tempo todo na reeleição, acaba tendo um papel importante para a relação de Alex e Henry.

Outra carga importante na estória foi o contexto político, uma vez que estamos em período eleitoral nos Estados Unidos. A autora fez uma sobreposição de ficção com fatos bem interessante, utilizando como pano de fundo a eleição dos EUA em 2016, – pós Obama, transpondo para o momento da nova eleição em 2020, trazendo toda manobra política que sempre permeiam esse momento. Tanto que temos manipulação de informações para tirar proveito da situação – sim, isso não deveria ser novidade, mas é tão desconfortável na ficção como é na realidade…

“(…) Essa é a escolha. Eu o amo, com tudo isso, por causa de tudo isso. De propósito. Eu o amo de propósito.”⁠

Enfim, quero voltar ao Henry, um personagem tão amoroso, complexo, que achei pouco explorado, mas que torço pra vir em um outro livro. Com ele passeamos por Londres e pelo castelo, e nos deparamos com toda a pompa da rainha da Inglaterra, uma figura sempre imponente e que amedronta – ela não é rainha por acaso. Além disso, temos uma série de referências à história, à cultura pop, músicas, livros!

Vermelho, Branco E Sangue Azul foi uma estória gostosa de ler, que tem um momentinho no Rio de Janeiro durante as olimpíadas (momentinho mesmo, mas que pra mim já foi suficiente), e que aquece o coração. Acompanhar o amadurecimento desse casal foi bem sessão da tarde, cheia daqueles clichés que a gente tanto ama, e quer mais… Melhor de tudo, os direitos de adaptação foram comprados pela Amazon Studios! Quais as apostas para quem será o Alex e o Henry? História, hein? Aposto que poderíamos fazer…

Por: Maisa Gonçalves
Site: www.coisasdemineira.com/vermelho-branco-e-sangue-azul-casey-mcquiston-resenha/
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Beatriz Menezes 11/11/2019

Mais Um livro onde bissexuais não conseguem manter o pau dentro da calça mas o romance convence
Vermelho, branco e sangue azul- |3?|
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Alex, primeiro filho americano, sempre odiou Henry, Príncipe da Inglaterra. Desde cedo nutria uma não saudável obsessão pelo príncipe, até que um dia, foram obrigados a passar um fim de semana inteiro juntos e então...bem, Alex percebeu que Henry era muito melhor do que ele imaginava. Mas o que aconteceria se o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixonasse pelo príncipe inglês?
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O livro é engraçado, despojado e tem uma delicadeza unica que te faz ler tudo bem rapidinho. Além disso, Alex, June e Nora formam o trio dos sonhos e umas das amizades mais divertidas que existem, sem falar do casal Alex e Henry que se desenvolvem muito bem nesse enredo de fanfic bem do jeito que a gente gosta. Com personagens bissexuais, latinos, mulheres com poder e escrita super descontraida, esse livro tinha tudo para ser o romance de 2019! Mas infelizmente ele tem alguns problemas que eu levei BEM pro pessoal.
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Vermelho branco e sangue azul é mais um livro onde os bissexuais não conseguem manter o p*u dentro da calça, não conseguem manter amizades com mesmo sexo, não dizem não para um ménage e estão, constantemente, flertando com alguém. Eu já tenho problemas no geral com personagens "transoes libertinos" e quando justo esse personagem é o bissexual da história me machuca e muito. Pode não ter sido o intuito da autora, mas as atitudes de Alex e, principalmente de sua melhor amiga, Nora, surgem como um reforço no estereótipo do bissexual promíscuo.
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Para mim, o pior foi mesmo as atitudes da Nora, que colocou a cereja no bolo da "forssação" de barra, levando o esteriotipo da bissexualidade ao seu ápice. Me doeu, me fez questionar a importância da leitura sensível.
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Por fim, dei 3 porque o romance convence, mas a representatividade poderia ter sido melhor. Pelo tanto que eu esperava desse livro, já posso considerar esse a decepção de 2019.
Carol Aquino 11/11/2019minha estante
GRITEI com esse título da resenha




Karol 09/11/2019

Um romance nerd, proibido e imperdível
Escrito por Casey McQuiston, o livro de Young Adult "Vermelho, Branco e Sangue Azul" está prestes a chegar às livrarias brasileiras com publicação da Editora Seguinte, tradução de Guilherme Miranda e capa nacional exclusiva da ilustradora Isadora Zeferino.

