Wild Cards: O começo: 1

Wild Cards: O começo: 1 George R. R. Martin




Resenhas -


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Aécio de Paula 18/02/2020

Wild Cards: O começo. (volume 1)
(Releitura pela editora da SUMA). Para mim, essa é uma das séries de fantasia mais doidas que li até agora. Eu quase abandonei esse primeiro livro, pois fiz uma leitura apressada e achei chata. No meu entender, não é uma leitura para ser devorada, em uma assentada, mas lida de pouquinho, fazendo notas e digerindo toda aquela fantasia. É uma série composta de vários escritores de peso, cada um escrevendo um pedaço, ou conto, e o George R.R. Martin edita tudo e contextualiza. Acho legal esse jeitão descolado e desinteressado das narrações. Preguiça? Como se os escritores dissessem, antes de dormir, de pijama “vou escrever essa porra!” E lendo, falei várias vezes: Que grande **** isso aqui! Do tipo, uma mulher que se incorpora em um vagão de trem. A série é sobre um vírus alienígena que cai sobre os céus de Nova York. As pessoas sofrem mutações das mais bizarras possíveis. Esse é o primeiro da série Wild Cards, publicado pela editora Suma. Fiz uma releitura, pois eu já o li pela Editora Leya. O ruim dessa série ter trocado de editora é que na Leya já tinha sido publicado até o volume 9, e na Suma vai começar desde o início.
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Naty 13/03/2020

Presenciei inúmeras resenhas negativas da edição anterior deste livro. Estava bem ansiosa para ler quando lançou pela editora Leya. Imaginei que minha opinião sobre ele seria diferente da grande massa. Antes, o livro nada mais era do que um amontoado de autores com uma série de contos e, muitos, deixaram a leitura arrastada. Nesta edição atual, algo mudou.

Um vírus alienígena atinge a Terra logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, algumas pessoas com poderes incríveis ou deformidades abomináveis, e transformando para sempre o rumo da história. Os que possuem superpoderes físicos ou mentais são chamados de ases, enquanto as pessoas afligidas com habilidades ou características bizarras são denominadas curingas. Como sempre, existem aqueles que usam seus poderes para beneficiar a sociedade, enquanto há outros que apenas se preocupam em benefícios próprios.

O livro conta a história da humanidade, quando um meteoro atinge Nova York e libera um vírus alienígena. Esse vírus é chamado de Carta Selvagem e tem o poder de alterar o DNA dos seres humanos matando 90% dos que têm contato com ele. Ainda, 9% dos indivíduos acabam sofrendo mutações e possuindo poderes sobrenaturais.

A humanidade tem o objetivo de recuperar seu equilíbrio. Enquanto ases viram heróis nacionais e estrelas de cinema, os curingas são marginalizados e relegados à miséria. No entanto, nem todo ás usa seu poder para o bem, e no Bairro dos Curingas os ânimos estão esquentando – e uma revolta parece prestes a explodir.

Wild Cards dá início à série editada por George R.R. Martin. Não é novidade para ninguém quem ele é e o que ele já fez (e ainda faz). Acredito que esse fator seja predominante para a editora estampar tão grande o nome dele na capa do livro. É exagero? Você pode até achar que sim, eu particularmente não suporto nome de autores maior do que o título do livro, mas entende-se a jogada para chamar atenção.

Tive a oportunidade de ler a obra anterior, como disse, e percebi claramente a diferença no texto. Martin apenas edita o livro que foi criado por outros autores de ficção fantástica, mas é possível notar um avanço na qualidade da obra. Antes, a história apresentava uma quebra no ritmo da leitura, acabava deixando o leitor desgastado e cansado. Por ter muitos autores, grande parte da obra, na primeira edição, ficou desconexa, o que não acontece neste. Talvez pelo fato de apenas um autor ter editado (e que autor!), as coisas mudaram de rumo e tudo passou a se interligar mais, a casar os personagens e abraçar a trama.

