Entrevista com O Vampiro

Entrevista com O Vampiro Anne Rice




Resenhas - Entrevista Com o Vampiro


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zolotar 27/03/2009

Tudo que Crepúsculo queria ser quando crescer.
Carol 28/04/2011minha estante
exatamente, ^^'


monimoni 17/05/2011minha estante
hauahua, pior que é verdade! mas né... crepúsculo FAIL


Náylla 29/07/2011minha estante
GAME OVER pra Crepúsculo depois dessa!


Isadora 25/10/2011minha estante
crepúsculo é ficha pra esse livro.


Vivi 07/12/2011minha estante
Gostei do livro, mas achei o Louis incrívelmente chato! Falta-lhe a cueldade, que é o que torna os vampiros mais interessantes. A Cláudia, sim, ela é uma vampira de verdade, realmente sanguinária, apaixonante e cruel, e tudo isso em uma "criança", torna a história realmente interessante! E é claro que não dá para comparar esse livro com aquela histórinha para emos, porque Crepúsculo é uma MERDA!!!


De 03/01/2012minha estante
Crepúsculo até fez carinha de okay(do meme) agora XD


Stron 09/02/2012minha estante
Sabe porque perto de QUALQUER livro sobre vampiros de verdade a Saga Crepúsculo parece coisa de criancinha? Porque infelizmente a Stephenie Meyer, imaginou um vampirinho e um lobinho retardadinhos que só faltaram chegar com o cavalo branco. Edward matava estrupadores, isso foi o mais perto que ele chegou de ser um vampiro de verdade, tomar sangue de gente, mas ainda sim ele fazia o bem. O senhor, isso não é historia de vampiro. Agora ECV eu to LOUCA pra ler *-* espero que os comentários nao sejam ilusões U.U


Elisama 21/05/2012minha estante
Bom gente,o livro em si eu abandonei,não por ser ruim,mas acabei meio que cansando da história porque eu assisti o filme diversas vezes (eu sei,o Livro é muuuuito melhor que o filme,mas enfim).Eu indico pela autora,a Anne Rice com certeza é uma lenda no que se diz respeito à vampiros (: então,leiam ;*


RaissaNantes 18/12/2012minha estante
kkkkkkkkkkkkk... adorei seu comentário... Ninguém nunca escreverá vampiros como Anne Rice fez... #SEMMAIS


Marinne 28/03/2013minha estante
auhauhauahuahuah concordo com força! Me recuso a ler Crespúsculo porque o meu ideal de vampiro foi moldado pela Anne Rice!


Chay 28/06/2013minha estante
Gostei haha.


Joice Soares 13/11/2013minha estante
Hahahahaha verdade, apesar de que nem podemos considerar crepusculo como um livro de vampiros.


Ana Claudia Car 25/02/2014minha estante
é um livro , muito lindo, tocante, e com um ton de tristeza e melancolia, os personagens são cativantes , e muito interessantes. eu adorei...


Bebel 13/04/2014minha estante
Vampiros QUEIMAM AO SOL! e NÃO BRILHAM FEITO PURPURINA NELE! Isso ja resume tudo =D




Karine Coelho 07/10/2009

Impressões finais sobre Entrevista Com o Vampiro
Os fãs teem um pouco de razão. Depois que você lê sobre os vampiros de Anne Rice, os vampiros de Crepúsculo parecem incrivelmente infantis e ingênuos. A história em si é muito filosófica, por causa dos pensamentos e meditações de Louis. Poucas pessoas realmente gostam desse livro por causa disso, mas a verdade é que isso é a essência da história. Ele se recusa a simplesmente aceitar a idéia de ser um vampiro. Ele queria respostas sobre tudo aquilo. Ele tinha raiva do Lestat porque ele não lhe dava essas respostas; mas no final, com Armand, ele descobriu que não havia resposta alguma. A vida de vampiro era como a vida humana, cheia de mistérios e perguntas sem resposta. Mas o mais interessante do livro é a pequena Cláudia. Ao mesmo tempo que te dá vontade de pegá-la no colo, te dá medo também. Ela, com seus eternos cinco anos de idade é a vampira mais cruel e perversa da história. Mais cruel do que o mais cruel dos vampiros de Crepúsculo. Uma personagem e tanto.
Rafael 23/10/2009minha estante
Nossa, Karine... eu nunca fui muito fã do gênero vampiresco. Mas depois do crepusculo, comecei a me interessar. Uma amiga sempre me recomendou o ENTREVISTA COM O VAMPIRO mas eu nunca dei bola. Sua resenha me inspirou, vou comprar esse bendito livro amanhã mesmo, hehe! Valeu, amiga.


