Admirável Mundo Novo

Admirável Mundo Novo Aldous Huxley




Resenhas - Admirável Mundo Novo


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Vic 10/05/2019

MARAVILHOSO!
Uma obra prima! Encaixável em todos os contextos, realmente atemporal! Um livro pra poucos colocarem defeitos! :)
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Larissa.Cristina 07/05/2019

Admirável Mundo Novo
Ah, esse livro! Admirável mundo novo sempre foi um dos meus queridinhos no gênero distópico. Mas reler essa obra incrível me fez captar fragmentos do livro que deixei escapar da primeira vez que li. Sem dúvidas Huxley era um gênio. E a sua obra deve ser passada de geração para geração, a inversão de valores que a história apresenta ao mesmo tempo que é surreal eu consigo ver semelhanças com a nossa realidade. É uma história que deve ser lida por todos.
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stefani 03/05/2019

Falácia da felicidade e o controle social
Basicamente o livro contempla a realidade de uma civilização distópica que usa recursos de desenvolvimento tecnológico em vista aos próprios impasses do desenvolvimento tecnológico, buscando priorizar uma estabilidade social de maneira alternativa. Isso se torna possível na narrativa, a princípio, por meio dos chamados processos bokanovsky (basicamente ‘fabricação humana’ através de clonagem, criação e manipulação de embriões in vitro) e pré-condicionamentos psicológicos que permitem a manutenção da categorização de indivíduos em castas, em que há a plena aceitação e, ainda, prazer pela sua respectiva posição, e trabalho designados. Achei engraçado como o autor ressalta a homogeneidade entre os indivíduos e a produção em massa de seres humanos iguais, sem senso de individualidade fazendo referências geniais como ”Meu Ford!” (em vez de “Meu Deus”). Inclusive há uma manutenção desse controle social através da garantia da falta de sentimentalismos intensos, em que família e relacionamentos são considerados uma ofensa inaceitável. Sendo o mesmo válido para crenças como religiões ou fé. Por outro lado libido, despudor, consolidação de desejos carnais são estimulados, claro, sempre prezando pelos ‘exercícios malthusianos’, os métodos contraceptivos. A valorização da juventude, beleza, propagandas tendenciosas, lazer sensitivo, estímulo ao consumismo, e principalmente a administração do ‘soma’ – pílulas de verdadeira felicidade e escape momentâneo da realidade são ferramentas importantes contra possíveis ameaças a tão preciosa e vital estabilidade social.
Entretanto o que mais me surpreendeu foi o fato de que livro, escrito em 1932, apontar para possíveis questionamentos, críticas e desafios atuais como impactos do rápido avanço de tecnologias reprodutivas e de edição genética.... Cara isso é tão..! Black mirror...?
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Gabriel.Montilla 20/04/2019

Para abrir a mente
A informação em excesso pode ser alienante também. Quando se acha que sabe sobre tudo, não é mais interessante querer saber mais.
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natygs 17/04/2019

Livro admirável
Uma obra-prima! Como pude demorar tanto para ler esse clássico? Sem dúvidas, é um livro inquietante que faz provocações claras com temas que estamos vivendo já no dia-a-dia.
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Suelen 15/04/2019

Oh Ford, como eu amo distopias!
Incrível como todas as distopias que li até o momento retratam uma realidade que ou é futurista (como avanços tecnológicos) ou infelizmente está acontecendo atualmente; acredito que por isso elas estejam tão em alta hoje em dia.

O livro fala sobre um mundo imaginável (imaginável pois foi escrito em 1931, porém super provável) onde as pessoas são "fabricadas" (sim! é como se fosse uma linha de produção onde cada lugar/laboratório/cidade tem uma meta de nascimento para cumprir) e condicionadas a serem felizes e nunca questionarem absolutamente nada. É uma sociedade dividida em castas onde quanto maior sua casta maior é sua possibilidade de pensar por conta própria devido aos trabalhos que precisa realizar e em toda a sociedade é distribuída uma droga chamada "SOMA" que é o combustível para essa sociedade se manter sempre feliz e condicionada.

O livro traz essa relexão sobre como vivemos hoje em dia, numa sociedade consumista e manipuladora onde muitos consomem a "soma" atual que são drogas entorpecentes; onde tantos outros preferem à ignorância do que a verdade e assim buscam sua felicidade, pois como disse um certo filósofo "feliz é aquele que vive na ignorância".
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Maria 09/04/2019

O livro escrito em 1932 narra um futuro distópico, cuja sociedade é organizada por meio de castas. Todos os seres humanos são produzidos em laboratório (provetas) para cumprir uma função específica na sociedade, sem nenhuma possibilidade de questionamento.
A maior parte da estória se passa em um centro de condicionamento e não existem pais e mães. A propaganda e o condicionamento psicológico garantem que tudo pareça bem natural e positivo, e caso isso não funcione basta uma dose de "soma", o remédio da felicidade, para aliviar quaisquer aflições.
O que eu mais gostei desse livro foi a abordagem sobre a humanidade, sobre os sentimentos e a ausência deles, e sobre como a mente humana pode ser influenciada. Um verdadeiro tapa na nossa sociedade.
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Lirieudo 08/04/2019minha estante
Ótima resenha, tão boa quanto o livro!


Alcione 08/04/2019minha estante
Obrigada, querido. É do meu canal no telegram onde sempre tem resenha nova.
Mas esse livro merece até uma terceira releitura.