Na trama, Alex é o filho jovem e bonito da presidente dos Estados Unidos, mas sua vida quase perfeita vira de cabeça pra baixo após se apaixonar por ninguém menos que Henry, o Príncipe da Inglaterra, que também o ama.

A narrativa tem um quê de Tom & Jerry, por apresentar inimigos mortais que, após precisarem conviver por obrigação, descobrem uma conotação diferente de seus sentimentos e desenvolvem uma relação romântica.

Em meio a encontros não tão secretos, o livro aborda os bastidores do mundo da política americana e da coroa britânica, sob o ponto dr vista juvenil da primeira-família e do herdeiro ao trono, que embora a fama e renome, ainda são jovens em seus 20 anos que amam e se divertem como qualquer um.

O lado "gente como a gente" é muito explorado nos personagens, principalmente ao trazer o lado nerd dos protagonistas, que constantemente trocam referências e citações de Star Wars, trazendo um tom de Geekerela ao livro - e o tornando ainda mais delicioso.

Já no quesito romântico, o livro ganha notória relevância ao reinventar o clichê dos contos de fadas não só para um cenário e época contemporâneo, mas ao apresentar personagens LGBT. Henry, o príncipe, é gay, e Alex está descobrindo sua bissexualidade: e se sair do armário já é difícil, imagine quando você é o herdeiro de uma coroa conservadora ou o filho de uma presidenta que está tentando a reeleição?

Há, ainda, a questão de Alex ser meio mexicano, o que o faz ter um interesse político pelo estado do Texas, onde particularmente se identifica com o povo - e espera ser apoiado de volta. Neste lado profissional do personagem, a obra também acompanha toda a sua luta por uma campanha honesta, preocupações e amizades.

Todos os temas são muito atuais e relevantes ao público jovem, característica típica de um bom YA, e igualmente bem trabalhados no decorrer do trama. Deste forma, além de divertido, o livro revela-se também como socialmente importante. Vermelho, Branco e Sangue Azul não é um livro qualquer e, se resolver lê-lo, já pode ir preparando um espaço na sua lista de preferidos e queridinhos, pois ele chegará derrubando tudo.

site: http://www.elfolivre.com.br/2019/11/vermelho-branco-e-sangue-azul-resenha.html
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julha 16/11/2019

Ok, esse livro virou um dos meus favoritos. ?Vermelho, Branco e Sangue Azul? fala do filho da presidentA dos Estados Unidos que se apaixona pelo príncipe da Inglaterra. A representatividade é um dos pontos mais fortes do livro, a família da presidenta é descedente de imigrantes mexicanos, então a cultura desse país ta muito presente nos costumes deles, porém, o que é mais marcante é a representatividade LGBTQ+, e o que mais me agradou foi a naturalidade que essas questões foram tratadas em muitos momentos, principalmente na questão da aceitação entre os pais. É um livro super clichê, mas me prendeu DEMAIS e eu não consegui descansar até terminar ele todinho, e pra mim ele soube descrever emoções que só quem já passou por algo parecido sente, e eu me identifiquei muito com os personagens por isso. A representatividade é importante DEMAIS e a história te cativa desde o início, eu recomendo muito mesmo, e absolutamente >>>todos
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Douglas 16/11/2019

Encantador, maluco e divertido...
Alex Claremont-Diaz, filho da presidenta dos Estados Unidos da América (EUA), e príncipe Henry, herdeiro do trono da Inglaterra. Eles são os protagonistas da história que vai abalar duas nações. Alex odeia Henry com todas suas forças, e isso não é segredo dentro da Casa Branca. Mas Alex, June, sua irmã, e Nora, melhor amiga dos dois e filha do vice-presidente dos EUA, vão para o casamento real de Philip, outro príncipe britânico. Um pequeno incidente termina com o Alex e Henry caídos em cima do bolo real.