Lili Machado 10/11/2009minha estante
Karine - que bom te encontrar aqui, também, nas resenhas - parabéns pela coerência do comentário. Beijs,


vic 18/01/2010minha estante
eh...a claudia eh perfeita mesmo...de todos os livros q eu li,ela eh a personagem q eu mais gostei.muito boa a resenha.xoxoxo


Isa 18/10/2010minha estante
Boa Resenha.


Evelyn 01/04/2011minha estante
Na verdade, esse livro mostra tudo pela visão de Louis. Lendo os demais das Crônicas Vampirescas, você vai entendendo que as coisas não eram exatamente como ele contou. Quanto à Claudia, imagina ter mais de 70 anos e estar eternamente aprisionada em um corpo infantil? Ela era muito revoltada... Mas existem personagens melhores, na minha opinião, Marius.


Fernando 08/07/2011minha estante
É por essa questão filosófica do livro que eu discordo da maioria dos fãs da série, preferindo este ao Vampiro Lestat. no Lestat muito sobre a natureza dos vampiros é revelado, o universo de Anne toma proporçõe muito maiores; mas a profundidade e a quantidade de temas com paralelos com a nossa vida que o Entrevista traz é muito superior.


paloma 20/10/2011minha estante
eu gostei de ECV exatamente por suas questões filosóficas. É claro que a história em si, é muito boa. Mas a filosofia, as perguntas e as faltas de respostas, todas as duvidas e questionamentos de Louis, tornam o livro ainda mais interessante.




Evelyn Ruani 16/09/2010

Bom, eu não gosto de Vampiros. Li a coleção da Stephenie Meyer mais por não ficar de fora das conversas, do que por gosto realmente. Acho que também é por isso que gostei mais do livro Lua Nova que de todos os outros. Lobos são mais aceitáveis. Não sei bem qual é o problema com os vampiros, mas não gosto. Quando terminei de ler Amanhecer, prometi que não ia ler mais nenhum, que minha cota vampiresca estava acabada pelo resto de minha vida.

Mas, decidi abrir uma exceção para Anne Rice, afinal não podia basear minhas leituras vampirescas apenas nos livros da Meyer. Fiquei feliz de ter feito isso. O livro de Anne Rice me cativou logo no início. Narrativa apaixonante e super poética. Adorei o Vampiro Louis desde o princípio, seu lado mais humano que imortal, seus sentimentos, seus pensamentos, sua bondade e compaixão totalmente atípicos de sua natureza.

E Lestat. A figura lendária que é Lestat. Eu o admirei e odiei durante toda a leitura. Suas respostas às perguntas incessantes de Louis (e mais a frente na narrativa, de Cláudia) seriam cômicas se não fossem trágicas. Uma figura em forma de Vampiro. A morte em suas milhões de facetas.

Mas o que realmente gostei no romance de Rice (e nem dá pra comparar aos romances de Meyer, pq são totalmente diferentes) é que os Vampiros são maus. Sua natureza é assassina, cruel, desumana e insensível. Mesmo Louis, que lutou durante o livro todo contra isso, teve seus momentos totalmente vampirescos.

Os personagens pareciam reais. Reais demais a ponto de me deixar com medo e de me fazer virar o rosto em certas cenas. Agora, preciso desesperadamente ver o filme. E talvez (mas só talvez, eu leia outro livro de Rice: O vampiro Lestat). E aí sim, será o fim dos Vampiros pra mim. Fecharei a cota com chave de ouro. Leitura recomendada!
Rose 15/09/2010minha estante
Fico contente que tenhas gostado, eu adorei este livro, é um livro de ficção tão bem escrito, que em alguns momentos parece que vc esta lendo algo que realmente aconteceu... incrível!


Fe Sartori 16/09/2010minha estante
Quero ler Vê,
Me parece muito legal!!


Isa 18/10/2010minha estante
Para mim, você deve ler as crônicas inteiras para poder aproveitar e "abrir" seus horizontes. oa Resenha.


