Os Robôs da Alvorada

Os Robôs da Alvorada Isaac Asimov




Resenhas - Os Robôs do Amanhecer


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Um ~ Leitor 04/04/2020

Um grande mestre!
Esse foi o meu primeiro contato com as histórias do mestre Asimov. Extraordinário, pura e simplesmente, ele tem uma visão incrível da ficção, mesmo vivendo no século 20, eu fiquei de "queixo caído" diante de tanta maravilhosa! A história do nosso investigador e como vai resolvendo o caso me supreende, eu não esperava pelo final e fui mais do que surpreendida! Recomendo do começo ao fim!
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Katia Albus 15/04/2015

O pior livro do mestre Asimov
Os Robôs do Amanhecer foi uma grande decepção. Eu esperava muito mais do autor que pode ser considerado um gênio no que fez. Enquanto seus outros livros são cativantes, envolventes, este não merece outro adjetivo que não seja "maçante".
A trama se desenvolve de maneira arrastada. Descrições e diálogos desnecessários se alternam com uma monotonia quase insuportável. Durante o livro todo não acontece quase nada além de conversas jogadas fora em mesas de café da manhã. A trama toda caberia em 50 páginas, sem desmerecer a capacidade descritiva de Isaac Asimov.
Os Robôs do Amanhecer traz com clareza uma necessidade de encher muitas páginas com nada que some de fato ao enredo. É quase estranho notar isso em Asimov, mas infelizmente acontece neste livro em específico.
As últimas 10 páginas são as únicas que trazem algum valor à mitologia robótica de Asimov e, mesmo assim, o livro termina deixando a impressão de que não precisava ter sido escrito.
Leitura não recomendada, e com tradução que tentou "inovar conceitos", mas acabou descaracterizando o Mestre. Pelo preço da nova edição, vale mais comprar uma edição antiga num sebo.
luizcjs 13/01/2016minha estante
tenho que concordar, 70% livro é inútil, não fala de nada interessante, além de estar cheio de estereótipos sobre mulheres. so o final que salva mesmo.


Katia Albus 13/12/2016minha estante
luizcjs, adorei seu comentário. É verdade, Asimov pisou na bola com este livro. Se arrancarmos 70% das páginas dele, ainda assim o enredo continua exatamente o mesmo.




Marivaldo 08/07/2020

Sou suspeito para falar sobre qualquer coisa de Isaac Asimov. Assim como os outros livros da série, sua imaginação nos leva a um futuro muito interessante.
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Vanessa.Nunes 27/03/2020

Os Robôs da Alvorada
O detetive Elijah Baley é contratado pelo roboticista Dr. Fastolfe para viajar até Aurora (mundo exterior) para investigar um caso de roboticídio (nome dado para designar o desligamento de um robô). A vítima nessa história é um robô humaniforme chamado Jander Panell. Elijah precisa provar para as autoridades de Aurora que Fastolfe não tem culpa, sendo que o Dr e criador de Jander é o único que pode causar essa morte funcional. Baley tem que provar essa inocência para que sua carreira na terra não seja arruinada e que os terráqueos possam colonizar os mundos siderais.
Baley conta com a ajuda nessa missão do seu fiel amigo Daneel Olivaw e Giskard. O que Baley não espera é que o problema é mais complexo e que envolvem sua segurança e o destino da humanidade.



Para quem gosta de ficção científica, investigação, robôs e IA, este livro é uma ótima recomendação. Assim como as demais obras do autor Isaac Asimov.
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Cael 19/11/2020

Demonstrando uma profunda compreensão do ser humano, Isaac Asimov nos surpreende com mais um livro recheado de questionamentos, reflexões e críticas, tudo sem perder a excelente narrativa e seus personagens cheios de carisma, em especial os robôs. Falar mais do que isso já é dar spoiler e nada se compara com a emoção do leitor em descobrir as coisas por si mesmo em uma história de Asimov! Tenham uma excelente leitura!
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Roberto.Porto 02/10/2020

Robôs... O que são eles afinal?
Uma tentativa dos humanos de criar servos, ou servidores para as atividades que não desejamos fazer?

Neste livro, terceiro da série robôs de Isaac Asimov (e pelo que descobri recentemente não ser o último, então não é uma trilogia?), a história se repete, com o mesmo protagonista de sempre: Elijah Baley! Por Josafá!

