Os Robôs da Alvorada

Os Robôs da Alvorada Isaac Asimov




Resenhas - Os Robôs do Amanhecer


55 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4


Felipe Santana 15/02/2015

Simplesmente um dos melhores livros da série sobre robôs!
Francisco Abel 16/02/2015minha estante
Achei a coletênea do Asimov em ePub, mas vou esperar a Aleph lançar, na época demorou quase 30 anos pra ele lançar esta continuação, por que não esperar um pouco.


Felipe Santana 18/02/2015minha estante
hehehe. verdade... eu to louco pra ler o próximo, mas vou esperar eles lançarem também!


Katia Albus 15/04/2015minha estante
Sorte que eu li no formato ebook... Me mataria se pagasse um preço absurdo por este livro.


luizcjs 13/01/2016minha estante
pelos a capa salva kkk




Fred 05/04/2019

Bom D+
Ao terminar essa trilogia, me deitei na cama olhando pro teto me perguntando: "Por quê a @editoraaleph não publica o restante dessa saga? Por quê, Aleph, por quê?"
Sério, caras... Essa trilogia sobre os robôs não são o bastante.

Depois de terminar Sol Desvelado, peguei Os Robôs da Alvorada com a expectativa lá nas galáxias. Eu sabia que o bom doutor não iria, não poderia me decepcionar. Comecei a ler e logo que foi explicado qual seria o novo assassinato que o Elijah teria que investigar, pensei: "Huumm esse velho tá de sacanagem comigo. A mesma situação do livro anterior? Um crime onde só havia um suspeito, mas que seria impossível desse mesmo suspeito cometer tal crime?" E foi isso mesmo. Mas é aí que você vê a genialidade de um cara que escreveu mais de 500 livros.
Inicialmente ele pegou a mesma lógica, mas no decorrer ele foi inserindo tanta ideias e soltando várias dicas sobre o assassinato que cada capítulo novo, era um "puta que pariu 😲" e um suspeito diferente na minha cabeça.
Aqui tb você consegue sentir carisma não só pelo Elijah e o robô Daneel (que nesse livro ficou um pouco mais apagado), mas por quase todos. Quer dizer, carisma por alguns e raiva por outros. Em vários momentos eu soltava um "chupa essa, seu otário" 😂. O final novamente foi genial e apesar de ser com um "final feliz", meus pensamentos foram os de sempre qdo se fala em robôs super inteligentes: Tudo termina em Skynet.
🌟🌟🌟🌟🌟 ❤
5 estrelas e favoritado
Luan 03/10/2019minha estante
?tima resenha!!! Mas estou com uma dúvida! Se souber e quiser me ajudar, por favor: essa não é uma quadrilogia restanto a Aleph publicar o quarto título: os robôs e o império?


Fred 04/10/2019minha estante
Que bom que gostou Luan! =)
Sobre o livro, realmente existe um 4º, mas sem contar com a presença do Eljah Baley, já que essa nova história se passa 200 anos a frente.
Eu não sei pq a Aleph não quis publicar já que a história parece ter uma boa ligação com o 3º livro, além do fato da protagonista ser a Lady Gladia, personagem importante nos livros anteriores.
Depois de zerar essa trilogia, li Pedra no Céu, O Fim da Eternidade e os 4 primeiros livros da Fundação e até o momento não notei nada que faça referência a esse 4º dos Robôs, então talvez vc não precisa ir atrás dele pra entender algo futuramente. Já os que citei acima, acho legal conferir na ordem que falei pois existem menções deles em livros da Fundação, principalmente O Fim da Eternidade.


Luan 06/10/2019minha estante
Pow, bom saber... farei isso então, mto obrigado!




Beto | @beto_anderson 01/04/2021

Bom, mas...
Até agora foi o que eu menos gostei da série. Achei que algumas cenas se estenderam além do necessários, com descrições, falas e pensamentos que em nada contribuíram para a história. Isso me desanimava na leitura por algumas vezes. A relação dos Elijah e do Daneel teve menos enfoque desta vez. O solução do problema foi interessante e não me passou pela cabeça.

site: https://www.instagram.com/beto_anderson/
Paulo Carvalho 06/04/2021minha estante
Eu adorei esse livro, mas acho que, como você, senti falta de mais interações entre Baley e Daneel - que foi o que me agradou muito nos dois anteriores.


