Admirável Mundo Novo

Admirável Mundo Novo Aldous Huxley




Resenhas - Admirável Mundo Novo


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Gi 28/06/2019

FAVORITO
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Carol 26/06/2019

Fraco
Quando comparamos Admirável Mundo Novo com outras distopias, como 1984, fica muito nítido como a proposta desse livro é fraca. Personagens rasos e, principalmente, o fato de que ele não transmite aquela noção de futuro possível, típica das distopias. Apelativo demais ao sexo de forma que fica até sem sentido. E a sociedade que é descrita como sendo "similar a dos nossos tempos", de selvagens, é bem mal desenvolvida, além de não trazer familiaridade alguma para o leitor.
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Jord Dut 25/06/2019

Espetacular!
Admirável mundo novo de Aldous Huxley é um livro que recomendo para quem quer entender o básico de como funciona as estruturas de uma sociedade, entender que não existem modelos absolutos ou inquestionáveis - os modelos de sistemas existentes nas civilizações podem ser desenvolvidos e aplicados. O livro é recomendável também para quem procura entender as relações humanas dentro desses sistemas - relações humanas em várias posições sociais. Aldous Huxley foi um gênio de seu tempo, por isso recomendo que leiam ele, principalmente o livro Admirável mundo novo, porém não leiam a edição publicada pela editora Globo, pois a mesma permitiu ao Olavo de Carvalho escrever o prefácio do livro, prefácio esse onde existem opiniões erradas e muito equivocadas, ou simplesmente desonestidade racional, o Olavo de Carvalho escreveu asneiras sobre o livro - os ossos de Aldous Huxley devem ter se revirado no túmulo após aquele equivocado e falacioso prefácio.
Leiam o livro! Pois é uma ficção científica extremamente intelectual e importante, é um clássico da literatura mundial.
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Letuza 19/06/2019

Não dá para parar de ler
Admirável é o adjetivo para esse livro! Um livro escrito em 1931, por um escritor nascido no século XIX... o livro é intenso, inteligente, cômico e incômodo.
?Haverá, na próxima geração, um método farmacológico de fazer as pessoas amarem sua servidão e produzirem ditadura sem lágrimas, por assim dizer, produzindo um tipo de campo de concentração indolor para sociedades inteiras, de modo que as pessoas terão de fato suas liberdades tiradas delas, mas preferirão apreciar isso, porque elas estarão distraídas de qualquer desejo de se rebelar por propaganda ou lavagem cerebral, ou lavagem cerebral aprimorada por métodos farmacológicos. E esta parece ser a revolução final. ?(Aldous Huxley, Grupo Tavistock, California Medical School, 1961)
Esse texto do autor explica um pouco do que encontramos no livro.. leitura daquelas que não dá para parar...
Um romance distópico, instigante. Conta a história de uma sociedade padronizada, condicionada, criada, subjugada, de acordo com interesses de uma minoria. É assustador como a humanidade torna-se desumana.
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Jessica.Guabiraba 19/06/2019

Admirável mundo velho
Admirável mundo novo, oh que admirável mundo novo! Não, pera... Prefiro esse mundo velho, prefiro ser a selvagem que ler Shakespeare, não quero ter castas e o soma para deixar feliz, quero ser feliz quando de fato eu for, quero liberdade de me irritar quando necessário. Não há encaixes perfeitos e essa obra é brilhante ao mostrar que a "perfeição" é assustadora. As indagações de Bernard e as falas de Jhon, trazem marcações incríveis no texto. Fora que é riquíssimo em citações de grandes clássicos da literatura??
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Mariana.Oliveira 17/06/2019

Que livro decepcionante! A ideia do enredo é genial! Uma sociedade utópica (ou seria distópica? Rs) em perfeito equilíbrio... cada individuo é condicionado em absolutamente todos os aspectos da vida, tem-se aí uma sociedade inteiramente feliz!

