Capitães da Areia

Capitães da Areia
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Resenhas - Capitães da Areia


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Dany 22/07/2016

Livro maravilhoso! Certamente ficará entre um dos meus preferidos. Impressionante ver como após tantos e tantos anos, a realidade do mundo, em certos aspectos, continua a mesma.
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Maria Luiza 21/07/2016

A liberdade é como o sol, como as crianças
Nenhuma palavra jamais conseguirá expressar o quão maravilhoso esse livro é. Cada criança personagem possui suas peculiaridades, suas dores, seus sonhos e esperanças. Cada uma delas carrega um sofrimento e a necessidade de sobreviver em meio ao abandono, à fome e ao esquecimento. Em meio a opressão e humilhação. Crianças que vivem até hoje, que são vitimas do sistema e da sociedade. Crianças que merecem ser vistas e ouvidas, que não são criminosas, não são bandidas, são apenas crianças tentando sobreviver. Crianças que levo agora no meu coração.
"A liberdade é como o sol. É o bem maior do mundo."
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Tamara 18/06/2016

Já contei aqui no blog em uma de minhas resenhas do livro O sol é para todos que esse ano me propus a ler ao menos um clássico da literatura por mês para conhecer aquilo que temos de mais maravilhoso na literatura mundial e brasileira, e para entender porque alguns livros são tão amados pelos leitores de todas as épocas e idades. Até agora a experiência tem sido ótima e alguns clássicos que li acabei não gostando e alguns se tornaram livros favoritos e essenciais, como aconteceu com o livro que trago hoje, Capitães da areia.
Esse foi meu livro de maio e eu não conhecia a obra do Jorge Amado. Assim que comecei estava um pouco temerosa, com medo de não gostar, mas nas primeiras vinte páginas fui totalmente fisgada para dentro da história, para dentro do mundo daqueles meninos de rua e só consegui largar quando virei a última página. Achei uma história linda, e é como um tapa na cara de todos nós que não olhamos para os meninos e meninas que viviam nas ruas em 1930, época em que se passa mais ou menos essa história, e não prestamos tanta atenção ainda hoje, porque esses meninos ainda existem. É um tapa na cara sobre crianças que precisam se tornar adultos cedo e sobre crianças que aprendem cedo demais com a vida aquilo que não podem aprender nas escolas.
É bastante difícil falar sobre a obra sem destacar todas as lições aprendidas, porém abordando um pouco o livro em si ele é carregado de pontos positivos: um dos principais é a veracidade da narração, parece que o autor passou meses com garotos de rua para compreendê-los, fica evidente o tom de realidade nas descrições da miséria e da fome, nos diálogos e nos sonhos inocentes de quem não tem nada. Outro ponto importantíssimo a ser destacado é a forma como Jorge entrelaça todas as vidas e ao mesmo tempo narra as particularidades de cada um, sem que deixe a história confusa em qualquer momento, ele vai de um personagem a outro, de um lado da cidade a outro com muita maestria. Também podemos encontrar recortes de jornais falando sobre a tal gangue dos Capitães da areia que estava ficando famosa na cidade e até mesmo podemos ver autoridades se manifestando sobre eles e o que significavam, dando uma visão muito ampla sobre todas as pessoas envolvidas. Por fim não poderia deixar de destacar que um dos meninos fala muito a respeito de Lampião e seu bando, cangaceiros famosos na história do Brasil e através dos sonhos desse pequeno garoto de se juntar ao bando de seu padrinho, podemos conhecer muito também sobre esse personagem histórico.
Realmente tentei mas não consegui encontrar pontos negativos para destacar nesta obra, embora saiba que ela não vai tocar a todos da mesma maneira e para alguns a falta de ação pois acompanhamos apenas a vida desses meninos por muitas páginas, com esparsos acontecimentos grandiosos pode se tornar entediante para os ansiosos por uma obra mais agitada.
Os personagens são muito bem construídos e conseguimos sentir suas emoções durante toda a história. há àqueles que possuíam muita raiva da vida miserável que levavam, mas o sentimento mais predominante e mais doloroso era a carência, um desejo puro e intenso de carinho, principalmente o materno. Eram meninos que faziam coisas erradas obrigados pela sua condição e sua vida, mas que ao fim do dia voltavam a ser crianças e só queriam um afago como todas as crianças da sua idade. A personagem que mais me chamou atenção foi dora, uma menina que apareceu na metade da história mas foi a presença mais forte e marcante para mim, a única menina a dar um pouco de carinho e força para o bando.
O livro é dividido em algumas partes, cada uma contendo um título significativo para a obra, falando sobre os capitães. É narrado em terceira pessoa e a revisão da companhia das letras está sem erros.
Uma curiosidade a respeito desse livro: ele foi lançado em 1937 e seus primeiros exemplares foram queimados em praça pública, junto com outras obras do autor, uma vez que ele era filiado ao partido comunista e então acusavam a obra de ser uma apologia ao comunismo, mas alguns anos depois o livro estava novamente em circulação e hoje é conhecido e adorado em diversos países.
Recomendo esse livro para todos os leitores. Para aqueles que gostam de dramas, de romance, de aventura e de conhecer um pouco da realidade, mesmo que através da ficção. Recomendo como uma leitura indispensável, que nos abre os olhos e nos faz refletir muito a respeito de situações que estão ao nosso redor.
Capitães da areia é um livro de 1937, mas sua temática serve para ontem, para hoje e talvez infelizmente ainda para amanhã, e mesmo que atualmente tenhamos muitas leis que protegem as crianças e adolescentes do nosso país ainda temos diversos capitães da areia por aí, por aqui e em todo lugar.