Beto | @beto_anderson 06/04/2021minha estante
Espero que isso seja mais presente no quarto livro.




Katia Albus 15/04/2015

O pior livro do mestre Asimov
Os Robôs do Amanhecer foi uma grande decepção. Eu esperava muito mais do autor que pode ser considerado um gênio no que fez. Enquanto seus outros livros são cativantes, envolventes, este não merece outro adjetivo que não seja "maçante".
A trama se desenvolve de maneira arrastada. Descrições e diálogos desnecessários se alternam com uma monotonia quase insuportável. Durante o livro todo não acontece quase nada além de conversas jogadas fora em mesas de café da manhã. A trama toda caberia em 50 páginas, sem desmerecer a capacidade descritiva de Isaac Asimov.
Os Robôs do Amanhecer traz com clareza uma necessidade de encher muitas páginas com nada que some de fato ao enredo. É quase estranho notar isso em Asimov, mas infelizmente acontece neste livro em específico.
As últimas 10 páginas são as únicas que trazem algum valor à mitologia robótica de Asimov e, mesmo assim, o livro termina deixando a impressão de que não precisava ter sido escrito.
Leitura não recomendada, e com tradução que tentou "inovar conceitos", mas acabou descaracterizando o Mestre. Pelo preço da nova edição, vale mais comprar uma edição antiga num sebo.
luizcjs 13/01/2016minha estante
tenho que concordar, 70% livro é inútil, não fala de nada interessante, além de estar cheio de estereótipos sobre mulheres. so o final que salva mesmo.


Katia Albus 13/12/2016minha estante
luizcjs, adorei seu comentário. É verdade, Asimov pisou na bola com este livro. Se arrancarmos 70% das páginas dele, ainda assim o enredo continua exatamente o mesmo.




Rafael 03/05/2019

Ficção científica + Investigação policial
Asimov termina a sua trilogia de ficção científica e investigação policial de maneira magistral. Uma grande trilogia para os fãs dos dois gêneros.
Luan 02/10/2019minha estante
Boa tarde! Essa série não é uma quadrilogia, restando o livro os robôs e o império?


Lucas Bacelar 06/11/2019minha estante
É




Fabio Shiva 30/08/2010

Palmas para o bom doutor, que ele merece!
Isaac Asimov é o Rei da ficção científica! Tanto quanto Agatha Christie é a Dama dos romances policiais. O Rei e a Dama se equivalem ao transformar a leitura de um livro em um jogo delicioso, tão inteligente e instigante quanto uma boa partida de xadrez!

Li pela segunda vez esse clássico supremo da FC (“The Robots of Dawn” no original). Por onde começar a elogiá-lo?

Decidido a provar que era possível escrever uma “ficção científica de mistério”, ou seja, uma mistura entre os gêneros da FC e do romance policial, Asimov escreveu “As Cavernas de Aço”. Para mostrar que o sucesso que o livro alcançou não foi por acaso, ele escreveu uma sequência, “O Sol Nu”, ainda melhor. E trinta anos mais tarde, finalmente, o encerramento da trilogia (sempre rola uma trilogia em FC, faz parte do status de “clássico”): “Os Robôs do Amanhecer”. Chave de ouro!

As três aventuras são estreladas pelo detetive terrestre Elijah Bailey e seu parceiro espacial, o robô Daneel Olivaw. A primeira história acontece na Terra, onde há um excesso de seres humanos e poucos robôs. A segunda história ocorre em Solaria, onde há pouquíssimos seres humanos e muitos robôs. E o encerramento se dá em Aurora, onde há um suposto equilíbrio entre o número de robôs e de seres humanos.

É isso o que justifica o inusitado crime que move a trama: um roboticídio! Como é possível um robô ser assassinado, se a rigor ele nunca esteve vivo?

