Britt-Marie Esteve Aqui

Britt-Marie Esteve Aqui Fredrik Backman




Resenhas - Britt: Marie esteve aqui


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Ana Paula Avila 02/04/2020

Cativante
Quando você lê um livro e sente que gostaria de ter como melhor amiga a personagem principal, é porque o livro deixou marcas. Assim é Britt-Marie, uma senhora cheia de manias de limpeza que vai morar numa cidadezinha descrita como ?o lugar aonde Judas perdeu as botas?. Com uma narrativa em terceira pessoa, o narrador nos diverte e nos encanta, mostrando que coisas simples como futebol e bicarbonato de sódio podem sim fazer uma bela história valer a pena ser lida.
Fatima 02/04/2020minha estante
Adoro os livros so Backman. Um homen chamado Ove é um dos melhores livros que li nos últimos tempos, mas Britt-Marie chega muito perto!!


Ana Paula Avila 02/04/2020minha estante
Vou começar agora Um homem chamado Ove... viciei nesse autor ?


Fatima 02/04/2020minha estante
Ana Paula, leia também Minha avó pede desculpas. É nesse livro que a Britt-Marie aparece pela primeira vez.


Ana Paula Avila 02/04/2020minha estante
Ah que legal. Obrigada pela dica, vou comprar agora pra ler ?




Aninha.Fillinger 18/03/2021

Arrebatador
Uma das histórias com maior desenvolvimento que já li, inicia de uma forma parada e completamente confusa, até te situar dentro da história e te fazer torcer (e sofrer) junto com os personagens.
Uma história triste, emocionante, e de auto descoberta incrível demais, vale muito a pena a leitura.
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Nana 15/11/2019

Este autor já está entre meus favoritos!
Fredrik Backman tem um grande talento para criar personagens diferentes, únicos e até estranhos. Em todos seus livros, ele nos mostra inicialmente uma pessoa desagradável, cheia de manias e que aos poucos vai se tornando simpática aos olhos do leitor.
São estórias originais, engraçadas e que tocam fundo no coração. A medida que vamos lendo , vamos nos apaixonando por estes personagens "através" das suas manias e estranhezas, e não "apesar" delas.
Britt-Marie é rabugenta e cheia de regras, mas ao conhecê-la melhor, descobrimos que na verdade ela só quer se sentir importante na vida dos outros, pois passou a vida toda servindo ao marido e se anulou como pessoa. Ao ir para uma cidade pequena e participar da vida dos moradores ela se transforma, passa a existir e a se sentir parte daquela comunidade.
Aliás, este é um tema recorrente nos livros deste autor, a importância de se viver em harmonia dentro de uma comunidade. Adorei!

Obs: Britt-Marie já é uma personagem conhecida para quem leu "Minha avó pede desculpas". Ela era uma das moradoras do prédio.

Alcione 15/11/2019minha estante
Oiii
Me lembrava do nome. Mas não tinha associado. Ela era a que negava tudo, não é?? Rsrs
Aliás bela resenha


Nana 16/11/2019minha estante
Olá Alcione.
Obrigada! Isso mesmo, era ela.




Paulinha 23/06/2020

Lindinho!
Não gosto de romances, mas amei esse livro.
Britt- Marie é um daqueles personagens que a gente torce para ser feliz, sabe?
No começo achei muitooo enjoada, chata mesmo,mas no decorrer da leitura consegui compreende-la.
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Jeff.Rodrigues 30/11/2019

Resenha publicada no Leitor Compulsivo
Certamente você não vai ler nenhuma história que reúna tantas qualidades distintas quanto esta. Mas antes de mais nada, confira sua gaveta de talheres. Garfos, facas, colheres. Caso ela não esteja arrumada dessa forma, sugiro que você corrija isso imediatamente. Não que eu vá julgar você, não sou esse tipo de pessoa. Britt-Marie tampouco o é. Mas entenda. Pessoas civilizadas precisam ter o mínimo de ordem na sua vida. E isso começa pela organização dos talheres. Ah, e pela limpeza…

