O Golpe

O Golpe Christopher Reich




Resenhas - O Golpe


15 encontrados | exibindo 1 a 15


Marcos.Melo 09/04/2021

Ação!
Um livro repleto de ação que prende da primeira a última página! Personagens cativantes e inteligentes compõe essa bela obra. O motivo final de tudo deixou a desejar, ao meu ver, mas nada que estrague a experiência.
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Branco Junior 07/02/2021

Bom thriller
Um thriller com vários dos clichês do gênero, o que pra quem é fã não é um problema. O enredo que se insere entre fatos e personagens reais da história também é um ponto positivo. Achei um pouco confusa e inverossímil a motivação de um dos personagens.
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Bruno Melo 04/12/2020

Excelente Leitura!
Um livro com um ótimo ritmo e leitura fácil, um protagonista com um "background" rico e ao mesmo tempo bem difícil. O Golpe é um excelente livro de espionagem, vale muito a pena a leitura!
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Gato Preto 20/11/2020

Bom passatempo!
O livro apresenta uma trama muito intrigante no início, frenética no meio e um final, bem, esta parte não entrega toda a satisfação que expectativa do princípio cria.

Resumindo, sabe quando vemos um filme baseado em um livro e pensamos: o livro deve ser muito melhor, então, este livro me fez pensar que talvez fique melhor quando virar filme!
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Joshua Amaral 26/10/2020

Esperava mais
Tendo lido a trilogia escrita pelo autor, A Farsa, A Vingança e A Traição, que na minha opinião foram sensacionais, esperava mais dessa obra!
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Rafael.Santiago 26/09/2020

Resumindo numa palavra: clichê
O livro é repleto de clichês, tanto na forma de orientar a trama, quanto nas características dos personagens. O protagonista é clichezão, só faltou andar com a cueca por cima da calça. A femme fatale, loiraça, é fatalmente clichê. A policial só não come rosquinha mas é clichê nas outras coisas. O padre preso que ajuda um preso sedento por vingança é classicamente clichê, tão clichê que neste caso a fonte do clichê precisou ser comentada na própria narrativa, dizendo que é clichê para desculpar o clichê, mas que tática clichê, convenhamos... O super carro vermelho usado no final é bregamente clichê, né? Se o João Cabral de Melo Neto escreveu um monumento à aspirina, Christopher Reich escreveu um monumento ao clichê. Não diferente de qualquer thriller, o autor deixa um monte de pontas soltas para no final amarrá-las, mas de forma muito frouxa, talvez até clichê se levarmos em conta outros livros da mesma linha por aí, isso é tudo estética o cara talvez tenha empacotado uma crítica ao mercado literário atual nesse romance -- não mesmo, eu estou brincando. Ao contrário do romance do Dumas em que o final é muito bacana e épico, aqui é bem sem-sal. A narrativa é até boa tirando o excesso de lugar comum. Ela é fluída, não cai naquelas descritividades chatas que uns autores viajam que conseguem fazer bem e na verdade só cansam os seus obstinados leitores malucos. No geral é um livro que dá para ser lido, mas é muito pasteurizado, muito igual. Lá pelo fim, enquanto as pontas soltas iam se juntando eu me senti lendo uma redação de escola. A trama é fraca e os personagens são quase anônimos de tão previsíveis. Se é um sucesso, talvez seja um indício que o segredo do $uce$$o é o autor anular o próprio senso crítico e entregar mais do mesmo que o público vive procurando, vai saber... Se você não tiver mais nada para ler e quiser um livro para ler rápido com aquelas emoções de filmes-franquia-clichê, esse não tem erro, está "serto"... e chega, nessa resenha é a última vez que você lerá ou terá a referência para algo: clichê.
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Rodrigo.Moritz 22/07/2020

Bom
História boa com ritmo rápido, leitura ideal para lazer. Final bem construído e empolgante.
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Ana Ceci 03/07/2020