E é assim que o bom doutor vai contando sua excelente história de detetive ambientada em um cenário espacial, com algumas ideias muito interessantes como pano de fundo:

“(...) há leis que governam o comportamento humano, assim como as Três Leis da Robótica governam o comportamento robótico; e a partir dessas leis talvez se possa lidar com o futuro, de certa forma – algum dia. As leis humanas são bem mais complicadas que as leis da robótica e eu não faço ideia de como elas podem ser organizadas. Elas podem ser de natureza estatística, de tal forma que só sejam adequadamente expressadas em imensas populações. Elas podem ser fracamente ligadas, de tal forma que não façam sentido a não ser que essas imensas populações desconheçam a operação das leis.”
Lendo esse livro, eu fiquei pensando no robô feito homem, ou seja, na questão da inteligência artificial. E também pensei no homem feito robô, no quanto há de programado e previsível em nosso comportamento.

Quero registrar também que com esse livro Asimov fechou um tremendo arco de histórias escritas ao longo de décadas. Suas duas sagas principais, a dos robôs e a da Fundação, são ligadas por essa incrível história, cujo final é deveras surpreendente! A história policial não fica em segundo plano.

Cara, como é bom ser fã de Asimov!

(03.04.10)
Julio.Cesar 31/01/2016minha estante
Resenha tão boa quanto a obra, e realmente, quando li a série Fundação até Fundação e a Terra, fiquei espantado, porém com muitas dúvidas, e depois de ler a série dos Robôs tudo se esclareceu.

(Cara, como é bom ser fã de Asimov!)²




R. Mesquita 30/12/2015

Só reli 5 vezes
Último da série Cavernas de Aço!
Muito bom, com um enredo bem interessante. Veja bem, para os que acharam arrastado, acho que esses nunca leram ficção científica de verdade. Isso sem falar que Asimov tem uma das melhores narrativas que já vi.
A história conta a última aventura do detetive Elijah Baley. Um detetive da Terra que é chamado para desvendar o assassinato de um robô. O enredo, claro, não é apenas isso. Mostra também a evolução da sociedade dos Espaciais dentre outras coisas.
Eu não senti falta dos outros livros ao lê-lo, mas os outros também valem e muito a pena. Para os que gostam de uma boa investigação é um final surpreendente, garanto que não vão se arrepender.
PS: Eu duvido alguém descobrir que é o assassino haha
Lane @juntodoslivros 05/04/2016minha estante
Oi.
Esse não é o último livro. Ainda tem "Os Robôs e o Império", quarto e último da série do Robôs. Não sei se a Aleph vai manter esse mesmo título. ;)




Vinicius Nathan 20/09/2020

É um pouco triste saber que esse livro encerra as histórias de Elijah Baley e seu amigo R. Daneel Olivaw, ficando com aquele sentimento de saudade, mas também sem deixar pontas soltas. Como sempre a narrativa do livro agrada, com um bom mistério que a princípio é realmente impossível de ser resolvido.
Anselmo_ 20/09/2020minha estante
Tem mais um, meu amigo. Aleph já tem ele praticamente feito, só faltam tratar de alguns pormenores (se não me engano é sobre direitos).
Leia A Fundação quando puder...




MarceloBighetti 19/08/2010

Mais uma releitura após quase duas décadas. Neste livro Asimov torna o detetive Elijah Baley um pouco mais humano, mostrando um lado não explorado nos livros anteriores. Além de explorar o lado masculino deste herói, vemos através da personagem Gladia os resultados negativos de uma sociedade individualista sobre um ser humano. Claramente é discutido a polêmica sobre os preconceitos raciais, e muitas vezes os que se consideram discriminados são os que no íntimo germinam um peconceito ainda maior. Além da individualidade de um terráqueo e de uma espacial, ambos rejeitados pelas sociedades modernas, o universo das massas galáticas é ampliado grandemente nesta novela. Os primeiros indícios dos alicerces da série Fundação são pincelados levemente.