Britt-Marie Esteve Aqui é uma joia rara entre os lançamentos de 2019 no Brasil! Escrevi o primeiro parágrafo dessa resenha (e farei isso ao longo de todo o texto) baseado no estilo de narração que vocês vão encontrar no livro. Um jeito leve, gostoso, bem-humorado, cativante e envolvente. Isso mesmo! São infindáveis os adjetivos a serem usados para se referir a uma história sensível sobre uma fase da vida em que, talvez, nos sintamos deslocados da sociedade por causa de nossa idade. Mas não dá para resumir esse livro somente nisso. A obra vai além…

Britt-Marie é uma dona de casa. Desde cedo, após tragédias e traumas da infância, ela aprendeu a se colocar em função do outro. E foi assim que construiu a vida do seu marido e dos filhos dele. Note, a vida deles! Ela viveu intensamente aquilo que se esperava dela. Aquilo que uma sociedade machista, presa em costumes arcaicos, enxergava como o papel de uma mulher. Ou seja, ela limpou, lavou, passou, cozinhou… (Dica: não há sujeira no mundo que resista a bicarbonato de sódio). No dia em que flagrou, pra valer, o marido com a mocinha mais nova, Britt-Marie deu um basta e foi tentar construir uma vida só dela. E assim Fredrik Backman nos apresenta um universo tocante em que inúmeras questões fazem refletir, emocionar e inspirar.

“Até que numa determinada manhã você acorda com mais vida às suas costas do que o que tem pela frente, sem conseguir entender como isso aconteceu”.

Em Britt-Marie Esteve Aqui vocês vão encontrar uma mulher simpática, obcecada por limpeza, encarando o primeiro emprego de sua vida em décadas, e se tornando treinadora de um improvável time infantil de futebol. Essa experiência vai render boas risadas durante a leitura. Mas Britt-Marie também vai te ensinar que recomeçar pode parecer difícil, mas jamais é impossível. São em coisas simples que encontramos o empurrãozinho para esse recomeço. Um recomeço que pode estar em um casal de irmãos apaixonado por futebol – e o futebol tem um papel tão grande quanto os próprios personagens na vitalidade desse livro; pode estar em se sentir valorizada, desejada e respeitada por outro; ou pode estar em amizades com os mais variados tipos sociais, cada um com jeitos peculiares.

A história de Fredrik Backman reúne muitas histórias e permite muitas interpretações. A terceira idade lidando com um mundo que evolui a cada instante em tecnologia, costumes, hábitos e linguagens. A missão de começar uma vida após os sessenta anos quanto tudo e todos parecem gritar que você deve se trancar em casa porque (talvez) não tem mais função. A convivência, sem julgamentos, com classes sociais diferentes, deficiência física, violência e a capacidade de perceber que há aprendizado em cada um desses itens. A descoberta de que é possível fazer uma piada sem ser julgado ou de que as pessoas não estão te julgando a todo momento por qualquer coisa (pelo menos não todas). O encontro com a felicidade, escondida em um gol, um vidro de Faxin, ou uma estrada que leva a qualquer lugar que seus sonhos quiserem percorrer.

“Se uma pessoa fecha os olhos com força e por um longo tempo, pode se lembrar de todas as vezes em que tomou uma decisão na vida só para o seu próprio bem. E percebe, talvez, que isto nunca aconteceu”.

Britt-Marie Esteve Aqui tem uma das melhores protagonistas que já tive o prazer de conhecer. Sei que não é de bom tom fazer certas afirmações, mas sinto necessidade de ser sociável com essa personagem, então afirmo que vocês vão se apaixonar por ela! E mais que isso, a galeria de personagens desse livro é fantástica! Todos foram construídos de um jeito muito humano. São palpáveis. Reais. São tipos que passam longe da pura e simples ficção. E trazem uma carga de qualidade que tanto nos ensina quanto dá lições para nossa adorável Britt. Perdoem, Britt-Marie. Somente a irmã a chama de Britt.

