Recursão

Recursão Blake Crouch




Resenhas - Recursao


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Sarah 29/10/2019

Recursão
Mais uma vez a revista que acompanha o livro do Intrínsecos estimulou a minha curiosidade na medida certa pra que eu quisesse começar a ler o livro do mês na mesma hora. Os textos são incríveis e me fizeram refletir sobre os rumos que o livro poderia tomar.
Esse foi o primeiro livro de ficção científica do clube, um gênero que eu não costumo ler, mas que eu amo assistir filmes, então curti muito a experiência.
Pra mim, o ponto forte foi o tema abordado: memória. Eu amo esse tema. A memória é uma coisa fascinante que pode ser percebida e discutida de várias formas, em vários campos da ciência e através de vários pontos de vista e aspectos. A revista me deixou pensando em muitas dessas maneiras, mas o livro acabou me entregando outra que eu nunca teria imaginado, e que eu não posso falar porque é spoiler.
O que eu posso falar é que o livro é muito criativo, instigante, inteligente e em certa medida eu diria até que genial. Não sei como o autor não se perdeu escrevendo, ou talvez tenha se perdido e eu não entendi! O vai e volta da trama me deixou um pouco confusa com toda a sua informação em alguns momentos, e parei de ler e fiquei encarando o nada enquanto pensava um sem número de vezes.
Como não poderia ser diferente, ao tratar desse tema, muitas mensagens bonitas e importantes são passadas, e me peguei pensando nisso em vários momentos do dia enquanto estava lendo.
O final foi muito bonito e a última frase me chocou bastante, me deixando curiosa e pensando ainda mais.
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Nick 12/10/2019

"A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para a frente."
Obras sobre viagem no tempo existem muitas mas o diferencial dessa, a grande sacada do autor, foi o envolvimento da memória coletiva, que abriu um leque incrível de possibilidades e tornou tudo muito interessante e original. O enredo se desenvolve bem mas no final fiquei com a sensação que poderia ter sido melhor explorado. Tinha tudo pra ser uma obra 5 estrelas mas acabou não alcançando todo o seu potencial. Fico imaginando essa ideia na mão de um Stephen King da vida, ele escreveria um livro de 3 mil páginas... e eu leria, com certeza.

ps.: o final do livro me lembrou muito o final de Chuck (a série). Gostaria que fosse menos aberto mas dado o tema do livro compreendo que nunca seria um final fechadinho.
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Patty 28/10/2019

O tipo de livro q não te larga!
Recursão nos apresenta Barry, um policial que sofre pela morte da filha e o fim de seu casamento com Julia. Porém, um dia ele se vê com os sintomas da Síndrome da Falsa Memória que está assolando o mundo. Na tentativa de desvendar o que está por trás dessa doença, Barry acabará conhecendo Helena, a cientista que criou a Síndrome e sua vida mudará completamente.
Ficção científica sempre me fascinou, mas nunca imaginei que esse livro fosse me prender tanto, de forma que não queria mais parar de ler e quando não estava lendo, ele estava na minha cabeça do mesmo jeito.
Faz tempo que cientistas tentam entender a mente humana, e a memória de tudo que vivemos e sentimos é o que nos torna únicos, e doenças como o Alzheimer, por exemplo, nos privam dessa noção de nós mesmos como indivíduos.
Agora una isso a busca por compreender o espaço-tempo que gera a nossa ideia de realidade e de passado, presente e futuro e então, temos esse livro.
Alguns vão o achar doido, outros clichê, mas o fato é que desvendar os poderes da nossa psique e do universo é algo que sempre despertou curiosidade no mundo.
E livros como esse, que nos forçam a colocar a cabeça para funcionar para conseguir assimilar e compreender as teorias apresentadas acabam sendo sempre os mais inesquecíveis.
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Silas Jr 16/10/2019

Recursão
Resenha publicada no silas resenha

https://silasresenha.wordpress.com/2019/10/16/recursao-blake-crouch/

Opinião

?O tempo não passa de memórias sendo escritas.?

O que você faria se tivesse diante de si um instrumento capaz de não só realizar viagens no tempo mas também que lhe dá o poder de alterar o curso de memórias e construir possibilidades de vidas? Nada mais nada menos você estaria brincando de Deus? Mesmo que tal equipamento fosse utilizado para apaziguar doenças, dores e traumas; nas mãos erradas este tipo de poder tem a capacidade de criar um apocalipse. Em Recursão o autor Blake Crouch explora a viagem no tempo e inova ao aprsentar um conceito pertubador: a alteração do tempo a partir de memórias.