Para aplacar as consequências diplomáticas e catastróficas disso, os dois são obrigadas a passar um fim de semana juntos como se fossem melhores amigos. Essa aproximação permitirá que os dois se tornem, de fato, amigos e, quem sabe, algo mais do que isso. Algo que eles nem imaginariam que fosse possível, principalmente Alex, e que não tem chance alguma de dar certo. Ou será que tem? Aí é que está...

A narrativa da autora pega logo de início, é impressionante. Não é surpresa que a obra tenha ganhado tanta repercussão antes mesmo de ser lançada oficialmente por aqui. Eu comecei a leitura logo depois que cheguei em casa depois de um dia cansativo, e pensei que não aproveitaria a leitura como gostaria. No entanto, a narrativa ágil (em terceira pessoa) da autora me fez “acordar” e a leitura fluiu rapidamente.

A minha vontade era não parar de ler, até terminar... mas eu fui “obrigado” haha enfim, é uma narrativa instigante, divertida e que tem uma proximidade com o leitor muito grande, numa linguagem moderna, usando inclusive artifícios como mensagens de texto e e-mail. Gosto muito de livros que se aproximam da nossa “geração”, a chamada Millennials (ou Y). Enfim, isso torna a leitura muito melhor, mais gostosa e prazerosa. É um romance que se encaixa em diversos gêneros: comédia românica, LGBTQ+, new adult, entre outros.

Como eu disse, Alex e Henry são os protagonistas da história, apesar de ser mais focada na perspectiva de Alex. Mas a autora insere outros personagens coadjuvantes, como June, a irmã de Alex, Nora, neta do vice-presidente dos EUA (e melhor amiga de Alex e June), a mãe de Alex, Ellen (que foi uma grata surpresa), a irmã de Henry, a própria Rainha da Inglaterra (claro que fictícia), entre outros. Todos eles deixam a história mais divertida e mais instigante.

Bom, Alex é um personagem irritante e chato, mas de um jeito gostoso de ler. Essa coisa de tudo, para ele, girar em torno dele é irritante, mas faz sentido a criação da autora. Quando ele está com Henry, ele meio que se transforma, e sua personalidade chata se torna até engraçada e interessante. Henry, por sua vez, é totalmente o oposto e eu até queria que a autora desse mais foco pra ele. Digo isso porque parece que a própria autora escreveu o livro com foco em Alex, tanto é que às vezes a narrativa se confunde, pra mim, entre terceira e primeira pessoa. Me peguei, em alguns momentos, verificando se era mesmo a autora que estava narrando, e não o próprio Alex. Isso não é ruim, acho que funcionou muito bem e a autora se mostrou brilhante no processo de escrita desse livro, nos entregando uma obra interessante, divertida, instigante, com ação, enfim, tudo misturado.

Mas que seria interessante se a autora também narrasse, de alguma forma, a rotina de Henry dentro do reino, seria. Claro que isso demandaria muito mais pesquisa e tornaria o livro o dobro de páginas que tem de fato. Nada impede, no entanto, que isso se torne uma trama para um futuro livro da história de Alex e Henry, dessa vez com foco no príncipe. Seria bem interessante, confesso, e eu leria com certeza haha

Uma coisa interessante da narrativa da autora foi misturar a questão do romance e da pegada mais sensual (se bem que sexual talvez seja a palavra mais correta), com os bastidores políticos. A autora coloca essa questão dentro da narrativa de Alex, que está tentando se ascender politicamente, já que a mãe concorre à reeleição e ele também quer entrar nesse meio. Então, a autora mostra ele andando por gabinetes de congressistas, conversando com outros políticos, conversas na Casa Branca envolvendo política, até essa questão de diplomacia entre as nações (por conta das desavenças entre Alex e Henry). Enfim, de uma maneira muito “natural”, a autora insere essa perspectiva.

Ainda nesse ponto, a autora consegue dosar de uma maneira interessante a relação de Alex e Henry com as questões políticas e diplomáticas nos dois países (com mais focos nas eleições dos EUA). É bem interessante os jogos políticos em que acabam sendo envolvidos Alex, June e Nora. Esses bastidores dão uma ideia interessante de como é política por lá, a polarização entre democratas e republicanos, as campanhas e pesquisas nos estados do país, que são importantes para a eleição e para qualquer candidato. Enfim, são coisas que nós sabemos que são reais, com um toque de ficção bem interessante.