Gastaria mais um bom número de parágrafos detalhando os muitos aprendizados e momentos emotivos que esse livro me trouxe. Mas não quero ser grosseiro. Longe de mim. Acho que o ponto mais sensível que vale destacar para fechar essa resenha é que quando decide abandonar o marido e buscar um emprego, Britt-Marie faz isso porque ela tem medo de morrer sozinha em casa e ninguém sentir sua falta. Tendo um emprego, eles notariam sua ausência.

A cidadezinha de Borg recebeu Britt-Marie e ambas mudaram. Uma graças a outra. Ambas aprenderam que a vida não precisa ser tão regrada, nem levada tão a sério. Que talvez um porta-copos não faça tanta diferença, mas que bicarbonato de sódio é tão essencial quanto oxigênio… Não importa o tipo de leitor que você é. Do terror, meu caso, à fantasia. Do romance à distopia. Britt-Marie Esteve Aqui é um livro para ser lido por qualquer pessoa apaixonada por boas histórias bem contadas. Enxergue o mundo com outros olhos depois desse livro e venha aqui me contar.

“Chega uma certa idade em que quase todas as perguntas que uma pessoa faz a si mesma giram em torno de uma só coisa: como se deve viver a vida?”

site: http://leitorcompulsivo.com.br/2019/11/10/resenha-britt-marie-esteve-aqui-fredrik-backman/
Joelma 30/11/2019minha estante
Perfeita sua resenha!
Amei esse livro.
Se ainda ñ leu, recomendo os outros livros do autor.


14/12/2019minha estante
Adorei sua resenha. Terminei de ler esse livro e tô aquele sentimento de que todo mundo precisa ler tbm. Que história maravilhosa. Amei




Gabi 16/11/2020

Ahhhhhhh, Britt-Marie!!!!
Caramba! Termino agora esse livro, secando às lágrimas no rosto e de coração quentinho. Mais uma obra de Fredrik Backman que não decepciona. Assim como em O homem chamando Ove, esse livro traz um personagem chave, Britt-Marie, que depois de 40 anos sem trabalhar, procura um emprego e ela é totalmente metódica, não consegue filtrar o que fala, louca por limpeza... Depois de muito insistir, consegue um emprego como zeladora de um centro recreacional em Borg, um vilarejo onde a crise econômica fez com que tudo fechasse e assim as pessoas desistissem... Lá ela chega e com seu jeito sem jeito, conhece algumas pessoas e muda a vida delas e tem sua vida mudada.
Eu sofri nessa parte final, porque a meu ver ela tinha que escolher entre Sven maravilhoso e o marido dela Kent... Mas a escolha dela vai muito além disso. Tem uma terceira opção. As crianças Vega e Omar são muito mais sábios que qualquer um de nós...

"Porque se não perdoamos aqueles que amamos, então o que resta? O que é o amor se não amar quem amamos mesmo quando não merecem?"

Leiam! Leiam! Leiam!
Britt-marie merece ser lida e amada!

Amei! Super indico e estou ansiosa para ler o terceiro que esse autor tem publicado no Brasil: Minha avó pede desculpas
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Daniana.Bittencourt 26/01/2021

Uma deliciosa reflexão sobre o que estamos fazendo com nossas vidas
Britti-Marie é uma senhora de 63 anos que precisou abandonar o marido após uma traição. Depois de 40 anos servindo-o e esquecendo-se de si mesma, se vê empregada pela primeira vez, com um emprego que ninguém quer, numa comunidade desconhecida, cheia de pessoas que desistiram, onde a crise chegou e não foi mais embora. Agora ela é a nova zeladora do centro recreativo de Borg.
Britt-Marie não tem muito tato para lidar com as pessoas, é cheia de manias (principalmente de limpeza) e é considerada uma pessoa chata (assim como sua vida era). Contudo, sua presença ali vai interferindo na vida das pessoas e principalmente na vida das crianças. Assim como tudo isso também vai interferindo na sua própria vida e ela começa a perceber que nem todo Faxin e bicarbonato de sódio do mundo são capazes de resolver todos os problemas; que não ter uma gaveta de talheres meticulosamente ordenada te faz ser uma pessoa ruim...
O autor tem um jeito peculiar de contar as histórias, sempre com uma pitada de humor e sarcasmo, nos apresentando as adversidades que muitas famílias vivem, além de nos mostrar que aquelas pessoas consideradas chatas e ranzinzas (assim como no livro “Um homem chamado Ove”) tem coração e sentimentos, às vezes elas só não tiveram a oportunidade de mostrar seu lado bom.
Mais uma vez Fredrik Backman nos traz um universo tocante e cheio de reflexões que nos emocionam. Vale muito a pena a leitura.