O interesse de ler já é antigo, afinal, que puta estória não é mesmo? A realidade, por outro lado, se mostrou diametralmente oposta, o conteúdo é porcamente explorado, a complexidade dos personagens (muito interessantes diga-se de passagem) não é aprofundada e a única coisa que o autor consegue despertar é um sentimento de quero mais.

Não posso ser injusta em não reconhecer que algumas passagens provocam uma interessante reflexão da vida em sociedade em que vivemos, mas é isso.

Enfim, não cheguei a me arrepender da leitura, porque é um clássico da literatura e é bom já ter lido uma obra eventualmente citada e discutida, mas o fim da leitura foi arrastada, seduzida pela ideia de abandono.
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Allean 16/06/2019

Quebrando as expectativas
O primeiro pensamento que tive quando acabei era de ler era "então, é esse livro que todos falam. É por isso todo esse alvoroço?"
Então, acabei a obra e entrei numa ressaca literária, três meses depois, ainda me questionava sobre os levantamentos dele.
Até onde o sistema, o governo, o povo controla o dia a dia das pessoas, as coisas que estão erradas nos mundo e o que fariamos pra mudar, se tivesse o poder pra fazer isso. Cultura, religião, sociedade, autoconhecimento.
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Sthef 30/05/2019

Não indico!
"Os estudantes aprovaram com um sinal de cabeça, manifestando vigorosamente sua concordância com uma afirmação que mais de sessenta e duas mil repetições lhes tinham feito aceitar, não apenas como verdadeira, mas como axiomática, evidente por si mesma, absolutamente indiscutível."
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Em 1932, Aldous Huxley lança sua obra, uma distopia banhada na ciência. Sendo o autor de uma família da elite britânica, era um homem muito culto, que estudava desde a teologia até o darwinismo. A obra foi pensada para ser uma crítica à idéia de um mundo perfeito, apesar disso, foi um livro que detestei e não me colocaria para ler novamente.
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O enredo de Huxley se passa em 2542, onde a sociedade evoluiu e se "civilizou". Não existem mais nascimentos vivíparos, todos agora nascem em laboratórios, em grandes quantidades e, antes mesmo disso, já são destinados para suas castas. Alfa, Beta, Gama, Delta e Ípsilon. É óbvio que, então, existe a pirâmide, onde os Alfas, da forma que lhes é permitido, são mais livres, enquanto os Deltas e os Ípsilons são criados apenas para serviço em indústrias, por exemplo.
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A trama gira em torno de Bernard Marx, um psicólogo Alfa que, devido a um problema no laboratório, nasceu com uma deformidade física, que o diferencia dos outros alfas, fazendo com que seja excluído pelos seus iguais e desprezado pelos que são abaixo dele. Bernard então se revolta, e procura meios de ser livre e mostrar aos outros o seu valor.
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"Mas, embora reconciliado pelo êxito, recusava-se a abandonar o direito de criticar essa ordem."
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O ponto chave do livro, ao meu ver, é a questão do condicionamento. Todas as pessoas, vão para as 'escolas' do governo, onde ao dormir, ouvem frases que condicionam seu pensamento a achar que tudo está certo no modo como são controlados.
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Apesar de uma ideia central ok, achei a obra chata e bastante confusa. Além de ter personagens mal construídos e com motivação fraca. Crítica boa se pensar na época em que o livro foi escrito, mas algo ficou faltando. Não indico, me desculpem.
Carme 08/06/2019minha estante
Eu entendo seu ponto de vista da má construção dos personagens, mas eu entendo que foi proposital, uma vez que a civilização cultuava isso de não se apegar uns aos outros(a morte é sempre tão banal e sem importância no livro), que o objetivo dele com os principais foi esse, para não nos apegarmos e para que ficasse clara a dinâmica deles. Além disso, a fraca motivação deles mostra como a sociedade era superficial, cheia de futilidade e sempre em busca de superar e extinguir problemas... Eles quase não tinham de que reclamar pois mesmo os que tentavam subverter as ordens eram supreendidos por lições hipnopédicas que os limitavam, dotados de preconceitos.