Kely Cássia 04/04/2019

E se abríssemos mão do amor, do carinho, da fé, da compaixão e de todos nossos sentimentos bons para que não tivéssemos mais sentimentos ruins?
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Sam Regis 03/04/2019

Um Verdadeiro Regime Totalitário de Sucesso, é Aquele que...
Uma obra ímpar, que nos demonstra como seria viver numa sociedade onde todos os valores são apagados, esquecidos, completamente ignorados em nome de uma vida vazia, cheia de falsas sensações, mentes sem qualquer centímetro de consciência individual e de crítica, onde a promiscuidade é algo normal e o amor, a família, a ciência e a religião são coisas impensáveis. Mas não pense que este Admirável Mundo Novo e seus horrores de vícios, promiscuidade e falsas alegrias estão longe; na verdade, isso já está acontecendo.
" Um Estado totalitário verdadeiramente eficiente seria aquele em que os chefes políticos de um Poder Executivo todo-poderoso e seu exército de administradores controlassem uma população de escravos que não tivessem de ser coagidos porque amariam sua servidão. "
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Luan Rael 02/04/2019

A premissa é muito boa, porém larguei a leitura umas duas vezes devido ao ritmo arrastado e a narrativa por vezes confusa. Quando o selvagem entra na história ela se torna muito mais interessante, compensando o inicio que é um pouco chato.
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@alephbookworm 22/03/2019

Como um cara que nasceu em 1932 consegue ser tão visionário como esse abençoado foi? Meu deus é assustador como ele consegue descrever nossa sociedade. O que será nosso soma?

Única coisa que tenho que comentar é que a leitura é meio truncada e pesada pela escrita (pela época e o idioma tbm).
Pris Monção 25/03/2019minha estante
Pensei a mesma coisa: como ele consegue ter uma visão tão ampla e visionária?


@alephbookworm 26/03/2019minha estante
sei não mulher... eu terminei ele e fico assustado como ele acertou em cheio (e certeza que vou ficar mais assustado ainda quando ler 1984




Gy de Paula 21/03/2019

Temática incrível, mas escrita cansativa.
Clássico da ficção científica distópica, Admirável Mundo Novo, publicado em 1932, retrata o mundo num distante futuro, em meados de 2500, ou 700 depois de Ford. Sim, aquele mesmo do da linha de produção. Ford faz alusão também a Deus (Lord, do inglês), sendo essa a orientação religiosa das pessoas da época.
Em Admirável Mundo Novo a sociedade é perfeita. Todos são perfeitamente e controladamente felizes.
Em uma clara referência ao sistema fordista de produção, as pessoas são produzidas - não reproduzidas - em laboratórios. Nascem de provetas, cuidadosamente manipuladas e com componentes bem medidos, que definirão a que casta cada indivíduo pertence (Alfa, Beta, Delta, Gama e Ypsilon). Cada casta possui suas características próprias e até vestimentas de cores específicas. As pessoas são condicionadas a serem felizes exatamente na casta para a qual foram projetadas, não havendo mobilidade social. Esse condicionamento vem através dos trabalhos de criação nos laboratórios, das condicionantes ambientais e da hipnopedia (repetição contínua de uma informação no sono).
O controle social se dá através do Soma, uma droga (psicotrópico) que visa garantir a felicidade e estabilidade da sociedade. Essa droga é distribuída pelo governo diariamente, uma forma clássica de atuação do totalitarismo.
Neste Admirável Mundo Novo, o sexo é visto como uma mera atividade recreativa, sem erotização e extremamente higienizada. sendo atividade quotidiana inclusive entre as crianças (Sim! É chocante!).
O parto é algo animalesco, até pornográfico.
A monogamia é um atendado à moral. Ninguém é de ninguém e não existem maridos, esposas, mães, filhos. O conceito de família é suprido num ambiente no qual o que permanece é somente a sociedade, com a substituição dos seus indivíduos a medida que morrem.
A literatura do nosso tempo é suprimida em sua quase totalidade. Livros como a Bíblia e a obras clássicas como Shakespeare não são acessíveis aos indivíduos.
Vale dizer que todos são belos. Mesmo durante a velhice. São todos jovens, com corpos bem desenhados. E mesmo depois da morte (que não é motivo de tristeza!), esses indivíduos têm uma finalidade, retornando 15% do seu corpo em forma do composto químico Fósforo para a sociedade.
Compõem a trama, dentre outros, os personagens Bernard (um Alfa, por quem se estabelece uma relação de simpatia logo de início, que sofre preconceito por ser um pouco diferente dos demais Alfas), Lenina (uma Beta "pneumática" que acaba fugindo um pouco ao condicionamento), John (um Selvagem que não se encaixa nem no seu mundo, nem no Admirável Mundo Novo) e Linda (a mãe do Selvagem, outrora uma Beta do mundo civilizado).
Huxley traz um panorama de uma sociedade utópica, a sociedade perfeita e equilibrada, onde as pessoas não são livres e sequer sabem o que é liberdade. Uma sociedade onde até os sentimentos são controlados, onde as pessoas não têm o direito sequer de ficar tristes ou desanimadas ou com raiva, na qual o governo que é bonzinho distribui a droga da felicidade (ou seria da alienação?).
A temática do livro é excelente! Admirável é o pensamento do autor ter alcançado tal ponto em 1932. A escrita no entanto é enfadonha.
Sofri pra terminar o livro. Não tenho intenção de reler em momento algum da minha vida, nem de ler qualquer outro livro do autor.
Vale a leitura. É um alerta! A fantasia da mente do autor é fantástica! Mas, pra mim, foi uma leitura extremamente cansativa.
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