“Até que numa determinada manhã você acorda com mais vida às suas costas do que o que tem pela frente, sem conseguir entender como isso aconteceu”.

“Se uma pessoa fecha os olhos com força e por um longo tempo, pode se lembrar de todas as vezes em que tomou uma decisão na vida só para o seu próprio bem. E percebe, talvez, que isto nunca aconteceu”.

“Chega uma certa idade em que quase todas as perguntas que uma pessoa faz a si mesma giram em torno de uma só coisa: como se deve viver a vida?”


site: @livromeulivroseu
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Diane 27/03/2021

No final fica bom
No início estava achando a leitura bem chata. Inclusive, pensei várias vezes em desistir. Mas da metade para o fim foi melhorando e acabei concluindo o livro.
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(Luh) 17/01/2020

De um tempo para cá tenho sentido falta de algo a mais em minhas leituras, por isso resolvi procurar histórias diferentes e foi assim que encontrei Britt-Marie Esteve Aqui.

É impossível transmitir o que esse livro proporciona. Com uma narrativa única, sarcástica e dono de uma peculiaridade que transforma uma descrição divertida em uma reflexão emocionante, conhecemos a história de uma mulher em seus sessenta e poucos anos que, em meio a uma crise existencial, resolve trabalhar novamente. A partir de então Britt-Marie vê sua vida mudar completamente e descobre que nem mesmo bicarbonato de sódio ou Faxin são capazes de resolver algumas situações.

Essa história é de uma singularidade imensa! É impossível não se envolver já nas primeiras páginas, porém o modo como vemos Britt-Marie muda completamente com o decorrer do tempo.

No início ela não passa de uma senhora chata e maníaca por limpeza, mas depois a encaramos como uma mulher de personalidade única, direta e extremamente encantadora! E até passamos a aceitar que o modo como uma pessoa organiza sua gaveta de talheres é, sim, essencial para descobrirmos se ela é civilizada ou não e que o bicarbonato de sódio é realmente importante!

A verdade é que Britt-Marie é apenas uma mulher que sempre viveu em prol dos outros e não dela mesma. Enfrentar um divórcio nessa idade e se ver completamente fora da sua zona de conforto não é tarefa fácil. Porém, finalmente ela encontra pessoas que se importam e que precisam dela, isso afeta muito Britt-Marie, pois é tudo o que sempre desejou.

Além dessa linda evolução, a história também aborda temas como a pobreza, deficiências físicas, violência, comunidades carentes, o amor pelo futebol… E tudo isso pelo ponto de vista de Britt-Marie, que vai fazer você se apaixonar pelos personagens secundários também!

Enfim, estou encantada por essa história e peço para que deem uma chance e a conheçam. Tenho certeza que ficarão emocionados e que Britt-Marie tocará seus corações!
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Fran Vila Nova 01/02/2020

Segundo livro que leio desse autor e basicamente segue a mesma linha ... alguém rabugento que aprende com pessoas comuns a ser mais feliz, isso resumiria o livro.

Achei bonito e tal, mas pulei muitas partes porque é muito lento o processo de adaptação da Britt-Marie, de início os demais personagens são confusos de indentificar, inclusive um ficou com o nome de ?alguém? (sim esse era o nome dele), mostrando o quanto ela relutava em se misturar e assim não dando ?nomes aos bois? ...

