Sobre a Morte e o Morrer

Sobre a Morte e o Morrer Elisabeth Kübler-Ross




Resenhas - Sobre a Morte e o Morrer


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Aninha 23/02/2017

Os depoimentos são bem mais interessantes do que a teoria.
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Peterson Boll 30/03/2016

Livro bastante irregular, que embora tenha uma grande material a ser exposto, não foi devidamente aproveitado pela autora, que ficou dividida entre a experiência acadêmica e a experiência humana. Ironicamente, muitos dos relatos dos pacientes tornaram-se difusos em função da explanação psicológica, e justamente isso é o tema do livro (o qual a autora combate) que é a diminuição da importância do paciente, visto apenas com interesse científico.
Daniel 14/02/2019minha estante
Você não entendeu o livro...




Vanessa 08/05/2015

Sobre a morte e o morrer
Li esse livro durante a formação em Psicologia. Retorno pois o meu foco de atuação é com famílias em processo de luto. Infelizmente um tema difícil, porém, necessário.
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Luciana Barboza 04/07/2014

Lidar com a morte
O livro Sobre a morte e o morrer traz diversos relatos de experiências reais de pessoas com doenças terminais, de seus familiares e dos profissionais de saúde que precisam lidar com a morte. Para a autora existem diferentes estágios de contato com a morte. Primeiro estágio - negação e isolamento; Segundo estagio - a Raiva; Terceiro estágio – Barganha; Quarto estágio – Depressão; Quinto estágio – Aceitação. Em todos estes estágios existe a esperança de cura e superação.
Apesar de ser um tema difícil, recomendo a leitura para todos, pois inevitavelmente passaremos por esta situação.
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Geversom 14/06/2014

Resenha sobre a morte e o morrer
A morte é o acontecimento mais desesperador ao ser humano, desespero causado muitas vezes por fortes vínculos familiares, filhos totalmente dependentes (portadores de necessidades especiais), grandes responsabilidades imposta por cargo, ou pelo próprio temor de morrer. Onde pessoas fortes, maduras, tem suas estruturas abalas perante a tal fato, mas tudo isso pode ser evitado, se todos aprenderem a lidar com a morte.
Na verdade o homem não está preparado para enfrentar a morte, todos a temem, evitam discutir sobre o assunto, ao invés de compreendê-la e aceita-la. Em ambientes hospitalares, os pacientes não têm oportunidade de falar sobre o que sente e sobre o seu medo de morrer, pois há uma falha na comunicação entre pacientes e corpo hospitalar, onde eles acham que sabem tudo o que o paciente precisa, não importando sua opinião. As crianças, na maioria das vezes, são afastadas deste momento de sofrimento, no intuito de proteção, mas essa atitude pode acarretar alguns problemas e sentimentos aos pequeninos (culpa, dor da separação, isolamento) devido a “proteção” que lhe é aplicada.
A falta de diálogo entre o paciente e os profissionais da saúde e a falta de preparo com a morte, acarreta na dificuldade do paciente aceitar o seu estado e gera atritos durante o seu tratamento. Ao se encontrar em um estado doentio, o paciente entra na fase de negação, não aceita o diagnóstico, procura vários outros médicos afim de ouvir o que quer o ouvir e não o que realmente está acontecendo, pois o morrer para ele é terrível.
Após a negação, o paciente não entende o que se passa com ele e começa algo comum, questionar “porque está acontecendo isto? Porque eu e não outra pessoa?”. Então a raiva toma conta do seu ser, além de descarregá-la nos enfermeiros e médicos, descarrega também em sua família, machucando seus queridos, o quais não se sentem bem e diminuem o período de visitas, aumentando a assim a raiva e a inconformidade do paciente. Nestes casos e de extrema importância que os parentes e amigos, se façam presente no tratamento do paciente, para ele o transmite apoio, segurança, e o ajuda a aceitar o seu estado, pois a morte não faz distinção de pessoas. Os médicos e principalmente os enfermeiros, pois o acompanham 24h, devem abrir a oportunidade de diálogo ao paciente, pois ao expor tudo o que sente e como está, e receber atenção, há uma grande evolução de relacionamento durante o seu tratamento, onde ás vezes apenas uma posição que o deixa desconfortável gera atritos, e com diálogo se resolvem e o paciente começa a confiar nos profissionais e sente humano e não objeto.
A religião tem influência significativa na vida das pessoas, não tanto com antigamente, quando essas estão hospitalizadas começam a refletir sobre sua vida e chegam a conclusão que o estado em que se encontram é resultado de falhas, pecado, e começam a fazer trocas com Deus, a fazer promessas, e não procuram aceitar a situação. Como prediz a ética dos profissionais da saúde, deve se respeitar a crença de cada paciente, porém o zelo, a atenção, o carinho, o ajuda a evoluir no processo de aceitação.
Um fator preocupante quanto aos pacientes é a conformação, que é totalmente diferente de aceitação, ou seja, a depressão. O paciente não vê mais razão na vida, tem mais ânimo para lutar, sempre abatido, sem coragem, e este sentimento é repassado aos seus familiares, aumentando o sofrimento, a dor, o desespero, enfrentando isoladamente os problemas, ao invés de se unirem para a luta. Nestes casos é de suma importância que o enfermeiro se torne amigo do paciente, seu ouvinte, e procurar animá-lo e encorajá-lo, o mesmo deve acontecer entre enfermeiro e família.
Então vem a aceitação, a superação de todas as fases, onde o paciente aceita seu estado, passa a entender a morte como um processo natural que todos os seres vivos terão de enfrentar um dia, mantendo sim a luta pela vida mas de modo mais sucinto, temendo menos a morte. Passa então a transmitir o mesmo para a sua família e a prepara para que se realmente a morte chegar a família a aceite e não se desespere. Mas mesmo com a aceitação, os pacientes mantém a esperança, ela é a ultima que morre, na perspectiva de testar novos medicamentos, novas técnicas, aparelhos, que surgem na tecnologia médica que objetiva prolongar a vida, ou mesmo à espera de um milagre.
Os pacientes, principalmente terminais, devem ser ouvidos com atenção, pois ás vezes a dificuldade no processo de aceitação se encontra em um trauma da juventude ou mesmo em um desentendimento familiar, onde os enfermeiros devem ser os elos para a reconciliação e assim fazer com que a paz entre no coração do aflitos.
Durante anos foram realizados seminários nos Estados Unidos pela Dr. Elizabeth, sobre o temo sobre a morte e o morrer, onde muitos estudantes de medicina e enfermagem começaram a assistí-los por curiosidade ou por não ter avaliações, porém, se impressionaram com as entrevistas e cartas de pacientes que enfrentaram a morte de maneira mais fácil e de como se sentiam ao serem tratados como se fossem objetos. A princípio, os médicos não queriam permitir que esse tipo de seminário fosse realizado, portanto, após as dificuldades vencidas, eles transformaram a vida e a atitudes de muitos profissionais da saúde.
Conclusão
A autora estimula aos enfermeiros e médicos compreender e ter diálogo com os pacientes, pois o diálogo resolve conflitos e atritos. Procurar se tornar amigo do paciente, dividindo suas dores, mantendo relação com sua famílias, dando atenção, ouvindo suas opiniões e ajudando a resolver problemas. Aprender a entender e aceitar a morte e fazer com que o paciente faça o mesmo e evite o desespero familiar se o fenômeno chegar acontecer.
Crítica
A obra abre a visão das pessoas sobre a morte, mostra que é realmente possível enfrentá-la de modo mais fácil. Mostra onde estão as falhas dos profissionais em relação aos pacientes, permitindo com que os futuros profissionais e até mesmo os atuantes mudem suas atitudes, se colocando no lugar da pessoa e refletindo como seria. Mostra que o enfermeiro e médico devem não apenas cuidar do físico dos pacientes, mas do emocional e do psicológico, ajudando-o no processo de aceitação e em resolução de mal entendidos familiares. O enfermeiro e médico de ser, profissional, amigo, ouvinte e conciliador!
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Ana 15/01/2014