Além de explorar o íntimo do ser humano, a relação homem/máquina é mostrada explicitamente nos fazendo refletir sobre nossa própria época de desenvolvimento e todas as facilidades tecnológicas que temos. Um excelente convite à ponderação concernente a humanidade que cada um temos e que muitas vezes se esconde nas cortinas da nova era.
comentários(0)comente



Leo 10/09/2012

Gênio
Isaac Asimov é o mestre do gênero! Na 'criminalidade' Agatha Christie não tem comparação, mas a questão tode de ficção científica, Isaac Asimov se destaca mais uma vez.
Recomendo.
comentários(0)comente



Jose R 23/03/2013

Mais um belo trabalho de Asimov.
Trabalhando com os mistérios de um mundo cheio de robos, cria um crime que faz com o detetive Elija Bailey tenha que ir àquele mundo de pessoas estranhas que detestam a humanidade do planeta Terra e seus costumes.
O leitor é posto em xeque a todo instante, se perguntando se Bailey irá desvendar o caso ou não, fato que só é revelado nas páginas finais. A revelação é tão grande e improvável que é impossível não parabenizar o escritor por mais uma obra prima.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Tipo Coelhos 18/05/2016

Acabei de ler "Os robôs da Alvorada" e estou com aquela perplexidade pós livro.
Conheci Asimov em 2012, de um jeito que os fãs mais...clássicos, assim por dizer, desdenhariam: por conta do filme homônimo com a obra "Eu, robô".
Sim, eu adooorava o filme (ainda gosto!), é bem do jeitinho que eu gosto, com porrada, explosões e futurista.
Eu entendo depois de ler o livro, porque a galera detesta: não tem absolutamente NADA a ver com ele, só leva o nome e as três leis da robótica, porque de resto, é totalmente contra os princípios do Asimov que é a "demonização" assim por dizer, dos robôs.
É mais do que natural do instinto humano achar que a qualquer momento os robôs podem se virar contra a gente, tal como o monstro de Frankstein e o próprio filme, mas nada, absolutamente nada nas obras que conheço de Asimov chegam perto ou permitem essa possibilidade.

Eu, robô é um livro de nove contos que nos permite conhecer um pouco dos robôs e do funcionamento das leis da robótica. Nunca fui muito fã de contos mas estes me ganharam, me levando pra próxima leitura, que foi Fundação. A mais aclamada e talvez mais conhecida obra dele. Honestamente...não é a minha favorita, não acho que entrei no espírito da coisa e vou tentar ler novamente esse ano, pra conseguir matar a trilogia (ou sextologia?).
E então...li o "o Fim da Eternidade". Um dia faço um post exclusivo sobre este livro, mas ele se tornou o meu favorito do autor e um dos meus favoritos da vida toda. É um livro fantástico, fora de série!

E finalmente chego na série da resenha, que é a série dos robôs: Caverna de aço, O sol desvelado e enfim, Robôs da alvorada.
Não é necessário ter lido nada do Asimov antes ou ter conhecimento mais do que simples das leis da robótica (que tem atrás da capa de todos os livros)

Comprei cavernas de aço despretensiosamente esperando por um pouco mais das sensações que tive com "O fim da eternidade" e me supreendi. Aborda ooouutro tema, mas é igualmente excelente.

Cavernas de aço fala sobre Elijah Baley, um detetive terráque e seu parceiro inusitado, o robô R. Daneel Olivaw.

A história se passa em um futuro tecnológico (?) em que a terra está super populosa e os humanos não habitam mais a superfície e sim vivem embaixo da terra, em "colméias" de aço e reclusos, ao passo que o universo está em expansão, com vários planetas habitados, com culturas e populações diferentes.
A relação da terra com suas ex-colônias, os Mundos Siderais, é crítica, visto que os Siderais não aceitam mais terrestres em seus planetas, cheios de preconceitos. Para piorar, os robôs estão "roubando" os trabalhos dos humanos, que mal tem condições de sobreviver. E nessa panela de pressão acontece uma situação crítica: um Sideral é assassinado na terra.
O investigador Elijah Baley é chamado para resolver o caso e enquanto tem de lidar com a responsabilidade de descobrir quem está por trás do assassinato do Sideral, tem que aprender a lidar com seus próprios preconceitos, visto que os Siderais mandaram nada mais que um robô, o R. Daneel Olivaw, para ajudá-lo neste caso.