Acompanhado novamente de seu fiel escudeiro, ou melhor, R. Daneel Olivaw, um robô humaniforme, um novo assassinato deve ser desvendado pelo terráqueo detetive Elijah. Mas na verdade quem parou de funcionar foi um robô, e não um humano, então o termo mais adequado neste caso seria "roboticídio"...

Porém, desta vez a história se passa em Aurora (no primeiro da série, "As Cavernas de Aço", se passa na Terra e no Mundo Sideral, depois no segundo, "O Sol Desvelado", em Solaria), e alguns dos personagens voltam a aparecer (como o renomado dr. Fastolfe, e a solariana Gladia).

Mas quem pensa que este romance policial de ficção científica é apenas sobre termos estranhos, como hiperonda, hiperespaço, espaçoporto, cérebro positrônico, aerofólio, e por aí vai...), está enganado... Várias discussões filosóficas aparecem sobre o modo de vida do ser humano, quer seja na Terra ou em supostos planetas de uma cultura muito diferente da nossa, com centenas ou milhares de robôs à disposição.

Para quem nunca pensou em se aventurar no gênero ficção científica, começar por Isaac Asimov seria um bom começo! Quem sabe você não consegue mais parar de ler? Boa leitura!
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Caio Timbó 24/02/2021

Um fim para uma introdução
Gostei de como ele utilizou esse romance para servir de ponto de partida de alguns conceitos utilizados em outros livros dele.
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Tipo Coelhos 18/05/2016

Acabei de ler "Os robôs da Alvorada" e estou com aquela perplexidade pós livro.
Conheci Asimov em 2012, de um jeito que os fãs mais...clássicos, assim por dizer, desdenhariam: por conta do filme homônimo com a obra "Eu, robô".
Sim, eu adooorava o filme (ainda gosto!), é bem do jeitinho que eu gosto, com porrada, explosões e futurista.
Eu entendo depois de ler o livro, porque a galera detesta: não tem absolutamente NADA a ver com ele, só leva o nome e as três leis da robótica, porque de resto, é totalmente contra os princípios do Asimov que é a "demonização" assim por dizer, dos robôs.
É mais do que natural do instinto humano achar que a qualquer momento os robôs podem se virar contra a gente, tal como o monstro de Frankstein e o próprio filme, mas nada, absolutamente nada nas obras que conheço de Asimov chegam perto ou permitem essa possibilidade.

Eu, robô é um livro de nove contos que nos permite conhecer um pouco dos robôs e do funcionamento das leis da robótica. Nunca fui muito fã de contos mas estes me ganharam, me levando pra próxima leitura, que foi Fundação. A mais aclamada e talvez mais conhecida obra dele. Honestamente...não é a minha favorita, não acho que entrei no espírito da coisa e vou tentar ler novamente esse ano, pra conseguir matar a trilogia (ou sextologia?).
E então...li o "o Fim da Eternidade". Um dia faço um post exclusivo sobre este livro, mas ele se tornou o meu favorito do autor e um dos meus favoritos da vida toda. É um livro fantástico, fora de série!

E finalmente chego na série da resenha, que é a série dos robôs: Caverna de aço, O sol desvelado e enfim, Robôs da alvorada.
Não é necessário ter lido nada do Asimov antes ou ter conhecimento mais do que simples das leis da robótica (que tem atrás da capa de todos os livros)

Comprei cavernas de aço despretensiosamente esperando por um pouco mais das sensações que tive com "O fim da eternidade" e me supreendi. Aborda ooouutro tema, mas é igualmente excelente.

Cavernas de aço fala sobre Elijah Baley, um detetive terráque e seu parceiro inusitado, o robô R. Daneel Olivaw.

A história se passa em um futuro tecnológico (?) em que a terra está super populosa e os humanos não habitam mais a superfície e sim vivem embaixo da terra, em "colméias" de aço e reclusos, ao passo que o universo está em expansão, com vários planetas habitados, com culturas e populações diferentes.
A relação da terra com suas ex-colônias, os Mundos Siderais, é crítica, visto que os Siderais não aceitam mais terrestres em seus planetas, cheios de preconceitos. Para piorar, os robôs estão "roubando" os trabalhos dos humanos, que mal tem condições de sobreviver. E nessa panela de pressão acontece uma situação crítica: um Sideral é assassinado na terra.
O investigador Elijah Baley é chamado para resolver o caso e enquanto tem de lidar com a responsabilidade de descobrir quem está por trás do assassinato do Sideral, tem que aprender a lidar com seus próprios preconceitos, visto que os Siderais mandaram nada mais que um robô, o R. Daneel Olivaw, para ajudá-lo neste caso.