É cheio de lições e é bem bonitinho. Fiquei triste com uma morte que rolou mas mesmo assim achei o final bem legal. O fato dela se encontrar sozinha sem precisar do ex marido embuste ou do quase namoradinho atual,foi uma mensagem bem bacana mostrando o quanto ela se tornou uma mulher independente e forte.
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smarcony 09/04/2020

O autor consegue manter seu jeito peculiar de contar histórias, como acontece nos 2 livros anteriores que li, Minha avó pede desculpas e Um homem chamado Ove. Aos poucos vamos descobrindo sobre a personalidade, história de vida do personagem principal e, pelo menos no meu caso, acabo gostando dos personagens por mais que, num primeiro momento, eles tem características que são "antipáticas" mas que, aos poucos, faz com que repensemos nossos preconceitos. Muito boa a leitura.
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Allycia 30/04/2020

Amei!
Livro extremamente sensível, mas nada dramático, tem uns toques de comicidade. O tipo do livro que nos faz refletir. Personagens incríveis e peculiares.
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Dri 09/07/2020

emocionante
Resenha para o Desafio Skoob 2020

Comecei esse livro porque procurava uma leitura leve e tranquila. Ledo engano!

Às vezes você percebe que boa parte da sua vida passou e você nem sentiu. Britt-Marie se vê nessa situação e além de tudo, completamente sozinha. Dificilmente você não vai se identificar com a personagem, seja na teimosia, na determinação, na paixão, nas manias ou na preocupação sobre o que vão pensar das suas ações. Uma história de superação emocionante que fará você refletir sobre vários aspectos da vida. A leitura é muito fluída, fácil e gostosa, vale a recomendação.
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Rafa Gonçalves 21/12/2020

Britt-Marie esteve aqui
Britt-Marie consegue conquistar a todos com sua história e sua obsessão por bicarbonato de sódio. Como um dos melhores livros que já li na minha vida, posso afirmar que Britt-Marie esteve aqui e deixou uma marca inesquecível.
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Marcela @ler_sim_ler_sempre 07/10/2020

Dica de leitura : Britt-Marie Esteve Aqui? @editorarocco @fredrikbackmanofficial
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Britt-Marie e? uma senhora de 63 anos, sem filhos. Que sempre se dedicou ao marido e a casa, mas que agora ao ser abandonada por ele e com receio de ?morrer? e ningue?m sentir sua falta. Ela vai atra?s de um emprego. ?
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?_Voce? ama seu marido ?
_Sim
_Enta?o, porque ele na?o esta? aqui ?
_Porque a?s vezes amar na?o basta ?

Pore?m na sua idade e sem experie?ncia, u?nica vaga que ela encontra e? ser Zeladora de um centro recreativo, na cidade de Borg. Uma cidade que esta? praticamente apagada do mapa.?
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??Britt Marie e? uma mulher que a princi?pio voce? se choca com suas palavras, com seu jeito meto?dico e mania de limpeza. Mas aos poucos ela vai se revelando uma pessoa que sempre se fechou, pra na?o aborrecer os outros. Deixando seus sonhos guardados so? pra si. Primeiro a ma?e e depois o marido e os filhos dele. Mas que em Borg e longe de todas essas refere?ncias, sua personalidade u?nica, passa a ter chance de se revelar. E ela passara? a ve? algue?m rindo com ela e na?o dela.?

Pore?m na?o e? nada fa?cil se reinventar depois de toda uma vida. ?
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Uma histo?ria contada de uma forma sensi?vel, quase poe?tica. Mas com uma pitada de bom humor. Que retrata o luto, o abandono, a traic?a?o, a falta de perspectiva de futuro e de sonhos. ?Com personagens secunda?rios ta?o incri?veis e quebrados quanto a protagonista.
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Uma leitura indicada pra quem ama histo?rias mais profundas, mas sem muitas reviravoltas. Tenho certeza que terminara? com um quentinho no corac?a?o e uma nova personagem pra chamar de favorita. E algumas la?grimas derramadas. ?
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Obrigada pela indicac?a?o amiga @sandrapchaves Ja? quero outros.

??Agora e? com voce?s. Ja? leram algo do autor ?!


https://www.instagram.com/p/CF9-eKXDq_u/
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