A relação dos dois é simplesmente fantástica. Ao passo que tem aquela coisa gostosa de detetive (eu sou mega fã de livros policiais) tem todo um universo, com leis e culturas diferentes, os robôs com suas lógicas e aquela coisa humana de lidar com os preconceitos: os que as pessoas tem para com você e os que você tem. Os diálogos são gostosos e é um livro muito fácil, tanto que este primeiro eu li em um dia, devorando absurdamente.
Para minha sorte, tão logo eu acabei, ja tinha na mão o segundo para ler:

O sol desvelado.
Este conta de novo com a parceria Elijah/Daneel mas desta vez não se passa na terra e sim em um dos mundos siderais, Solaria, onde eles tem de desvendar o mistério do assassinato de um homem em que dos suspeitos um é um robô (logo, impossível) e o outro é uma pessoa que não estava (?) na cena do crime.
Mais uma vez: a escrita de Asimov é fantástica. Ela te ganha, não é difícil de compreender com termos absurdos de robótica e vai sutilmente te ensinando tudo o que precisa ensinar, afinal de contas, para o protagonista terráqueo tudo também é novo e a história e total do ponto de vista dele.
Acabei este também em um dia e desesperada para ler a sequência, que ia demorar pra sair.

E assim que "Os robôs da alvorada saiu" eu o comprei....e deixei encostado por 6 meses. É uma loucura, eu sei. Eu estava no momento em outro clima, completamente envolvida com Game Of Thrones, e não queria não estar no clima certo para ler Asimov, que merece toda dedicação e coração, e fiz certo.
Peguei ele agora, com a cabeça fresquinha e só pra variar, não desapontou em nada.
Novamente temos Elijah e Daneel, desta vez eles vão desvendar um crime em outro planeta Sideral, Aurora e a vítima é diferente das vezes anteriores: um robô. Eles precisam descobrir quem foi o real "assassino" evitando assim que o grande roboticista que criou os robôs humaniformes (com carinha de humano , diferente daquelas latas brilhantes que conhecemos) seja injustamente acusado.
Este livro é um pouco maior que os dois anteriores e não deu pra ler em um dia rsrsrs maaaas, mantém a mesma tensão que os anteriores.
Cada vez que pegava para ler não queria parar e quase perdi minha estação algumas vezes... me peguei rindo sozinha pois os diálogos e as reações de Elijah são muito boas e depois das outras leituras, você ja está afeiçoado a ele e a Daneel. Neste livro achei que o Daneel ficou um pouco mais apagado em relação aos anteriors, e senti um pouco de falta da relação interessante dos dois, mas a relação dele para com os Siderais e o quanto Elijah mudou sua mente do primeiro para este livro é impressionante.
Ouso dizer que ja estou com saudades dele. É muito triste quando você termina uma série, sempre acha que o escritor podia ter escrito mais uns 20 livros desses e ainda ia ser pouco.

É divertido, leve, intrigante. Se você gosta de uma boa história de detetive e de robôs, não vai se decepcionar de forma alguma com a série. É uma delicia seguir a lógica e o raciocínio tanto do Elijah quanto dos robôs e é difícil não se afeiçoar a ambos.
É a combinação perfeira de ficção científica com literatura policial como nunca vi igual.
A nota é 5 de 5 favoritadíssimo e só posso dizer: leia leia leia e não vai se arrepender.

ps* Quero MUITO viver pra ter um robô! será que rola? rsrsrs


site: www.tipocoelhos13.blogspot.com.br
comentários(0)comente



Grazi 05/01/2017

''(…) Mas talvez chegue o dia em que alguém elabore as Leias da Humânica e então possa prever os traços gerais do futuro; e possa saber o que poderia estar reservado para a humanidade, em vez de apenas adivinhar, como estou fazendo; e saber como agir para melhorar as coisas, ao invés de fazer especulações. Às vezes, sonho em fundar uma ciência matemática, que imagino como ”psico-história”, mas sei que não vou conseguir e temo que ninguém conseguirá.''


Em termos gerais, Os Robôs da Alvorada resgata personagens e situações parecidas dos outros dois livros da série, mas em abordagem completamente diferente. Asimov sabe bem como utilizar de todas as formas possíveis o mesmo personagem e ainda fazê-lo interessante. Temos aqui mais um livro com tom introdutório à minha amada série da Fundação e, por isso, se tornou mais um dos meus favoritos.