Leitura Necessária
É um livro surpreendente!
Confesso que a princípio a minha leitura foi à trabalho. Como Psicóloga, tinha algumas dificuldades em lidar com o luto dos meus pacientes.
Assim como eu, outras pessoas passam ou passaram por este livro nas bibliotecas e livrarias da vida e viraram o rosto para não ter que "encará-lo". "Por que saber sobre a morte, ler sobre ela, estudá-la?" podemos nos perguntar; simples: porque ela é inevitável para todos nós. Me lembro de um trecho que muito me chamou a atenção, onde diz que "nós seres humanos, temos a crença inconsciente de que somos imortais", ou seja, que a morte existe só na TV, no meu vizinho, mas não dentro da minha casa; por isso quando perdemos alguém próximo, nos dá um choque de realidade, nos da um desespero, e vem as perguntas: "por que comigo? e não com ele que nem tem família?" sim, somos egoístas, "comigo não, mas com o outro tudo bem!".
O livro nos da um "safanão" para o que é real, que a morte existe, que não podemos fugir dela, que ao nos depararmos com uma doença, iremos atravessar alguns processos (crises existenciais, adaptação), e que principalmente, estamos todos para a morte desde que nascemos.
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Cris 11/09/2011

Difícil
Difícil falar deste livro quando se está vivendo o momento da perda de alguém muito amado e a separação de pessoas queridas... Às vezes ajudou, às vezes confundiu... cada pessoa reage de uma forma diferente. A única coisa que parece certa é que, independente do lado que a pessoa esteja, é um momento de fragilidade e que o apoio é fundamental, mesmo que seja apenas a presença de alguém em silêncio te dizendo mentalmente "estou aqui do teu lado".
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