Outro ponto positivo que achei incrível foi a ideia para a criação do livro elaborada por Martin. O intuito era criar um universo semelhante a um jogo de RPG. Os que jogam, certamente, irão se interessar pela obra desde o início. No meu caso, nunca joguei, mas tenho um pouco de conhecimento e acho interessante, pretendo jogar um dia. Essa obra é um grande incentivo para quem nunca embarcou nesse universo.

site: http://www.revelandosentimentos.com.br/2020/01/resenha-wild-cards.html
Angela Gabriel 13/07/2020minha estante
Ruim quando algo com tanto nome, acabe não se tornando aquela obra marcante. Acho que vai muito também de ler o nome de George ali. rs Sendo que ele apenas editou o livro.
Ficção científica já não é algo de fácil entendimento e se não for bem escrito, pior ainda!
Não digo que não lerei,mas ao menos, vou saber onde estou entrando.. rs
Beijo


Michelle 18/07/2020minha estante
Nem sempre nome e fama do autor tornam o livro bom não é?




A menina que comia livros 23/07/2020

Um mix de estilos
Um livro muito bom com histórias incríveis. Uma mistura de ficção científica, suspense, um pouco de terror, fantasia, pitadas de politica e religião. E o medo e preconceito ao diferente. O livro gera uma mistura de sentimentos em que você em muitas vezes não sabe quem é o mocinho ou o bandido. Mas o final de cada história é sempre surpreendente.
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Kari 24/11/2019

Confesso que o que mais me chamou atenção foi obviamente o nome do autor, afinal George R. R. Martin é um nome amplamente conhecido por sua desenvoltura e escrita que conquista e arrasta muitos leitores!


Falando um pouco sobre o que li:


Uma espécie alienígena resolve que vai testar sua mais nova arma biológica na terra, com isso um criminoso acaba interceptando a arma e ameaçando a cidade de Nova York e como em toda jornada onde temos um antagonista temos um adversário que é nosso mocinho e tenta salvar o dia; se trata de um herói da Segunda Guerra Mundial; mas com todos os esforços, em 1946, um vírus chamado Wild Card foi liberado nos céus de Manhattan mudando tudo para sempre!


Cerca de 90% dos infectados morreram instantaneamente, enquanto 9% desenvolveram deformidades que os incapacitam ou anormalidades que ficaram conhecidas como "curingas". Apenas 1% desenvolveu poderes raros como dos super heróis dos grandes quadrinhos e HQs, e assim surgem aqueles que são conhecidos como "ases". Com isso tudo o governo americano resolve usar esses superdotados com propósitos específicos de interesse pessoal, e claro que de alguma forma o tiro as vezes pode sair pela culatra, enquanto os "ases" foram reconhecidos e tornaram-se "especiais", os "curingas" enfrentam desafios inimagináveis para provar a si mesmos e terem também reconhecimento e valia.


Bom, o livro tem uma pegada interessante e ao ler eu descobri que ele foi escrito por vários autores amigos de George Martin famoso por sua série Crônicas de Gelo e Fogo e parece que temos um jogo também baseado nesse livro.


O livro nos apresenta e nos trás nomes como Roger Zelazny, conhecido por sua obra Amber e Senhor da Luz, ele nos conta a história de Croyd que possui poderes que se alteram sempre que ele dorme e pelo que vi, hibernar significa uma grande alteração em seus poderes e com isso nos mostrando que é possível que Nova York tenha se adaptado ao vírus. Quem conta a origem de tudo é Howard Waldrop e essa parte é super interessante e necessária para a ambientação nesse enredo de ficção!


Todos os personagens que pude conhecer nessas páginas foram interessantes, bem delineados e tiveram uma ambientação maravilhosa! Eu sempre fico bem dividida quando se trata de livros com essa pegada alienígena e alguma vezes, como em Wild Card, posso dizer com prazer que li algo intrínseco e muito bem construído! Cada autor que fez parte dessa obra, conseguiu entregar, juntos, um enredo digno e plausível! Estou em êxtase por ter lido algo do gênero que realmente valeu muito meu tempo!


Super recomendo!

site: http://www.alempaginas.com/
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