site: Resenha original em: http://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2016/06/resenha-capitaes-da-areia.html
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Lipe 07/06/2016

Canção da Bahia, canção da liberdade - Capitães da Areia, 1937.
O livro narra as "deliciosas aventuras" criminosas de um grupo de crianças abandonadas que habitam a cidade de Salvador. Personagens marcantes, um enredo envolvente, e as inúmeras reflexões que o livro provoca no leitor, faz de "Capitães da Areia" um daqueles livros que a gente guarda para sempre nos nossos corações.
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Arlete 06/06/2016

Incomparável autor
Jorge Amado sempre com suas histórias maravilhosas. Reli três vezes só não assisti ainda ao filme.
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Verônica 23/05/2016

Capitães da areia por Pensamento Literário
Já havia lido esse livro há muito tempo, em minha adolescência, e resolvi reler para poder resenhar. Confesso que não me recordava de muitas cenas e personagens, mas conforme a leitura fluía tudo se encaixava nos seus antigos lugares, assim como alguns locais que vistamos e os objetos ou cenários despertam saudosas recordações.
Embora esse livro tenha sido escrito em 1937 muitas coisas nos chamam atenção. Jorge Amado realmente traduziu em palavras os problemas presentes até hoje na sociedade, a história descreve e mostra como a colonização deixou marcas nos cenários brasileiros, onde a desigualdade está presente sendo representada através da pirâmide social onde poucos possuem muito e muitos possuem pouco. Não é questão de filosofia, mas esse é um problema que passou por gerações e no presente é vivenciado por muitos em seus cotidianos, a exclusão existe e é uma lembrança constante para aqueles que realmente acreditam em um país igual.
Desde Brasil colônia tais características marcam a contemporaneidade, passando pela herança das capitânias hereditárias, pela abolição dos escravos, a revolução de 1930, a ditadura militar e outros marcos históricos que assim como acrescentaram referências importantes suas ações também geraram um retrocesso, mas não quero demorar nisso. O que desejo apresentar mesmo é esse exemplar cheio de simbolismo, transcrevendo através das atitudes de seus personagens as falhas que estão arraigadas em nosso “corpo” social, gerando dificuldades e inconvenientes hodiernos que perpetuam há séculos.
O autor soube expressar por meio de suas narrativas que as crianças de rua são resultados de atitudes incompreensíveis e por medidas drásticas do Estado que não aprenderam como lidar com esse público em si. Os capitães da areia são um grupo de crianças que por diversos motivos acabaram indo morar nas ruas da Bahia, formando uma gangue com o instinto de sobrevivência, tendo sua subsistência através de roubos e furtos, envolvidos nos mais diversos tipos de crime. Ninguém tem a intenção de passar a mão na cabeça de pequenos infratores, pretende-se apenas apontar que tais problemas possuem culpados e na maioria das vezes não são esses meninos.