Mas, claro, isso perde o foco quando Alex e Henry estão juntos... é até engraçado como eles praticamente esquecem as consequências do que uma relação mais íntima entre os dois podem gerar, seja com os e-mails trocados entre os dois, os encontros, volta e meia, sempre com a desculpa de que são apenas dois melhores amigos se encontrando em eventos oficiais. Mas logo Henry se insere na rotina de Alex, com festas, encontros familiares etc. Não é surpresa que as pessoas vão descobrindo aos poucos sobre os dois – e como isso pode ser usado politicamente contra a reeleição de Ellen, e eles demoram a perceber isso...

Como eu disse, a narrativa da autora é bem ágil e, no início do livro, as coisas acontecem muito rapidamente. Eu até fiquei um tanto quanto confuso, confesso. A autora acelera a narrativa para chegar até o momento do encontro entre Alex e Henry no casamento real. E dá para entender isso, até porque a história é essa. Mas ela coloca essa questão dos bastidores políticos muito bem nesse meio, e a relação de Alex, June e Nora também.

Casey nos insere na rotina da Casa Branca, dos primeiros-filhos (filhos da presidenta), desse trio que ganhou a mídia nos últimos anos, depois da eleição de Ellen. Então, nas primeiras páginas, ela vai nos introduzindo à história de maneira muito rápida, passando os dias rapidamente, chegando ao que de fato é a história que vamos ler. Isso quer dizer que ela reserva a maior parte do livro para explorar (no bom sentido da palavra) a relação dos dois e todas as questões diplomáticas envolvidas nisso.

Há alguns momentos do livro, principalmente no começo, antes que a amizade entre Alex e Henry comece a ganhar “corpo” (literal e figurativamente), que a autora joga umas indiretas que me pareceram até um tanto quanto forçadas. Acho que isso pode ser um spoiler (apesar de a sinopse já dar essa mesma ideia), mas meio que dá indiretas sobre a sexualidade de Alex. Há coisas bem clichês, acho que a palavra é a mais adequada, com alguns termos que ela usa, algumas frases, que dão essa ideia. Como se ela quisesse nos mostrar algo que nem Alex sabe ainda. Mas, em vez de forçado, talvez tenha sido intencional...

Sobre as partes mais quentes do livro, que tem um sensualismo evidente, é bem interessante, na verdade. É um livro que pode ter ares de Young-adult, quando olhamos num primeiro momento, mas que está mais para o new-adult. É difícil um livro que consegue dosar essa relação íntima de uma maneira romântica, mas, ao mesmo tempo, quente e prazerosa de ler. Ainda assim, não é algo totalmente explícito. É algo muito íntimo, muita pegação, claro, muitas conversas inapropriadas, mas tudo muito bem dosado, sem ser algo grosseiro, eu diria.

O desenvolvimento do livro é praticamente o contato dos dois, a descoberta de Alex como bissexual, a relação com a irmã, a política e Henry, que toma praticamente todo o livro. E daí eu acho a ideia da autora de focar mais na perspectiva de Alex. Pois a descoberta dele meio que influencia em muita coisa, muda quem ele é como pessoa, como futuro político, como filho... enfim. E nesse ponto, preciso falar sobre Ellen. Eu meio que consegui imaginar a fisionomia da presidenta dos Estados Unidos. E ela tem uma importância gigante nesse processo para Alex. Ela sabe repreendê-lo sem deixar de apoiá-lo. Ellen é do tipo fod*na, e eu simplesmente amei essa personagem, com alguns momentos favoritos do livro em que ela obviamente está.

O final é de aquecer o coração de qualquer leitor, pois ele representa a esperança, a diversão, a alegria que a autora tentou trazer para todo o livro. O final é a cereja do bolo, simplesmente perfeito para uma história que foi totalmente construída perfeitamente e que não poderia concluir de uma forma diferente. É um universo totalmente paralelo e fictício, mas tem um quê de “quem sabe um dia”. Nós não sabemos os segredos escondidos do Reino Unido, não sabemos o que os herdeiros precisam aguentar por carregarem esse peso. Então, é uma ficção, mas totalmente possível num futuro, certo?