Evelyn 01/04/2011minha estante
Boa resenha!
Primeiramente, fico triste que muita gente venha a conhecer literatura vampiresca pelas obras de Meyer. Ela é uma escritora fraca, isso é um fato conhecido.
E em segundo, acho que você deveria ler as outras obras das crônicas vampirescas. Verás que Louis não é exatamente como ele contou, nem que Lestat é tão mau, nem que vampiros são assassinos, cruéis, desumanos e insensíveis... Isso, na verdade, foi apenas a visão de Louis da história.


Fernanda W. Borges 10/07/2011minha estante
Não li ainda quaisquer dos livros, mas quanto aos filmes, posso adiantar que Entrevista humilha os vampiros fru-frus. Eu não gostava do Tom Cruise, até vê-lo encarnando Lestat. Um filme memorável! Estou doida pra ler o livro.




Jana 13/01/2013

Hoje vou contrariar a sociedade: esse é um livro praticamente épico, uma referência quando se fala de vampiros, mas eu não gostei. Gostei do filme - e espero que isso não signifique que eu tenha perdido alguns neurônios - contudo, achei o livro relativamente fraco.

Ele é bem escrito, os personagens bem desenvolvidos... Mas Louis... Ah, Louis. A vida de vampiro pode ser muito triste e cheia de dilemas e isso deve ser explorado, pois é crucial. Concordo com essa abordagem. No entanto, com Louis, a coisa ficou meio "exagerada". São páginas e páginas de melancolia, sofrimento e angústia. E Cláudia, apesar da perspectiva assustadora (uma mulher que se desenvolve presa eternamente no corpo de uma criança? Horrível. Bem, crianças me assustam facilmente), é uma personagem meio pedante. Claro que isso pode ser culpa de Louis, já que a história se passa através do olhar dele e tudo parece mais preto e branco dessa forma. Já Armand, mesmo com todo o esplendor de sua experiência vampiresca, mostra-se superficial e entediante. Tudo é muito calmo em alguns momentos, sem paixão. O tamanho da tristeza não é compatível com os demais sentimentos e por isso, para mim, a história acabou caindo na mesmice. Minha visão pode parecer radical, mas foi essa a impressão que tive.

Por último, há Lestat. O único que se salva. Ele é irônico e impulsivo e, ainda que a tristeza reinasse na maior parte das palavras, eu consegui rir graças a esse vampiro louco. Pretendo ler o livro que mostra a perspectiva dele, tenho certeza que deve ser melhor.

Enfim, sei que poucos concordariam comigo, mas opinião é opinião. Achei essa uma história com potencial e houveram momentos em que realmente me senti interessada pela leitura, mas não foi algo que simplesmente fluiu. Não fiquei ansiosa pelas próximas páginas ou curiosa com algum acontecimento. Simplesmente, não me instigou. Acontece.
Tai Filth 28/01/2013minha estante
Não tem nada de mais o fato de você ter gostado mais do filme do que do livro. Ninguém é mais ou menos inteligente por isso, pelo contrário. Filmes também são necessários! O livro "Entrevista com o Vampiro" eu li há muito tempo, não era meu, eu peguei da biblioteca. Na época eu lembro também de ter preferido o filme, mas como isso faz muito tempo, então eu preciso ler novamente para ter certeza. Talvez a opinião que eu tive antes não é a mesma que eu possa ter agora!


Gi Maggioni 20/08/2013minha estante
Olha, concordo plenamente com você!




JH 18/10/2010

Um livro intenso e, ironicamente, muito humano. O mistério dos sentimentos, razões e motivos por trás das atitudes são o foco desta clássica história de vampiros.
O que se passa na mente de um ser que vive por séculos e séculos? Quanta beleza tem de haver no mundo para motivar alguém que vive para sempre?
Louis – o vampiro – nos apresenta, mais como uma auto-confissão do que como uma narração, questionamentos sobre o que é o bem e o mal, sobre a existência de Deus e do diabo, sobre o sentido da existência, e um profundo sofrimento por perceber, na eternidade, quão efêmera é a vida, o quanto pode fluir e mudar e levar para o nada um momento precioso que um dia foi vivido. Um sofrimento que só pode ser sublimado momentaneamente através do ato de matar ou... amar!
Uma ficção feita para pessoas sensíveis, e não para os consumidores de meros contos vampirescos, bestsellers que lotam as estantes das livrarias nos dias de hoje.
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Mateus 03/07/2013