Na história acompanhamos Barry, um policial investigador de Nova York. Divorciado e amargurado pela perca precoce da filha, sua vida é algo que ele sempre questiona em como teria sido se tivesse uma segunda chance. Por outro lado temos Helena, uma mulher e cientista em busca da cura para o alzheimer movida pelo pouco tempo que resta à sua mãe. Ambos, perseguem o tempo, sejam no passado ou no futuro.

Adiando um pouco sobre o que é a história e toda essa narrativa construída, precisamos falar sobre Barry e Helena. Eles são os responsáveis por movimentar a história e deixar o leitor exposto a todas emoções possíveis durante a leitura. Ambos são carismáticos, inteligentes, sagazes e emotivos. Helena, se sobressai a Barry por ser uma personagem que carrega em suas costas o peso de ter construído algo tão poderoso e ao mesmo tempo maléfico; e isso à faz ter uma postura dura durante quase todo o seu desenvolvimento. Além disso, Blake soube muito bem construir seus dois personagens principais e partir deles ficou muito fácil trazer coadjuvantes com personalidade e que força Barry e Helena à sempre estarem se movimentando em busca de seus obejtivos.

A história é simplesmente fantástica. Por várias razões esse livro consegue segurar o leitor e o fazer em constante ritmo pensar e meditar sobre todos os lados que o autor pontua. Além de discutir a influência do tempo e como o usamos, o autor permeia por meio de Helena e Slade (personagem extremamente essencial e de um potencial enorme) a forma como a humanidade se aproveita da ciência e todas ás vezes que a própria não soube usa-lá, trazendo ao mundo desastres incalculáveis.

Com uma narrativa veloz e tendo vários sobresslatos, Recursão de Blake Crouch é uma obra prima do gênero de sci-fi, notalvemente um dos meus favoritos. Uma grande surpresa, por nunca ter tido contato com o autor e sua escrita, me senti envolvido e impactado à todo instante durante a leitura; e é justamente este tipo de livro que me faz querer continuar lendo e buscando histórias que me fascinam e intrigam. Leiam!
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Paty Conectando livros lidos 04/10/2019

Recursão
Nossa! Que livro. Confesso que não sou a doida por ficção científica, mas amei o livro, a escrita a desenvoltura enfim... Tudo. E ver como esse livro nos faz parar para pensar nas pequenas coisas e fatos e momentos que acontecem na nossa vida e nós simplesmente não estamos prestando atenção, porque achamos que temos todo tempo do mundo para viver aquilo outra vez. E não é bem assim. Você olhar nos olhos de uma pessoa pela última vez sem saber que nunca mais aquela cena se repetirá e talvez até perder está oportunidade por acaso ou descaso do momento ... São tantas as reflexões neste livro, são tantas verdades a pesar de ser ficção, são tantas possibilidades que existem na nossa vida e podem concretizar -se ou não... é um número infinito que de fato existe mas que precisamos escolher. ?? ?
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Douglas 05/11/2019

Simplesmente incrível...
Um livro que define bem ficção científica e que eu simplesmente devorei, mesmo tendo minha mente quase explodido em certos momentos. Mas tudo bem, foi uma ótima experiência.
Recursão conta a história de Barry Sutton e Helena Smith. Barry perdeu a filha há alguns anos e isso mudou a vida do policial de Nova York. Agora ele convive com a saudade da família que um dia teve – afinal, até o casamento que gerou Meghan não existe mais, corroído pela dor. Envolvido em uma tentativa de suicídio que ele tem a sorte – ou o azar – de se deparar, encontra uma mulher que tem a Síndrome da Falsa Memória, uma doença que, de repente, permite você ter lembranças de uma outra vida, que, até onde sabem, nunca tiveram. Esse fato o levará a uma investigação pessoal que pode não acabar bem.

Já Helena é uma neurocientista e desenvolve uma tecnologia para a cura do Alzheimer, uma doença que sua mãe sofre e que está destruindo suas memórias a cada dia que passa. O ambicioso projeto de Helena atrai um dos homens mais ricos do mundo, que oferece financiamento para sua pesquisa. Mas, o que era para ser um bem para a sociedade, se torna o princípio do caos, gerando uma guerra por poder sem precedentes. Helena deverá se juntar a Barry para tentar salvar o mundo – e a si mesmos – do perigo que essa guerra por um recurso tão poderoso pode gerar.