Temos então através da narrativa as justificativas para pode compreender melhor todo esse contexto, onde pelo empoderamento jornais ao invés de serem imparciais remetem sua opinião, juízes se desviam e culpam outros órgãos, onde reformatórios esquecem os direitos humanos e onde no fundo ninguém se importa. É fácil culpar as vítimas, afinal isso é uma conduta normal do homem. Outro ponto que achei interessante é que sempre procuramos algum porto seguro, não importa onde seja, pode ser na religião, no amor, nos direitos, sempre acreditamos e construímos uma ancora que seja o nosso refúgio.
Eu indico o “trapiche”, mesmo dormindo entre os areais, sujo e vestido com farrapos existem as aventuras incrustadas. O amor de Dora e Pedro bala, ser malandro que nem o gato, mal humorado que nem o sem perna, admirar “padim” lampião, ser bom que nem João Grande, pintar que nem o professor e se deitar nas areias atrás das neguinhas. Não importa o ângulo, não importa qual visão você possa vim a ter, o tempo é único e alegria está remetida nos pequenos momentos ofertados por essa leitura.

site: http://pensaliterario.blogspot.com.br/2016/05/resenha-capitaes-da-areia-relido.html
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Will 13/05/2016

capitães da areia
Então galera a resenha de hoje é sobre o livro nacional "capitães da areia" de Jorge Amado, livro que foi recomendo pelo meu professor de português por questões de é um livro importa e esta sempre presentes em vestibulares, com essa discrição o livro aparenta ser chato apesar de ter algumas cenas entediantes que desestimulam um pouco a leitura o livro tem um contexto muito bom e trata sobre um assunto ainda presente na sociedade.....o resto da resenha você ve no blog haha


site: http://wilclaudino.blogspot.com.br/2016/02/resenha-capitaes-da-areia.html
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Wilton 10/05/2016

Exploração do homem pelo próprio homem
O livro retrata a vida de um grupo de menores abandonados da cidade Salvador. Há uma preocupação patente do autor de demonstrar que o homem é produto do meio. Nesse aspecto, o seu pensamento se aproxima muito do professado por Rousseau. A obra, como estilo de época, é uma transição do Naturalismo para o Modernismo porque, ao mesmo tempo em que apresenta forma e conteúdo modernistas, preocupa-se em provar cientificamente que seres criados num ambiente promíscuo e opressor, não conseguem jamais fugir de um triste destino adrede traçado. Até os que conseguem libertar-se não o fazem completamente. Por isso, Pirulito tornou-se um frade que lidava com meninos abandonados como ele fora e Professor retratava em suas telas o ambiente e a vida de meninos abandonados à sua semelhança. Há também forte viés ideológico no livro. Isso pode ser identificado no constante conflito entre as classes sociais e a eterna exploração do homem pelo próprio homem. Pelo valor documental, pela fluidez do texto e pela honestidade intelectual do autor, o livro merece um ótimo conceito.
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Daniel.Simoes 25/04/2016

