O Cortiço

O Cortiço Aluísio Azevedo




Resenhas - O Cortiço


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Paulo 04/10/2012

Este foi um daqueles livros que fui obrigado a ler quando criança, e que desmotiva qualquer um a ser leitor, Não sei por que as professoras de português e literatura fazem as crianças lerem este tipo de livro, isso tira qualquer incentivo a leitura que a criança possa ter. Não que seja ruim, porem possui uma linguagem muito arcaica e difícil, convenhamos, uma criança lendo isso é bem complicado, por isso o odeio até hoje.
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Wallace 20/12/2012

Gosto não se discute, não é?
Sinceramente, detestei!!!
Cara, que livro mais chato!! Comecei a ler porque estava com vontade de ler um clássico pois costumam ser livro que tocam na alma... Mas que decepção!!
No começo eu não entendia nada do que lia. Parecia um outro idioma! Não só pelo fato de o autor usar um linguajar extremamente rebuscado, mas pela confusão de ideias e até alguns erros de digitação da editora que ajudaram a dificultar mais ainda a minha leitura. Só li até o final por ser um livro curto.
Quanto a história, é tudo muito confuso. É muita baixaria e pouco sentido. Os personagens não são bem construídos e as falas são confusas e pobres.
O final não fez nenhuma sentido pra mim, talvez por eu não ter conseguido prestar muita atenção no livro... Estou acostumado a ler clássicos, mas esse me fez sentir burro!!
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Clarinha 13/02/2020

Superou totalmente minhas expectativas, apesar de ter demorado um pouco para empolgar com a leitura (poderia ser facilmente resumido em algumas partes). Incrível e o final me surpreendeu muito.
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Biiah-chan 01/04/2013

O Cortiço
Desgraçado. A qualquer momento que você me perguntar o que eu achei do livro naturalista O Cortiço de Aluízio de Azevedo, escrito em 1890 eu irei responder apenas: Desgraçado!

Acham que eu sou exagerada? Então vamos lá: O livro retrata a vida de um cortiço do Rio de Janeiro do século XIX junto com todos os seus problemas sociais, os personagens são formados de mulatos, negros, burgueses e portugueses e são comparados a animais. A intenção de Azevedo era fazer uma crítica coerente de uma realidade corrompida, combatendo a degradação causada pela mistura de raça.

O romance contém muitos personagens, todos são importantes, mas nenhum é o principal, se você analisar bem, o próprio cortiço é o centro de tudo, a construção é o personagem principal!

A narração começa falando de João Romão, um português ganancioso que engana uma escrava, a Bertoleza que vira sua amante e trabalha com ele de domingo a domingo sem descanso. Com essa exploração ele junta muito dinheiro e constrói um cortiço com cem casas. Como nada é perfeito surge à figura de Miranda, um comerciante rico que quer comprar o cortiço para aumentar o seu quintal, sua riqueza causa inveja em Romão que trabalha muito mais que antes para ter mais dinheiro que o primeiro e os dois acabam virando inimigos.

O tempo passa e Miranda vira um barão, João Romão percebe que não adianta ter só mais dinheiro, tem que também ter uma posição social de importância. Logo começa a cuidar mais da aparência usando roupas finas, frequentar teatros e eventos sociais aproximando-se da família de Miranda. No cortiço a vida corre na simplicidade, com sambas noturnos e barulho. Dos moradores, destaca-se Rita Baiana, uma mulata que ama festas e é namoradeira e Jerônimo, um português que mora com sua esposa e uma filha que vive em um colégio interno. A transformação desses dois começa quando ele se encanta por ela e passa de um trabalhador, fiel e que sabe controlar o seu dinheiro para o típico malandro brasileiro.

O cortiço sofre um incêndio e João Romão o constrói novamente, porém agora mais voltado para a classe média, o lugar perde a visão desorganizada e miserável e recebe o nome de Vila João Romão. O proprietário recebe finalmente o título de barão e supera Miranda definitivamente na riqueza. Assim, ele surge o interesse de se casar com a filha do Miranda, mas lembra-se de Bertoleza, que se torna um grande empecilho. Além de ser sua amante ainda trabalha incessantemente nos negócios dele. A negra percebe os truques de Romão e exige usufruir também de todos os bens possuídos. Lembra que eu disse sobre ele tê-la enganado? Pois o salafrário, vendo seus planos pessoais destruídos, denuncia a escrava fugida para a família que vai a busca da pobre, que vendo toda a situação finca a faca com a qual cortava peixe em seu ventre, cometendo suicídio e deixando o caminho livre para o novo casamento de Romão.

E essa é só uma das muitas outras desgraças que acontecem. Você acompanhará o cientificismo, a miséria, crimes, adultérios, dilemas sociais, sexuais e desejos carnais. Nesta obra, Aluízio quis apresentar questões pertinentes que o Brasil carrega em sua história, como a desigualdade social, o pobre e o rico morando lado a lado, a vivência do explorador com o explorado, o livro é muito mais do que um romance naturalista. Uma surpresa a cada página, ânsia em ler logo, devorar o texto, impressionante como você sente emoções de acordo com cada personagem, é uma leitura que vale muito a pena.