Vampiros vão muito além do que Crepúsculo, e Entrevista Com o Vampiro mostra muito bem isso. Talvez esse seja o melhor livro de vampiros desde Drácula, abrangendo muito mais tópicos e questões sobre vampiros que em Drácula não mostrava.
A vida de um homem, mudada radicalmente quando é mordido por um vampiro, uma saga em busca de seus iguais, encontrando pessoas que gostaria não ter encontrado, e presenciando cenas que não gostaria de ter presenciado.
Pode até ser considerado romântico, mas o livro nos trás uma boa leitura e com muito mais ação que "outros" livros de vampiros que encontramos hoje em dia. Talvez a leitura se torne um pouco cansativa às vezes, mas não desanime, vale a pena ler.
Pedro Ivo 16/08/2013minha estante
Faltou vc mencionar que a soberba tradução brasileira é de Clarice Lispector!


Rafa Sotirakis 04/03/2014minha estante
As resenhas dele são as melhores!!




Camila Ramos 23/02/2012

Anne Rice é uma diva pra mim. Claro, quando eu fui ler Entrevista com o Vampiro eu ainda não sabia que ela viria a ser minha autora favorita. Mas agora que ela é, é muito fácil falar isso né! Mas vamos lá.

Esse livro foi o primeiro que eu li da Anne. E eu me encantei por ele e por ela também. O livro é narrado por Louis. Ele conta a estória dele pra um colecionador vidas. O Louis conta sua vida a partir do momento que ele virou um vampiro. O motivo que levou ele mais facilmente pra esse caminho e tal. Foi no séc. XVIII e ele tinha 25 anos. Lestat apareceu e concedeu a ele o “Presente das Trevas”. Louis aceitou de bom grado. Sim! Após se tornar vampiro, Louis não consegue se render ás necessidades básicas, como sangue humano, e é continuamente seguido pela culpa de escolher tal caminho. Mas ele quis não é, fazer o que agora.

Lestat percebe que ele não está lá muito feliz e traz um motivo pra o Louis não ir embora. A garotinha Claudia. Como previsto, o Louis é sentimental demais pra deixar o Lestat por causa do que ele faz. Muito tempo depois de vários acontecimentos o Louis vai pra Paris com uma companhia em busca de outros vampiros e atrás de um sentindo pra vida/morte desses seres das trevas. O Louis (como tantos outros vampiros) questionam muito sobre a morte/vida deles. Será que existe um Deus? Será que vampiros tem almas? Será que existe um inferno?... Eu acho muito interessante isso.

Mas confesso aqui que o Louis é o vampiros MAIS CHATO QUE EXISTE. Ele guarda uma parte humana dele dentro de si ainda e isso deixa ele muito pé no saco. Louis se vê como a “desilusão contemporânea”, a tristeza que assola todas as épocas.

Mas fora isso, o livro é maravilhoso. Pra quem gosta de vampiros não pode deixar de ler esse livro. Anne Rice definitivamente é a mãe de todos os vampiros. :D
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Marlon Teske 18/02/2011

Muito antes do Formspring
Esse é um livro muito bom especialmente por sua simplicidade. Seguindo com a maratona vampirica de livros, Entrevista com o Vampiro restringe-se quase que basicamente a isto. Um repórter e um vampiro se encontram por acaso num bar, a criatura sobrenatural o convida para relatar sua história, o sujeito acostumado com excentricos aceita e liga o gravador. Dali em diante, a história de Louis tem início.

Da saleta de um quarto de hotel somos transportados até a sinistra Nova Orleans do século XIX, com suas plantações crescendo ao longo do Mississipi, de fazendas burguesas repletas de escravos e das lendas alimentadas pela supertição do povo. Mas aqui estas lendas caminham. E bebem sangue. Louis nesta época é um fazendeiro de certo prestígio, responsável por sua família e que após a morte do irmão afunda num mar de culpa que o levaria irremediavelmente à morte se não fosse pela chegada de Lestat, um vampiro boêmio e de hábitos terríveis com um pai velho e a beira da morte. Lestat oferece a Louis a troca de sua fazenda pela imortalidade. Uma troca, aliás, que o protagonista jamais compreende.

Dali em diante a história se desenrola ora sobre as questões de Louis sobre a aparente ignorância de Lestat quanto ao estado em que vivem em contrapartida com o maravilhamento em relação às coisas simples que agora, como um vampiro, ele tornou-se capaz de apreciar de maneira diferente ao que fazia em vida. Na verdade boa parte da história gira em torno deste sentimento de "não sabia o quanto possuia até perder", fruto da própria personalidade depressiva de Louis.