Eu tô com medo das minhas resenhas sobre livros do Asimov acabarem ficando repetitivas, porque a opinião é sempre a mesma. A qualidade não muda: é muita ciência, bem utilizada e bem explicada. Muita ficção bem fundamentada. Narrativa complexa, intrincada, mas fácil e gostosa de ler. Ao mesmo tempo que você fica perdido sem saber o que está rolando, você entende que está tudo conectado e vai pegando as migalhas deixadas no enredo que acabam se juntando e dando nos finais maravilhosos dignos de Asimov. Por mais que esteja acostumada às suas tramas e já consiga sentir o tom do enredo, eu nunca adivinho onde este homem vai chegar. A experiência de uma ”leitura Asimov” é sempre surpreendente.

Aqui, o autor revisita cenários de outros livros, principalmente de Eu, robô, jogada muito boa e que torna as leituras mais empolgantes. É sempre bom conseguir conectar uma história a outra. É mencionado também o conto d’O Homem Bicentenário, algo que eu não esperava. O mais legal é que eles nunca são citados levianamente. Se outro livro da cronologia do Asimov apareceu em um mais avançado no futuro, preste atenção, ele vai fazer mudar tudo na trama.

Que estranho! Todas as nossas lendas antigas se passam na Terra e, no entanto, elas não são conhecidas na Terra.

Os Robôs da Alvorada nos apresenta o mundo de Aurora, o mais poderoso dos Mundos Siderais. Baley, mais uma vez, é chamado pelo doutor Fastolfe para ajudar a investigar um crime. Só que dessa vez, é um crime estranho: um roboticídio. Jander, um robô humaniforme da classe do Daneel Olivaw, sofreu uma paralisia mental e parou de funcionar. A reputação do doutor Fastolfe é ameaçada por isto, pois está sendo acusado de cometer este ato em prol de forçar a sua visão das coisas: a de que a Terra deve ser responsável por colonizar o restante da Galáxia e não os Mundos Siderais. Os outros cientistas auroreanos são contra esta visão e primam por uma Galáxia explorada e colonizada por robôs humaniformes. Logo, Baley torna-se responsável não só por descobrir o verdadeiro culpado pelo assassinato de Jander, mas também de definir o futuro da Galáxia.

Temos o retorno de alguns personagens queridos aqui e aparecimento de outros que sabemos que terão um grande papel na trama de Os Robôs e o Império. Descobri aqui também a origem de uma das grandes surpresas de Fundação e a Terra. As discussões que se fazem aqui são as mesmas dos livros anteriores e os sentimentos também. A estranheza pelos costumes não só dos Terráqueos futurísticos, mas também dos auroreanos é bem forte. Asimov explora bem a possibilidade que tem de discutir a diferença entre culturas e o choque que elas causam, trazendo assim conflitos desnecessários.

Enfim, tive mais uma leitura incrível e indispensável não só para os amantes de Asimov e da ficção científica, mas também para vários estudantes universitários. Falando sério. Essa série dá muita discussão para inúmeras matérias de psicologia, história e sociologia. Eu adoraria que um professor meu utilizasse livros assim em aula😛

site: https://cantaremverso.com/2016/02/24/resenha-os-robos-da-alvorada-isaac-asimov/
comentários(0)comente



etsilvio 20/01/2018

Mais uma obra incrível do Asimov
Em mais uma investigação, o policial Elijah Baley precisa ir a Aurora desvendar o caso de um robô paralisado, considerado um "roboticício", segundo as palavras do investigador. Lá ele se depara com o Dr. Fastolfe, criador deste robô, que possui características humaniformes. Junto de seu antigo parceiro Daneel (também um robô humaniforme) inicia a investigação e interrogatórios para descobrir quem teria "assassinado" o robô Jander, e quais motivos levaram a tal crime. Nesse percurso ele reencontra personagens de outrora e descobre uma trama para impedir que os terráqueos conquistem a Galáxia.
comentários(0)comente



55 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4