Eu amei demais mesmo esse livro, acho que deu pra perceber pela resenha gigantesca haha Eu leria novamente, sem sombra dúvidas, e num futuro próximo. Mas a verdade é que gostaria de ler mais sobre os dois, como disse antes, o futuro deles. Seria fascinante se isso acontecesse, apesar de achar difícil.
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Carolina 30/10/2019

Fofo e emocionante!
"Aposto que poderíamos fazer história".

Recebi acesso a este livro através da NetGalley em troca da minha opinião honesta. Gostaria de agradecer novamente à NetGalley e à Editora Seguinte por esta incrível oportunidade.

Esse livro é... incrivelmente fofo e extremamente sexy. Foi uma leitura que aqueceu meu coração e, no final, já estava sentindo as lágrimas de emoção vindo aos meus olhos. A realidade mostrada no livro é uma realidade possível e eu queria muito mergulhar nela! Será que vamos chegar nela? Será que vamos fazer história?

Mas vamos à sinopse.

Alex Claremont-Diaz é filho da primeira presidente mulher dos Estados Unidos. Ele é extremamente sexy, carismático e possui um futuro brilhante. Nada parece incomodá-lo. Nada... a não ser o príncipe britânico Henry. Com seu jeito aparentemente perfeito de príncipe encantado, Henry consegue irritar Alex sem precisar se esforçar muito.

Quando os dois se reencontram no casamento do irmão mais velho de Henry, o príncipe Philip, um acidente diplomático os obriga a mostrarem para o mundo que os dois são amigos, ao invés de rivais. E o que começa como uma amizade forçada, passa a se desenvolver em algo muito maior.

Esse livro... é muito bem escrito, gostoso de ler e toca em questões muito delicadas de autodescobrimento, preconceito, como lidamos com a privacidade de figuras públicas, senso de dever, felicidade... Nossa! Muita coisa! Tem um ar de comédia romântica que começa com o casal se odiando para depois se amar, mas é muito mais do que isso. É um questionamento sobre o que esperamos de nossas figuras públicas, sobre manter tradições e costumes a qualquer custo, sobre amor. E não só o amor romântico entre duas pessoas. Sobre amor e solidariedade em relação ao outro, à sua intimidade, seus sonhos, fragilidades e felicidade. A nossa opinião é realmente mais importante que a felicidade de alguém?

Recomendo muito esse livro! Os personagens principais são muito bem escritos e os coadjuvantes também. Ótima leitura para quem procura algo para aquecer o coração nesse fim de ano.
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httpsrob 08/11/2019

Ótimo.
Recomendo muito, mas não curti alguns capítulos do livro por ter achado mal escritos. E o final foi o que eu queria, mas poderia ter sido mais emocionante. Enfim, leiam!
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Leo Oliveira 19/10/2019

Eu amei cada pedacinho dessa história, foi tão bom acompanhar o crescimento desses personagens. "Vermelho, Branco e Sangue Azul" é o tipo de livro que você começa ler sorrindo, chega na metade e derrama algumas lágrimas e vira a última página com o coração quentinho e uma sensação de: realmente, esse livro é muito bom.

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Sil 08/11/2019

Esse livro, provavelmente, será o romance LGBT mais fofo que você lerá este ano
Vermelho, Branco e Sangue Azul será, provavelmente, o romance LGBT mais fofo que você lerá este ano. Isso porque os protagonistas da história são ninguém mais, ninguém menos, do que o filho da presidente dos EUA e o Príncipe Herdeiro da Inglaterra. Já é possível saber que, além de um romance, o livro também tem uma pegada política que deixa o leitor mais ansioso para saber o desfecho do namoro proibido.