A narrativa do autor é em terceira pessoa, com foco nos dois personagens principais. De início, a história parece algo muito “normal”, dentro da nossa realidade. Mas aos poucos o autor vai nos familiarizando ao mundo criado por ele. Inicialmente, o que dá a entender é que essa Síndrome da Falsa Memória é algo que tem aterrorizado as pessoas nos tempos atuais. Enquanto voltamos no tempo vendo os estudos de Helena para a cura do Alzheimer, e como chegamos aos acontecimentos dos dias atuais – ou seja, é uma história complexa indo do passado ao futuro (ou presente). O autor brinca muito com o tempo durante toda a obra, na verdade.

Confesso que de início, a narrativa não me “pegou”. Apesar de ser ágil, ter muitos diálogos, no início, a história não me conquistou. É como aqueles filmes em que o trailer é ótimo e deixa a expectativa para o que assistiremos. Nesse caso, a sinopse deixa muitas perguntas e não prende, assim como o início do livro. Ainda assim, como disse, a narrativa é ágil e objetiva, o que facilita a leitura. No decorrer da obra, é claro, minha visão mudou completamente. De repente passei a amar esse livro de uma forma incrível, me fazendo terminar a leitura o mais rápido possível para entender toda aquela complexidade.

O livro é um tanto quanto mind-blowing, sabem? Tipo, é surpreendente, mas essa palavra não é suficiente. Daí pensei nesse termo inglês “mind-blowing” que significa “surpreendente”, mas em nível além, se é que me entendem. Enfim, esse livro nos faz pensar sobre tudo relacionado ao nosso cérebro e nossas memórias. Me peguei tentando lembrar coisas da minha infância, ou o que almocei no dia anterior. Acho que isso demonstra o quanto impactante é o livro sobre a capacidade de nossas mentes.

É sci-fi puro, e me lembrou muito a Black Mirror. O livro tem essa pegada de coisas que são totalmente fora do padrão, mas podem facilmente ser nossa realidade no futuro. Confesso que amo o gênero sci-fi, ou ficção científica, no geral (filmes, séries, livros etc) apesar de não ter lido muitos livros a respeito. Essa obra simplesmente me abriu uma porta para buscar outros livros desse gênero.

Essa sensação de mind-blowing vai se intensificando ao longo do livro. Você já não sabe o que é realidade, presente, passado ou futuro. É muita confusão mesmo. Ao mesmo tempo, no entanto, o autor vai deixando pistas para que entendamos onde estamos e o que está acontecendo. Confesso que quando comecei a leitura, não imaginava algo nessa linha e tão instigante. Tão fascinante ao mesmo tempo, e tão desesperador para descobrirmos o que vai acontecer.

É um livro agonizante e, na mesma linha, brilhantemente escrito. É tão complexo que não sei como é possível. Realmente, nos faz pensar sobre tudo o que conhecemos sobre nós mesmos, a obsessão em querer fazer que mude o mundo, ou o quanto o avanço tecnológico pode ser prejudicial se usado de uma maneira desmedida e com propósitos falsos de que “é tudo pelo bem maior”. Tudo isso misturado ao caos e ao fim do mundo iminente. Simplesmente maravilhoso e de me deixar de boca aberta.

Os personagens dessa obra são tão complexos quanto a própria história. Cada um tem suas motivações para as atitudes que toma no decorrer do livro, cada um tem algo que esconde e cada um tem um verdadeiro oceano de pensamentos influenciando seu destino. E isso é muito bem passado para os leitores, e falo por mim quando digo que fiquei fascinado como a mente de Helena pensa. Ela é o cérebro por trás dessa tecnologia, e Barry é o lado mais humano da história. Já o papel de antagonista do livro é igualmente bem construído.

Sobre o fim, eu queria dizer que fiquei extremamente bravo com o autor por terminar daquela forma, mas ao mesmo tempo, compreendo sua intenção, eu acho. Pelo menos pra mim, ele finalizou a obra daquela forma para demonstrar todas as possibilidades que nossa mente é capaz de produzir quando nos é dada a oportunidade. Sinceramente, não sei. Mas eu senti esperança… depois de todo o caos, eu senti esperança de que finalmente as coisas poderiam dar certo.

Eu simplesmente amei esse livro, mesmo não engrenando no início. Valeu totalmente a pena continuar a leitura. Os capítulos finais são simplesmente agonizantes e incrivelmente bem construídos. Também amei por nos fazer imaginar sobre coisas do tipo “e se Hitler não tivesse existido?”. É um livro impressionantemente impactante e ágil pra uma história complexa como tal. Eu super indico essa obra e indico que você continue até o fim, pois vale muito a pena, mesmo.

site: https://estacaoimaginaria.com/2019/11/02/resenha-recursao-blake-crouch/
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Do Amaral 06/10/2019

Razoável
Não sou grande fã de ficção científica, achei o enrredo bem clichê, parece com algos que já vi antes, personagens fracos com personalidades que não enquadram na profissão. Situações e acontecimentos sem sentido.