A relação dos dois é simplesmente fantástica. Ao passo que tem aquela coisa gostosa de detetive (eu sou mega fã de livros policiais) tem todo um universo, com leis e culturas diferentes, os robôs com suas lógicas e aquela coisa humana de lidar com os preconceitos: os que as pessoas tem para com você e os que você tem. Os diálogos são gostosos e é um livro muito fácil, tanto que este primeiro eu li em um dia, devorando absurdamente.
Para minha sorte, tão logo eu acabei, ja tinha na mão o segundo para ler:

O sol desvelado.
Este conta de novo com a parceria Elijah/Daneel mas desta vez não se passa na terra e sim em um dos mundos siderais, Solaria, onde eles tem de desvendar o mistério do assassinato de um homem em que dos suspeitos um é um robô (logo, impossível) e o outro é uma pessoa que não estava (?) na cena do crime.
Mais uma vez: a escrita de Asimov é fantástica. Ela te ganha, não é difícil de compreender com termos absurdos de robótica e vai sutilmente te ensinando tudo o que precisa ensinar, afinal de contas, para o protagonista terráqueo tudo também é novo e a história e total do ponto de vista dele.
Acabei este também em um dia e desesperada para ler a sequência, que ia demorar pra sair.

E assim que "Os robôs da alvorada saiu" eu o comprei....e deixei encostado por 6 meses. É uma loucura, eu sei. Eu estava no momento em outro clima, completamente envolvida com Game Of Thrones, e não queria não estar no clima certo para ler Asimov, que merece toda dedicação e coração, e fiz certo.
Peguei ele agora, com a cabeça fresquinha e só pra variar, não desapontou em nada.
Novamente temos Elijah e Daneel, desta vez eles vão desvendar um crime em outro planeta Sideral, Aurora e a vítima é diferente das vezes anteriores: um robô. Eles precisam descobrir quem foi o real "assassino" evitando assim que o grande roboticista que criou os robôs humaniformes (com carinha de humano , diferente daquelas latas brilhantes que conhecemos) seja injustamente acusado.
Este livro é um pouco maior que os dois anteriores e não deu pra ler em um dia rsrsrs maaaas, mantém a mesma tensão que os anteriores.
Cada vez que pegava para ler não queria parar e quase perdi minha estação algumas vezes... me peguei rindo sozinha pois os diálogos e as reações de Elijah são muito boas e depois das outras leituras, você ja está afeiçoado a ele e a Daneel. Neste livro achei que o Daneel ficou um pouco mais apagado em relação aos anteriors, e senti um pouco de falta da relação interessante dos dois, mas a relação dele para com os Siderais e o quanto Elijah mudou sua mente do primeiro para este livro é impressionante.
Ouso dizer que ja estou com saudades dele. É muito triste quando você termina uma série, sempre acha que o escritor podia ter escrito mais uns 20 livros desses e ainda ia ser pouco.

É divertido, leve, intrigante. Se você gosta de uma boa história de detetive e de robôs, não vai se decepcionar de forma alguma com a série. É uma delicia seguir a lógica e o raciocínio tanto do Elijah quanto dos robôs e é difícil não se afeiçoar a ambos.
É a combinação perfeira de ficção científica com literatura policial como nunca vi igual.
A nota é 5 de 5 favoritadíssimo e só posso dizer: leia leia leia e não vai se arrepender.

ps* Quero MUITO viver pra ter um robô! será que rola? rsrsrs


site: www.tipocoelhos13.blogspot.com.br
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Luluz 19/03/2021

Não tão inovador, mas adorei
Pra mim é uma tarefa meio difícil falar dessa série de forma de imparcial. A forma que eu me apeguei ao Elijah, com todas as facetas humana dele, a evolução dele como personagem e investigador. Apesar dos três primeiro ter sido o meu menos preferido, não que isso o torne pouco espetacular. Mas achei meio lento inicialmente, o final sempre espetacular. E acho difícil a pessoa suspeitar de quem realizou o crime (quase impossível). Obrigado Isaac por toda essa experiência, cada vez mais apaixonado por tudo e com receio de pegar o último dessas saga. Aproveitem a leitura.
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Marcio 09/01/2021