Romance fictício sobre um grupo de meninos sem família, que viviam na rua e precisavam se virar para sobreviver, muitas vezes cometendo crimes. Uma crítica à visão repressora do Estado e da sociedade em relação aos meninos de rua. Um retrato humano da vida desses meninos, mostrando seus valores, sua coragem, suas carências, seus medos. Perturbadoramente evidencia que eles não tem culpa da situação em que vivem e clama por uma atitude diferente da sociedade para ajudá-los.
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Heron 19/04/2016

Assim como hoje,
Quem se propor a ler "Capitães" nós dias de hoje vai ter saudades de um conflito social que, persistente na sociedade do Brasil, já não é o mesmo que temos nos momentos de vida atuais. Estamos piores. Não evoluímos! O preconceito, a vida dura nas ruas e os desafios da sobrevivência são, de excepcional forma, lúdicos nas palavras de Jorge Amado, que consegue transferir amor para as relações criminosas de uma "gangue" de crianças excluídas. Hoje, não mais teríamos os capitães de outrora. A chaga do crack não permite. O livro, inocente para a atualidade, é primordial para entendermos as cracolândias de agora, que não exibe os códigos de ética nas ruas da Salvador de quase 80 anos atrás.
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Nara 13/04/2016

Para ler mais de uma vez
Capitães da Areia foi um dos livros que li para fazer o vestibular. E com todo aquele ânimo que a maioria dos estudantes têm ao ler um livro obrigatoriamente. Mas a verdade é que foi um dos melhores livros que li na minha vida, me surpreendi muito.

É um livro que trata das crianças de rua da época de 1930. Jorge Amado, inteligentemente, atenua todos os crimes cometidos pelas crianças e faz uma forte crítica à sociedade. Ele exalta os meninos de rua (e Dora), tornando eles verdadeiros heróis, verdadeiros capitães da revolução.

Ao mesmo tempo que é possível se identificar com medos e inseguranças de crianças, como o medo do escuro, também é possível ver o crescimento precoce dessas crianças marginalizadas. O autor nos lembra que essas crianças, antes de marginais ou heróis, são apenas crianças. E apesar de ter sido escrito há tanto tempo, o livro continua atual.

Leia, se você não leu. E se você leu obrigatoriamente na escola, leia mais uma vez e encante-se com as crianças que são heróis e bandidos, mas acima de tudo, vítimas.
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G. Rubbo 01/04/2016

Dora
O assombro dele não teve limites:
- Tu quer dizer...
Ela o olhava calma, esperando que ele concluísse a frase.
- ...que vai andar com a gente pela rua, batendo coisas...
- Isso mesmo sua voz estava cheia de resolução.
- Tu endoidou...
- Não sei por quê.
- Tu não tá vendo que tu não pode? Que isso não é coisa pra menina. Isso é coisa pra homem.
- Como se vocês fosse tudo uns homão. É tudo uns menino.
Pedro Bala procurou o que responder:
- Mas a gente veste calça, não é saia.
- Eu também e mostrava as calças.
De momento ele não encontrou nada que dizer. Olhou para ela pensativo, já não tinha vontade de rir. Depois de algum tempo falou:
- Se a polícia pegar a gente não tem nada. Mas se pegar tu?
- É igual.
- Te metem no orfanato. Tu nem sabe o que é...
- Tem nada, não. Eu agora vou com vocês.
Ele encolheu os ombros num gesto de quem não tinha nada com aquilo. Havia avisado. Mas ela bem sabia que ele estava preocupado. Por isso ainda disse:
- Tu vai ver como eu vou ser igual a qualquer um...
- Tu já viu mulher fazer o que um homem faz? Tu não aguenta um empurrão...
- Posso fazer outras coisas.
Pedro Bala se conformou. No fundo gostava da atitude dela, se bem tivesse medo dos resultados.