Apesar de ser narrado em terceira pessoa, acompanhamos a história cem por cento do tempo pelo ponto de vista de Alex, o primeiro-filho dos EUA. Ele é um estudante universitário que aos 18 anos teve sua vida virada de cabeça para baixo quando sua mãe foi eleita presidente. Ele ama política, então adora estar nesse meio, mas odeia a exposição que tem na mídia com sua irmã, June, e sua melhor amiga Nora. Alex desde os 12 anos sente um ódio profundo por Henry, o Príncipe da Inglaterra, e após um mal entendido no Casamento Real do irmão de Henry eles são obrigados a aparecer na mídia como amigos, com diversos encontros de fachada e conversinhas nas redes sociais falsas, então à partir daí eles descobrem que estão apaixonados.

Só o enredo inicial já é claro que a história é fofinha demais e com certeza o sonho de muitos garotos que, por muitos anos, viram os príncipes e sonhavam em algo com eles, mas infelizmente um sonho impossível se tratando de uma família real que precisa manter todas as aparências possíveis. Henry é contra as aparências e julga a história da família real em muitas conversas que tem com Alex, toda a hipocrisia e mentiras que são contas para manter a "ordem" e deixar o povo conservador feliz.

Eu mesma ficava o tempo todo pedindo para Henry ter coragem de enfrentar o sistema mesmo com seu medo, e ao mesmo tempo batia uma aflição por saber que ele não poderia. Alex, por sua vez, tem toda a liberdade de ser quem é dentro de casa, mas seu medo é com a reeleição de sua mãe. Ele não é assumido, e na verdade sempre se considerou hétero, já que tem atração por mulheres também; Gostei muito por ele ser bi, mas ao mesmo tempo parece ser uma alternativa fácil para não deixar o escândalo ainda maior. Não foi citado pela família dele que seria uma "fase", mas poderia sim ser uma desculpa para ele ser julgado.

Vivendo em um relacionamento escondido por alguns meses, os dois passam por diversas situações de perigo que, querendo ou não, são muito fofas. Essa ideia de amor proibido, com cartas sendo escritas através de e-mails, dá até uma impressão de Romeu e Julieta moderno, mas ao invés de serem separados pela família eles são separados pela política/sociedade que, aparentemente, exige que as pessoas sejam de tal modo para funcionar. Acho engraçado que muitos políticos são hipócritas nesse sentido, já que vêm com essa história de escândalo familiar, de defender a família e não sei o que lá, mas na verdade escondem muitas coisas atrás dessa fachada. rs

Vermelho, Branco e Sangue Azul é realmente muito fofo e marcante, seja pelos personagens bem construídos ou por seus diálogos. É um livro que com certeza irá fazer as pessoas se apaixonarem mais por príncipes e por jovens políticos que não tem medo de ser quem são.

site: http://www.roendolivros.com.br/2019/11/vermelho-branco-e-sangue-azul-casey.html
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Bianca (@fallandfox) 01/11/2019

O ARC desse livro foi provido pela editora através do Netfalley em troca de uma opinião honesta.
Esse livro é um romance entre o filho da primeira presidente dos estados unidos (Alex) e o príncipe mais novo da Inglaterra (Henry), esse livro segue o estilo de "enemies to lovers" (só que na realidade eles nunca foram inimigos de verdade.
Eu amei a escrita desse livro e achei bem confortável, a escritora foi capaz de me deixar grudada no livro até o final sempre com aquele gostinho de quero mais, eu normalmente não gosto de ler livros que estão no hipe do booktube/bookgram por quase sempre eu achar que o hipe não demonstra a real qualidade do livro, mas nesse caso eu estava errado e faz todo o sentido todo mundo estar viciado nele.
O Alex e o Henry passam por dificuldade que eu já observei em casais gays da vida real, ter que esconder o seu relaciomento por medo da sociedade ou pelas consequências desse para eles mesmo e as pessoas em dual volta. Eu chorei bastante no momento decisivo do relacionamento deles e eu só queria que tudo se resolvesse rápido.
Os personagens secundários também são encantadores e cada um com sua personalidade e problemas únicos o acaba ajudando no decorrer da história com o plot, minha personagem secundária com certeza vai ser a Bea que passou por vários problemas na vida e conseguiu dar a volta por cima com a ajuda do Henry.
Eu não consegui encontrar nenhum erro de português muito gritante.

site: https://www.instagram.com/p/B4VgAnbAbnJ/
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