Mais resenhas: http://www.queridaprateleira.com.br
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Marcus 19/03/2020

Nesse clássico da literatura brasileira acompanhamos o cotidiano de um Cortiço no Rio de Janeiro, com suas várias famílias cada uma com seus próprios dramas. Livro incrível, recomendo bastante. Quero fazer uma menção honrosa a participação dos bombeiros já que é minha profissão kkkkk, to puxando um pouco da sardinha para o meu lado kkk. Leiam.
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Alexandre 14/01/2020

Raio-x que impressiona pela atualidade
Adorei o estilo de Aluísio Azevedo. Este é o primeiro livro dele que leio. É um raio-x de nossa sociedade, mostrando todas as vilezas e hipocrisias que pairam sobre nossa realidade. A estratificação da sociedade é perfeitamente retratada. Os preconceitos (portugueses x brasileiros, brancos x negros, carolas x libertinos, ricos x pobres, polícia x favelados...). Está tudo nesta obra. Recomendo muito a leitura. O final me deixou tomado por um forte sentimento de injustiça, como afinal é a vida. Romantismo passa longe, afinal a obra é um dos ícones do Realismo-Naturalismo, que aliás, para mim faz todo o sentido. As descrições dos personagens em suas animalidades são incríveis. Nota 10 para essa grande obra de nossa literatura.
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CarlosLopes2506 07/08/2017

Dramas humanos bem escritos, mas de forma pessimista.
Bem, é importante observar que se trata de uma obra basilar do Naturalismo no Brasil, estilo que, ao meu ver, é pessimista e exagera na dose de imperfeições (sobretudo morais) dos personagens. O autor cria e, no final, destrói praticamente todos os personagens do Cortiço... Será uma espécie de vingança por ele ter sido estigmatizado pela sociedade da época (seus pais não eram casados) e isso tenha gerado uma revolta pessoal contra os padrões sociais??
O cara insere um caminho de prostituição, roubo, assassinato, adultério, aborto e outras atrocidades no destino dos personagens, como se eles não tivessem uma escolha nos rumos a tomar, diante das contingências e dificuldades que surgem em suas vidas, e fossem escravos dos aspectos biológicos, históricos ou sociais do meio em que viviam. Parece até que todo mundo vive num cio incontrolável...
Ele generaliza e exagera algumas realidades, como por exemplo, ao criticar o Capitalismo, sugere que todo capitalista é desonesto: "...como todo o mercador, a explorar a boa-fé de uns e o trabalho intelectual de outros."
É importante, entretanto, ressaltar o quanto o Aloísio Azevedo tem maestria na forma de escrever. Lemos muitos trechos em que o autor expressa as suas ideias de forma magnífica!
A estória se passa num cortiço construído por um português desonesto, aproveitador e muito ambicioso. Lá estão os principais personagens e suas realidades "escravizantes". É muito interessante essa "novela", que prende bem o leitor, como ponto de reflexão sobre os dramas humanos. Apesar dos exageros citados e do final cruel para quase todos os personagens, gostei bastante do livro e da forma do autor expressar as suas ideias.
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Karina 07/03/2020

O livro é no iniciado contando a história de comerciante que se junta a uma escrava e com muito trabalho duro de ambos e alguns roubos e falcatruas, vão expandindo construções em seu terreno e assim criam um cortiço. O autor narra a vida de várias pessoas moradoras desse cortiço e principalmente do cotidiano vivido lá. Trata também de assuntos como portugueses que vieram para o Brasil e o "abrasileiramento" destes. A obra é recheada de ambições por uma vida melhor, por títulos de nobreza, inveja e traições.
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Juliana 27/09/2012

O Cortiço-Aluizio Azevedo
O Cortiço (1890), expressão máxima do Naturalismo Brasileiro,apresenta como personagem principal João Romão, português ambicioso ao extremo e que tem como objetivo,enriquecer a qualquer custo.Para isso não mede esforços,se sacrificando e explorando os outros.Ele é dono de uma venda e tenta enriquecer,da forma mais mesquinha,sempre tirando proveito de todos,principalmente de Bertoleza,uma escrava fugida,que primeiramente frita peixes e vende na vendinha de João Romão e após,vira sua amante.Apaixonada,ela entrega todas suas economias para ele,pois acreditava que ele iria comprar sua carta d alfourria e viveriam juntos,como marido e mulher.E é com esse dinheiro que ele compra o cortiço que dá nome ao livro.E assim surge a vida de personagens secundários,mas extremamente importantes ao livro.A vida de pessoas pobres,que moram em um cortiço,mas que,apesar das dificuldades,são felizes,ou fazem o máximo para sê-lo.Cada personagem vive um drama na vida,uma realidade ora cruel,ora adorável,mas totalmente verdadeira.O rumo que cada vida torna é surpreendente.A máxima metáfora do capitalismo selvagem....
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Fê Gaia 15/02/2010

Realidade
Talvez esse livro choque muitos leitores, mas o considero fundamental para quem quer conhecer a essência do pensamento daquela época (final do século XIX). É um livro carregado de preconceitos, sobretudo de racismo, mas que descortina a realidade de uma época em que o pensamento escravocrata continuava enraizado nas pessoas a despeito do movimento abolicionista atuante e ao mesmo tempo hipócrita.


brunoazevedo 10/02/2010

Animal!
O livro é ótimo pois mostra muitos costumes e pensamentos das pessoas do século XIX, e é perfeito como o autor colocou o Cortiço mais como um personagem do que como uma paisagem da história; o Cortiço é o protagonista da história. E o que mais me agradou foi a comparação, típica do naturalismo, que é feita com os personagens. Estes são animais como todos os outros do reino Animal.
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André Goeldner 08/03/2010

MUITO BOM
Tem muito de comportamento humano e história.
Gostei demais.
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Arterial 27/03/2020

?O Cortiço? foi um livro inovador para mim, meu primeiro contato com uma obra naturalista.

O livro nos mostra o cotidiano de um leque de personagens moradores de um cortiço, cada um com suas notáveis características e seus contratempos.

Com a evolução surpreendente de cada personagem, o livro traz um final imprevisível e me conquistou.
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Raquel Holmes 26/07/2010

Lixo!
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