Muita espionagem moderna!
Aos fãs de espionagem, O golpe, de Christopher Reich, é uma ótima dica!!
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A trama já começa cheia de ação, com um grande assalto em Paris. À primeira vista, a intenção do assaltante, o italiano Tino Coluzzi, era roubar a grande quantia de dinheiro que o Príncipe Abdul Saud possuía em mãos. No entanto, Tino rouba mais do que isso: ele se depara com uma carta secreta que pode derrubar governos e governantes! De interesse dos americanos e dos russos, a tal carta se torna o objeto desejado por todos.
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Enquanto isso, acompanhamos um pouco da vida de Simon Riske, americano restaurador de carros em Londres, mas que possui um passado tempestuoso e criminoso. Contratado por um americano para reaver a tal carta secreta, Simon se envolve em riscos e reencontra seu antigo aliado/rival: Tino Coluzzi. Isso mesmo, Simon e Tino se envolveram em crimes no passado (com Simon passando longos anos na prisão) e agora o americano possui a chance de uma vingança.
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Bom, eu adorei o livro! Quem me conhece sabe que sou fã de espionagem e dos embates entre EUA X Rússia, entre serviços secretos! O que mais gostei nessa história é que aqui não há um “mocinho”, todos já estiveram ou estão relacionados a algum crime, mas, mesmo assim, torci por Simon, para que ele realmente ganhasse essa briga! Além disso, há um pequeno romance na história, e eu adoro romances no mundo da espionagem (por mim, podia ter um pouquinho mais, mas entendo que não era o foco da história!). O único ponto negativo para mim foi a aparição de muitos personagens que ficaram sumidos na maior parte da trama e reapareceram mais para o final. Gostei da forma como o livro foi finalizado, teve ação nos últimos capítulos e o epílogo foi sutil e inteligente! Recomendo!


>>>Vejam mais no Instagram do @Territoriodoslivros

site: https://www.instagram.com/territoriodoslivros/
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Carlos.Magnun 31/05/2020

O Golpe
Livro voltado para o mundo da espionagem. Muito bom, leitura fácil. E aquela reviravolta tradicional ao final do livro
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Letícia 07/04/2020

Um jogo de ladrões e espiões. Um
roubo cinematográfico.

Um objeto inesperado que pode dar uma reviravolta na conjuntura política mundial, corremos contra o tempo junto com Simon em busca de vingança contra um velho amigo.

Um roubo espetacular. O famoso príncipe Abdul Aziz Saud sempre que viajava, carregava consigo uma bela quantia em dinheiro vivo e quando ele foi passar férias na França não poderia ser diferente, ele levou uma bolada, o que ele não estava contando era que Tino Coluzzi entraria no seu caminho.

Coluzzi é um famoso mafioso, em seu histórico tem uma série de roubos, tráfico e muitos segredos.  Ele foi contratado para promover o roubo do príncipe, o americano que o contratou fez um pedido: 'pegue a bolsa do príncipe', o dinheiro poderia ficar totalmente para Coluzzi e sua gangue.

Porém, ao tomar posse da tal bolsa e verificar todos os compartimentos secretos, ele descobre um objeto inusitado, uma carta, que a principio é inofensiva, mas quando ele vê quem são os remetente e destinatário, percebe o quão explosiva é a carta e vê uma possibilidade de ganhar muita grana com ela.

Quem contratou Coluzzi fora um americano, então ele iria atrás de um russo oferecer a carta.

O americano que o contratara não ficou de braços cruzados quando percebeu que ele não iria cumprir o acordo. É nesse momento que Simon entra definitivamente na história, ele que é um mecânico de carros luxuosos em Londres, mas possui habilidades únicas e de vez enquanto é contratado para coloca-las em prática.

Em seu passado tem muita história, e durante a leitura vamos descobrindo todos os seus tons de cinza, seu pai teve um fim trágico, sua mãe não era presente, ele se viu então como uma opção entrar para o crime organizado, ele já fora da máfia, foi preso durante anos e tem um passado digno do Conde de monte cristo, mas deixou tudo isso pra trás, ou será que não?

Quando o americano lhe oferece o trabalho, ele é convicto em dizer não, mas assim que escuta o nome de Coluzzi tudo muda, Simon então aceita, devido a apenas um sentimento: vingança.

E por último, mas não menos importante na corrida pela carta, temos os russos. Na pessoa da uma espiã famosa e muito eficiente, ela não se importa em tirar vidas e tem carta branca do governo para fazer tudo que estiver ao seu alcance para recuperar a carta.

Coluzzi entra em contato com um empresário russo para tentar um contato com o governo e assim vender a carta, o que ele não imaginava era que o empresário tinha interesses divergentes do dele.

Simon viaja para França e consegue uma aliada inusitada, já que ela não queria ajuda-lo e no meio do caminho ambos sentem uma atração que não conseguem segurar, será que irão conseguir chegar até a carta?