Aquele livro que você lê e sente que faltou algo...

Na verdade o livro parece conter um inimigo do superman ou do homem aranha, parece livros de uma história em quadrinhos.
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spoiler visualizar
@livrosegatos 04/10/2019minha estante
Eu nem recebi ainda e tu já leu, que invejinha kkkkk


Maria Clara | @pixelbooks 06/10/2019minha estante
Acho que eles pensam que não deu certo com o tatuado porque ele começou uma nova linha do tempo do zero. Mas, enfim, também achei o livro 5 um saco, não aguentava mais kkkkkk e também confesso que não entendi algumas partes do livro, mas, no geral, é um livro ok.


Mayara 09/10/2019minha estante
Adorei o livro, apesar de também não ser uma grande leitora de ficção científica. Eu gostei do livro 5 porque deu pra sentir exatamente a agonia que eles estavam sentindo presos naquele loop infinito. Acho que minha decepção foi a Helena ter perdido a memória do que ela criou e do quão longe foi, mas foi muito intrigante o final em aberto.


@livrosegatos 12/10/2019minha estante
Quando o Barry tá voltando pra memória de outra linha temporal, ele fala sobre ficar lá naquela lembrança maravilhosa pra sempre, mas decide que precisa seguir em frente. Já o Reed, comenta que não entende porque alguém sairia do melhor momento da vida. Talvez ele tenha escolhido isso. Ou, outra coisa que me ocorreu agora é que o Slade queria manter isso em segredo, talvez tenha tramado algo.




day 20/10/2019

Diferente de tudo que já havia lido!
Um livro que no começo fiquei um pouco confusa nos primeiros capítulos.
Depois a história foi engrenando e fui me apaixonando pelo enredo e por toda trama futurista!
Achei o livro extraordinário! O clube intrínsecos sempre mandando os melhores livros!
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andssmininu 28/10/2019

E se o principal meio da viagem no tempo fosse suas lembranças? Nessa história tudo começou com a inciativa de uma filha querendo encontrar a cura para a doença de alzheimer da mãe, mas ela acabou criando uma máquina que vai revolucionar o meio de pensar, levar você a lembranças e refazer tudo de novo. Será que os humanos estão preparados para tal tecnologia?
Todo o livro é bem enriquecedor já que mostra uma perspectiva sobre nosso pensamento e lembranças, que mesmo em coisas tão simples a gente acaba vivendo o passado e não o agora.
"Talvez haja um motivo para nossas lembranças serem armazenadas com um ar nebuloso desfocado. Talvez a abstração que as reveste sirva como um anestésico, um amortecedor que nos protege da agonia do tempo e de tudo que ele rouba e apaga de nossa vida."
Reviver tudo e tentar refazer aquele momento pode acabar gerando muitos problemas para o futuro até chegar um ponto onde não sabemos mais o que é real ou não. Mecher com o passado pode ser algo bem doentio já que nunca estaremos preparados para os acontecimentos da vida, a morte de alguém próximo, as oportunidades que deixamos passar... Quem somos nós para decidir o que é certo ou não? No final a única escolha é aceitar o que aconteceu e tirar o melhor proveito da situação.
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Quequel 20/10/2019

Adorei as reflexões que o autor colocou nessa história, mas achei a narrativa bem arrastada... acho que a repetição me cansou um pouco mesmo entendo a necessidade dela.
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Conça 09/11/2019

Minhas impressões, opniões e sentimentos...
Nota: 3.8

Um livro que define os conceitos de ficção-científica e imaginativos, relacionados ao futuro, ciências e tecnologias, conseguiu me fisgada e surpreender no primeiro momento. Se já li algo igual, não lembro.

Barry é um policial de Nova York que convive com a tristeza e ausência da filha, morta em uma atropelamento. As lembranças de uma vida feliz o assombram por anos. Sem alternativas diante da dor, seu casamento chegar ao fim. Ao ser acionado para intervir em uma tentativa de suicídio, ele se depara com uma mulher que sofre da síndrome da falsa memória, uma doença misteriosa que planta na cabeça das vítimas lembranças de vidas que elas nunca tiveram.
Barry entende, então, que se lembrar de algo que não viveu pode ser ainda pior.