Alana Anillo 20/05/2019

Mas, pelo ano 600 d.F., quem sabe o que não estará acontecendo?
"Um Estado totalitário verdadeiramente eficiente seria aquele em que os chefes políticos de um Poder Executivo todo-poderoso e seu exército de administradores controlassem uma população de escravos que não tivessem de ser coagidos porque amariam sua servidão." p.14
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Leonela_ 20/05/2019

Leitura difícil
Achei a leitura meio difícil, comecei a ler e nesse meio tempo de leitura fiz a leitura de outros 3 livros pra só depois conseguir voltar e terminar a leitura de Admirável mundo novo. Sem dúvida um tema surpreendente e que reflete um rumo possível e atual pra sociedade em que vivemos. A história nos conta que um outro mundo é possível, um mundo em que tudo funciona de forma estável e sem surpresas um "admirável mundo novo", mas o que acontece quando alguém não habituado a esse mundo um chamado "selvagem" é inserido nesse novo mundo? É possível doutriná-lo? Tornar esse selvagem um sujeito sociável? Esse diálogo do livro entre o Selvagem e o Administrador nos mostra o abismo desses 2 mundos:
- Mas eu gosto dos inconvenientes.
- Nós, não. Preferimos fazer as coisas confortavelmente.
- Mas eu não quero conforto. Quero Deus, quero a poesia, quero o perigo autêntico, quero a liberdade, quero a bondade. Quero o pecado.
- Em suma - disse Mustafá Mond -, o senhor reclama o direito de ser infeliz.
- Pois bem, seja - retrucou o Selvagem em tom de desafio. - Eu reclamo o direito de ser infeliz.
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Laura 16/05/2019

Vale a pena a leitura!!
O livro é incrível e, na minha opinião, vai melhorando conforme vai chegando ao final. Apesar de escrito há quase 90 anos ele ainda encaixa na nossa realidade atual e faz pensar sobre diversas questões da nossa sociedade.. em especial achei que fez refletir sobre questões que acreditamos ser ?verdades? e que normalmente não vemos como construções sociais.
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Mi Hummel 15/05/2019

Uma experiência social que deu certo?
Admirável Mundo Novo é um livro pra lá de interessante. Te faz pensar bastante.

A história gira em torno de uma sociedade que busca a estabilidade, a perfeição social. A civilização é constituída por humanos desenvolvidos por laboratório e cada qual com uma tarefa social específica. E, para garantir a paz, cada indivíduo é condicionado não apenas a fazer determinada atividade, mas a fazê-la porque gosta e está talhado para isso.

Não há conflitos. E, se existem, são controlados com uma porção de SOMA, uma espécie de droga, que garante a felicidade permanente.
Tudo funciona para o coletivo. Por isso, não existem famílias ou casais. A identidade é anulada em favor do bem estar da sociedade e quem dela faz parte é incentivado a manter relacionamentos abertos, com o maior número de homens e mulheres possíveis. Afinal, se todo mundo é de todo mundo, não há porque haver brigas amorosas ou ciúmes.

E, de repente, o autor nos propõe um embate entre esta nova sociedade e a antiga, com o surgimento de John, o Selvagem, adepto de Shakespeare e nascido de uma mulher e não de um bocal de laboratório.

Uma das partes de que mais gostei é quando uma das personagens fala sobre a não necessidade de uma religião e do controle da Ciência a fim de que ela seja usada para manter a sociedade como ela é e não para questioná-la. Vale ler.

Estou dando 3 estrelas apenas porque em alguns momentos achei um pouco arrastado. Com John recitando Otelo ou Romeu e Julieta, trechos de músicas...Enfim. Achei um pouco chato. Ainda que eu saiba que a formação intelectual de John é toda em cima do escritor inglês e de rituais indígenas.

Fora isso, um livro realmente bom pela proposta.
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Vic 10/05/2019

MARAVILHOSO!
Uma obra prima! Encaixável em todos os contextos, realmente atemporal! Um livro pra poucos colocarem defeitos! :)
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