E observando tudo, temos a espiã russa, uma ameaça que nem Simon nem Coluzzi estavam contando.

O livro é divido em dias e tudo passa muito rápido, depois que os personagens são apresentados e entendemos suas demandas não conseguimos parar de ler e o final nos deixa boquiaberto, em 'o golpe' ninguém está a salvo de ser enganado em nome de interesses maiores ou mais particulares.
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Notas.Literarias 04/04/2020

Intrigante
Hello pessoas tudo certinho, passando aqui para falar desse livro maravilhoso. Eu conheci o autor com a Trilogia Jonathan Ransom, que iniciou com A Farsa lá em 2009. Eu me apaixonei pela escrita do autor assim como adoro as tramas de Daniel Silva, todos eles na mesma pegada da espionagem. E aqui não é diferente.

"O passado não está morto. Nem sequer é passado."

Em o Golpe, como nas demais obras, os segredos são o diferencial de toda a trajetória da história. O autor em mestre em nos fazer enxergar as coisas pelo caminho que ele decide, e nós ficamos de olhos fechados, até o momento em que ele nos concede a luz de forma muito inteligente.

“Prometera a si mesmo que não diria nada. Aquele segredo era apenas seu. Aquela vingança era dele, de mais ninguém.”

Simon Riske, protagonista da história é o típico cara que de herói não tem nada, mas que é impossível não gostar dele. Impossível até não concordar com alguns de seus pontos de vista. Em contra partida temos Tino Coluzzi, bandidão que já foi aliado de Riske e que hoje está do outro lado da linha.

Um príncipe saudita que guarda uma carta que pode acabar com algumas alianças e transformar toda a configuração diplomática mundial. Nações dispostas a pagarem um alto preço para que não se exista essa rachadura na diplomacia, e muita perseguição permeiam cada uma das páginas desse livro. Estou até agora sem fôlego.

“Na verdade, Simon precisou de dois minutos para fazer o que planejava. [...]Impressionante o que era possível fazer em apensas dois minutos hoje em dia.”

Na realidade esse livro especialmente, não sei se por ter o oriente médio envolvido, me lembrou muito a narrativa do Daniel Silva e porque não dizer, James Patterson e seu Alex Cross em seu melhor. Sinceramente desde os livros de John Verdon, e seu Dave Gurney que eu não me empolgava tanto com um livro de série em que o mesmo personagem aparece nos livros seguintes. Esse livro é sensacional, apesar de meio previsível. Leitura mais que recomendada.
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Cley 17/02/2020

Tino Coluzzi realiza maior assalto de sua vida. Com um grande esquema sem falhas, ele rouba milhões de um príncipe saudita, além de uma carta que pode derrubar governos.
Simon Riske é um espião industrial freelance, e faz bicos para bancos, agências secretas, etc. Ele é designado a recuperar a carta que Tino roubou, além de poder acertar as contas com seu antigo aliado, responsável por tê-lo posto na cadeia por alguns anos.

"O passado não está morto. Nem sequer é passado."

Esse foi meu primeiro contato com a escrita do Christopher, e posso afirmar que, sua escrita é frenética, objetiva e cheia de emoção.
Cogitei achar tedioso a obra, pois não tenho costume de ler histórias sobre grandes assaltos, serviços secretos e sobre máfias, mas a forma que o Christopher apresenta as coisas me fez compreender tudo que estava sendo exposto.

Simon Riske, protagonista da história, é um personagem considerado o típico anti-herói. O conceito do que é certo ou errado a se fazer sofre alterações, e se ele percebe que tem que fazer algo, ele vai e faz, não importa as consequências. É fácil criar conexão com personagens assim, pois, a partir da sua história de vida conseguimos compreendê-lo melhor.
Coluzzi, arqui-inimigo do Simon, tem uma personalidade ímpar, suas motivações são em prol de si mesmo, um egoísmo nato que põe em risco quem está ao seu lado.

Outros personagens merecem ênfase e todos são bem construídos, assim, realçam à história, por exemplo, uma “femme fatale” russa, suas aparições geram reboliço.
Houveram situações que para mim ficaram sem sentido, o final também não me agradou tanto, mas isso é uma questão de expectativas que cada um põe ao ler determinada obra.
Esse é o 1º volume da série Simon Riske, então, na sequência pode haver desfechos melhores para este primeiro.