A neurocientista Helena Smith está desenvolvendo uma tecnologia para cura de Alzheimer. A cada semana, mas lembranças se apagam da mente de sua mãe, e aos poucos é como se a Helena a perdesse para sempre. Inesperadamente, ela é abordada por um dos homens mais ricos do mundo, que se oferece para financiar sua pesquisa de retenção de memórias. Helena ver surgir a chance de proporcionar um grande bem a humanidade: a cura do Alzheimer e, quem sabe, da síndrome que assola o mundo.

A narrativa do autor acontece na terceira pessoa que constrói uma jornada com esses dois personagens complexos que nos fazem refletir sobre nossa existência e nossa identidade. Ao mesmo tempo, as causas e efeitos de nossa falha memória.

Tive a impressão que estava em fuga constante junto com os personagens, uma outra impressão foi me sentir atraída como um ímã, porque não é bem meu estilo de leitura, simplesmente não conseguia parar de ler. Esse é um dos pontos positivos da minha assinatura de um clube para receber um kit surpresa. Ele, de fato, nos tira da zona de conforto.

Acho que todos nós somos da opinião de Slade, uma visão de acabar com o sofrimento das pessoas, mudando o passado, presente e até mesmo o futuro. Através de Helena ele queria dar uma nova era para humanidade, não se importando com as consequências dessa arma poderosa. Defendo essa opinião com restrições, não podemos mudar o passado. E o futuro, é o que você é no presente. São nossos pensamentos e atitudes de hoje que devemos mudar para se conquistar um mundo mais humanizado.

A cada intervenção do passado, do agora e do amanhã, minha adrenalina ia aumentando com a pressão que Helena e Barry sofriam, me causaram certa ansiedade e uma mistura intensa de sentimentos com a dúvida inexorável do certo e do errado. As tentativas de corrigir as falhas traz uma lição para grandes reflexões no nosso cotidiano. Um mundo real de experiências vividas talvez não seja tão dolorosas quando encaramos no futuro o que no presente nos causa tanta dor.

Acredito que posso recomendar essa obra por tudo que menciono no texto acima.

Ser assinante do clube intrínsecos é se apaixonar com os mimos (meus marcadores escolhidos) e um passaporte para viajar em cada leitura.
A revista como sempre contribui muito para conhecer mais o autor e se familiarizar com o que nos aguarda nessa aventura.
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Gabi 25/10/2019

Me tirou da zona de conforto... mas...
Se esse livro não tivesse vindo pelo Intrínsecos jamais o teria lido, Sci-Fi é um dos meus bloqueios literários e, sem dúvida, tenho preconceito quanto ao gênero.

Bem, a história se baseia no poder da nossa memória e o quão poderosas elas são. Achei a premissa interessante e fui ler.

O início do livro é mega rápido e também muito confuso, mas em poucas horas eu já estava praticamente no meio do livro e, sendo algo "novo" pra mim, senti que tava fluindo (apesar de cada vez mais confuso) e estava gostando da leitura. Do meio pro final é o oposto, totalmente arrastado e repetitivo. São idas e vindas num mesmo ponto onde nada de fato acontece. A história não anda.

Talvez toda a minha "confusão" esteja na inexperiência em ler ficção científica, mas, comparando a fantasia (no sentido de imaginarmos algo inexistente), o cenário desse livro me incomodou, as trocas de capítulos e de datas aleatórias, as trocas de livros (são cinco na mesma história, pra ajudar, rs). Não rolou pra mim...


Alcione 25/10/2019minha estante
Acontece, infelizmente. Eu amo ficção científica. Já não curto tabu. E como você,tentei ler e não deu mesmo


Pa 25/10/2019minha estante
Eu não consigo ir pra frente nesse livro, mas não desistirei kkk


Gabi 25/10/2019minha estante
Alcione, o que é tabu?


Fran 26/10/2019minha estante
Também tô com dificuldade. Tá bem arrastado e eu na tinha lido outro do autor que também não curti e foi difícil


Alcione 26/10/2019minha estante
Gabi, livros como Proibido e Jardim das borboletas. Como incesto,estupro e violência doméstica sendo romantizados simplesmente não consigo ler


Gabi 26/10/2019minha estante
Alcione, aaah sim. Entendi!!! O colecionador tbm não me desceu, Deus me livre daquele livro.


Gabi 26/10/2019minha estante
Fran, dele não leio mais nada kkkk


Alcione 26/10/2019minha estante
Gabi,abandonei O colecionador já nas primeiras páginas. Um absurdo, achei




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