Esse diálogo entre Dora e Pedro Bala é um dos meus trechos favoritos do livro "Capitães da Areia", do célebre Jorge Amado. A garota, tão doce e tão forte, é uma personagem ímpar. É muito fácil amar Dora, rir e sofrer com ela.
Quem não teve que ler "Capitães da Areia" na escola ou para prestar vestibular, faça-o. É fácil de encontrá-lo em qualquer biblioteca, sebo ou livraria. Além de uma leitura fácil e ao mesmo tempo comovente, é um retrato da realidade social da Bahia e muitos outros lugares do Brasil.

site: http://giovannarubbo.blogspot.com.br/2016/04/meucaldeirao-livros-com-fortes.html
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Martha 01/04/2016

Invisíveis em uma cidade holofote
Não dá para passar ileso por Capitães de areia de Jorge Amado. A história tem como protagonistas personagens que, na vida real, são invisíveis. São pessoas que, por mais que passemos todos os dias por elas, não as enxergamos ou pelo menos não nos importamos a ponto de querer ajudá-las.

Não passam de trombadinhas, alguns simplificam. Por mim, todos deveriam ser presos, defendem outros. Coitadinhos..., se compadecem uns. Independentemente do sentimento que as crianças que vivem na rua despertam em cada um de nós, elas continuam a povoar as grandes cidades. São natimortos de uma sociedade que se recusa a estender a mão.

No caso do livro de Jorge Amado, a história se passa em Salvador. Os cartões postais visitados por turistas do mundo inteiro são a morada dos órfãos que formam o grupo que dá nome à obra, Capitães de Areia. De forma organizada e respeitando uma hierarquia, em que tem como Pedro Bala o líder, eles vivem escondidos em um trapiche abandonado e sobrevivem de pequenos furtos.

No decorrer dos capítulos, vamos conhecendo algumas das figuras principais do grupo. Além do já citado líder, também serão reveladas as tragédias pessoais de Sem-Pernas, Professor, Gato, João Grande, Boa-Vida, Pirulito, Volta Seca. Todos meninos em idade, mas já adultos pela dura realidade que tiveram que enfrentar desde cedo. Outros personagens também ganham destaque. O Padre José Pedro, por exemplo, é o que mais se aproxima da figura paterna. De origem humilde, ele se sensibiliza com a história dos garotos e, mesmo com a resistência da Igreja, ele leva um pouco de conforto aos Capitães de Areia, sendo sempre a primeira pessoa que os meninos recorrem quando estão em apuros. A compaixão por eles vai inclusive comprometer sua carreira eclesiástica. Também conhecemos Querido-de-Deus, um capoeirista famoso em Salvador que vai ensinar a arte ao grupo e que vai exercer uma grande influência sobre Pedro Bala. Já Dora, uma órfã que chega ao grupo junto com o irmão mais novo, vai preencher algumas lacunas existentes pela falta de uma figura feminina.

Envolvente, melancólico, implacável. Esses são alguns adjetivos que posso descrever o livro de Jorge Amado. A linguagem simples faz o leitor se aproximar ainda mais dos personagens, todos complexos e cativantes. O Sem-Pernas protagonizará dois dos capítulos mais intensos do livro. Enquanto o Professor e Pedro Bala nos dará um pouco de esperança. Figura recorrente nos vestibulares em todo o Brasil, Capitães de Areia foi escrito na década de 1930, mas é tão atual que chega a ser angustiante ao levantar uma questão incômoda: "Será que algum dia a nossa sociedade será menos hostil?"

site: www.leiologoexisto.com
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Lorenna.Mota 28/03/2016

Apaixonada!!
Um livro realmente surpreendente, inicialmente não me interessou tanto devido a mente pequena (quase minúscula) em relação a clássicos da Literatura Brasileira... Mas que ao decorrer me ajudou a quebrar esse PREconceito, e se tornou um dos meus livros favoritos.

Sobre um grupo de garotos que vivem nas ruas de Salvador cometendo pequenos delitos, uma história completamente cheia de emoções, amizade, aprendizagem... Mesmo escrita a algum tempo, ainda reflete problemas da atualidade.
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