Essa é uma obra para ser apreciada, entender as motivações dos personagens, o conceito do que é certo ou errado, que mais cedo ou mais tarde todos poderemos lidar com o passado, e que a vingança derruba um homem, mas, ao mesmo tempo, pode deixá-lo de pé.
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Jansen 11/01/2020

Um ótimo escritor de policiais com suspense e intrigas internacionais. Suas três obras anteriores: Farsa, A vingança e Traição foram ótimas.
Um ex-bandido, americano mas criado em Marselha, onde se drogava, roubava carros e assaltava bancos e joalherias, por circunstâncias que serão mostradas no livro, passa a viver honestamente em Londres onde tem uma oficina especializada em recuperar caros de luxo. Alto luxo. É procurado para recuperar uma carta, ponto alto do livro, mas resolve não aceitar, até que lhe dizem quem foi o responsável pelo assalto em Paris.
Assalto rocambolesco, como a cena final do livro onde as contas que foram abertas em Paris, Moscou, Londres e EUA serão acertadas.
Um belo romance que prende nossa atenção com muita categoria.
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Blog De Bem Com a Leitura 27/12/2019

Simon Riske é um espião freelance e é um dos melhores, ele tem as suas próprias regras, seus princípios e um passado conturbado. Além de seus serviços como espião – que lhe rendem uma boa grana – ele tem uma oficina que é uma de suas paixões. Simon é confiável, muitas empresas de seguro e bancos o procuram para contratá-lo, assim como o serviço secreto britânico. Agora ele está envolvido em algo que se for a público pode destruir as grandes potências e fazer um rebuliço no cenário político mundial!

Um príncipe saudita passava as férias com a família em Paris quando foi assaltado. Como de costume, o príncipe carregava muito dinheiro vivo para despesas, os assaltantes tinham informações privilegiadas de cada passo da família e das preferências do príncipe. Mas o que eles não sabiam era que o príncipe estava em posse de um documento valiosíssimo roubado dos cofres da CIA. Uma carta secreta que pode abalar o mundo se for revelada. E essa carta acaba nas mãos de um perigoso e importante gângster, Tino Coluzzi.

Foi Tino quem assaltou o príncipe, o homem que o contratou foi claro ao falar que seu interesse era apenas na pasta do príncipe, todo o dinheiro ou jóias encontrados durante o roubo poderia ficar com Coluzzi e seus homens. Obviamente, essa atitude estranha do contratante intrigou Tino que foi examinar a pasta e, após passar por mecanismos secretos, acabou descobrindo o verdadeiro motivo do roubo. A carta.

O assalto ao príncipe acabou se revelando mais promissor do que Coluzzi imaginava. Só que agora ele está com um problema nas mãos. Uma carta de tamanha importância não poderia ser entregue a qualquer um e para chegar às pessoas certas (ou, nesse caso, às pessoas erradas) ele teria que se expor demais. As pessoas que comprariam a carta não são confiáveis. Qualquer uma deles mataria Coluzzi em apenas um piscar de olhos. Ele precisará de cuidado redobrado.

O governo britânico contrata Simon para recuperar a carta, a princípio ele não se interessa pelo serviço, mas quando descobre que Tino Coluzzi está com ele sua opinião muda, eles têm um passado que precisa de um acerto de contas e Simon busca a sua vingança. Tino e Simon já trabalharam juntos, eram ótimos no que faziam e eram amigos. Até que um assalto grande deu errado e Simon descobriu que foi traído por Tino. Simon passou anos na cadeia e lá ele foi provado dia após dia. Os anos que passou detido deixaram marcas, tudo culpa de Coluzzi. Agora Simon tem a oportunidade de estar de frente com seu inimigo.

Muita gente está de olho nessa carta e Simon vai ter que lidar com uma espiã russa que está em seu encalço. Valentina é impiedosa, para ela, tudo o que importa é obter êxito na sua missão, custe o que custar. E Simon está no caminho dela. Valentina quer a carta que está com Coluzzi e precisa tirar o americano da jogada antes que ele roube a carta de volta. Quem conseguir colocar as mãos na carta antes vai ditar o futuro do mundo.

*Resenha completa no blog > http://bit.ly/2rz1069

site: http://vocedebemcomaleitura.blogspot.com/
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Conceição Maria Carneiro 10/12/2019minha estante
Desculpem, mandei a resenha no local errado e não estou conseguindo apagar.




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