A terra é o verdadeiro Mundo da Alvorada
Mas uma vez, ou seja pela terceira vez pois o livro é o terceiro da série dos robôs, e não perdeu em nada para os volumes anteriores, não perdeu o ritmo e nem a linha. O legal nesse número Isaac faz link claros e outros sutis nos seus trabalhos anteriores e também prepara alguns pontos para série fundação. A história em si um romance policial continua como os anteriores surpreendendo a cada página santo reviravoltas na história e na nossa mente.
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R. Mesquita 30/12/2015

Só reli 5 vezes
Último da série Cavernas de Aço!
Muito bom, com um enredo bem interessante. Veja bem, para os que acharam arrastado, acho que esses nunca leram ficção científica de verdade. Isso sem falar que Asimov tem uma das melhores narrativas que já vi.
A história conta a última aventura do detetive Elijah Baley. Um detetive da Terra que é chamado para desvendar o assassinato de um robô. O enredo, claro, não é apenas isso. Mostra também a evolução da sociedade dos Espaciais dentre outras coisas.
Eu não senti falta dos outros livros ao lê-lo, mas os outros também valem e muito a pena. Para os que gostam de uma boa investigação é um final surpreendente, garanto que não vão se arrepender.
PS: Eu duvido alguém descobrir que é o assassino haha
Lane @juntodoslivros 05/04/2016minha estante
Oi.
Esse não é o último livro. Ainda tem "Os Robôs e o Império", quarto e último da série do Robôs. Não sei se a Aleph vai manter esse mesmo título. ;)




Matheus 01/02/2021

Uma incrível ficção
Em linhas gerais é possível ver a tentativa do Asimov de fazer um romance, como desde o início ele pretendia. Porém, ele deu um toque especial a ele. E as questões abordadas no livro junto com a conexão com os próximos livros nesse incrível universo criado pelo autor é simplesmente apaixonante. Genial.
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Mitopacheco 20/02/2018

Uma ficção científica indescritível
Pretendo escrever algo curto, acabei de ler o livro e não quero que uma possível visão crítica surja (não acho que existam condições pra existência de alguma) e manche a notável impressão que ele deixou em mim, as tantas sensações e sentimentos que ele me fez ter, tudo que mais desejo é que os detalhes dessa obra fiquem guardados em minha memória pra sempre, sinto-me órfão ao acabar a trilogia dos robôs, mas recomendo à todos os curiosos leitores, e especialmente aos fãs de ficção científica, um dos melhores, se não o melhor, que já li.
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Ari 17/07/2020

O fardo da exploração da Galáxia.
Apesar de ser a continuação de "O Sol desvelado", 34 anos passaram-se entre os livros. Diante disso, as conexões sobre os assuntos abordados nas obras anteriores e livros correlacionados, nesse meio tempo, formam um escopo surpreendente. Ter lido sobre a robô psicologia (tarefa de Susan Calvin), e o título "As visões de Robô" fizeram todo sentido para uma maior compreensão desta obra.

Após dois anos na Terra, Baley é convocado a investigar a morte cerebral de Jander, o segundo robô humaniforme da saga, além de R.Daneel, criado por Dr. Fastolfe. A saga ganha um grande clímax, pois, além de sua postura profissional a ser zelada, Baley carrega o peso de resguardar a Terra diante de sua decadência e estagnação.

O volume é irrigado com grandes doses de questões comportamentais e filosóficas. A relação entre Baley e Gladia se intensifica e torna o livro mais voltado à condição humana. Não que seja maçante (longe disso). O dilema não se fixa somente nesse crivo, vai além, é abordado diante galáxias, compreendendo os siderais e as suas ligações com os robôs. Estas ligações são apresentadas ante o egocentrismo humano, o individualismo e a incapacidade de unir conceitos morais para uma solução conjunta.

Perante a estagnação humana frente a novos mundos a serem descobertos e povoados, estabelece-se um paradigma entre a solução do "roboticídio" e o impasse sideral. Em um atrito ferrenho entre os globalistas e os individualistas, quem irá chefiar a colonização da galáxia?

Esse é livro é um Sci-fi/romance policial como somente Azimov soube escrever.
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Raabe 07/09/2020

Outro livro que te deixa triste por estar chegando ao fim, sempre fica aquela sensação de quero muito mais.
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