Fora alguns poucos momentos em que vampiro e ouvinte são colocados frente a frente (para trocar a fita do gravador, em geral, ou compartilhar alguma opinião menor sobre os fatos), a história se trata de um monólogo do vampiro que transcorre no tempo de uma noite inteira até seu desfecho, no mínimo, esperado, mas nem por isso menos bacana.

Já é um dos meus livros favoritos.

Lido em Janeiro de 2011
May Immortal 17/12/2011minha estante
Apesar de mostrar as coisas da perspectiva de um humano até se tornar um vampiro, não gostei muito do livro, pela atitude do Louis, muito depressiva. Gostei muito mais de "O vampiro Lestat" e "A rainha dos condenados". Ótima resenha, porém.




Ana Nery * Deus 03/01/2010

O meu mavilhoso é amado Louis De Pointe Du Lac
Bem,gosto desse livro,um dos meus prediletos,dentre a lista das "Crônicas Vampirescas" está em terceiro lugar.Louis De Pointe Du Lac aparece deixando o primeiro conto a ser lido.Lamento que muitas pessoas não vejam o que Louis têm para oferecer:


*Um melhor entendimento do lado humano.

*Uma melhor visão do que é realmente deixar de lado tudo o que amamos um dia.

Gosto muito do lado furtivo com que Lestat e mostrado,gosto da selvageria com que Louis define Lestat ao longo de todo livro.Louis é feito para ser amar e não ser odiado,como acontece com muitas pessoas.

Louis De Pointe Du Lac: A nuance para se entender a imortalidade da melhor ou pior forma
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Aline Mendes 01/07/2013

A narrativa da Anne Rice é sensacional. Faz você pensar sem se cansar. Eu adoro.É impossível não se apaixonar pelo Lestat, mas minha paixão começou primeiramente pelo filme agora pela literatura.
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SakuraUchiha 31/03/2015

O livro mostrou uma gama completa de emoções.
O enredo predominante de quase todas as histórias de terror que já foi dito girou em torno da idéia de que os heróis são os que são vítimas de um terrível monstro.
'Entrevista com o Vampiro' mudou a idéia tradicional do "monstro", deixando a criatura do conto ser o herói. Há centenas de histórias contadas a partir do ponto de vista das vítimas assustadas tentando matar um monstro, mas a história de Anne Rice é contada do ponto de vista do assassino, o monstro... o vampiro. Mas não se deixe ser enganado pelo título. Embora o herói do livro é um vampiro, o tema do livro não é o que se poderia esperar. Embora Rice faz do vampiro uma criatura bela e sedutora, quase glamourosa, ela também mostra o lado mais sombrio da imortalidade.
Antes dela começar a se aprofundar no estilo de vida dos vampiros em suas continuações posteriores do Crônicas Vampirescas, Rice examinou os aspectos mais preocupantes de ser um vampiro novato: a culpa, o desespero e a solidão.
Rice mostra que inclusive a morte em si não apresenta todas as respostas da vida, e que os problemas dos meros mortais ainda assolam as mentes do sobrenatural. O narrador da história, um vampiro de 200 anos de idade chamado Louis, que temia a vida como um mortal, encontrou algo que ele pensou ser ainda mais terrível do que a própria morte: a vida eterna. Suas experiências podem horrorizar você ou pode encantá-lo, provavelmente vai fazer as duas coisas, mas não vão te aborrecer. Se você está andando pelas ruas de Nova Orleans, e sente que está sendo seguido, mas sem ouvir passos, você pode apenas estar sendo perseguido por um Louis ou pelo Lestat ainda mais ameaçador. Mas armado com uma nova visão de Anne Rice dos seres mortos-vivos, em vez de fugir com medo, você pode apenas se ver desacelerando para se deixar ser abordado.
Entrevista com o vampiro é uma história sensual sobre um vampiro, que leva-nos numa viagem através dos séculos e história, há a realidade e a ficção se misturando para fazer esta história mais sair e surpreendente. Este lugar onde ela nos leva não tem limites de tempo, lugar ou espaço. Anne Rice tem o talento maravilhoso de transportá-lo para o próprio corpo de seus personagens. Ela encanta e seduz seus leitores com todas as passagens em seu misterioso mundo dos mortos-vivos. Ela faz você querer rir, chorar e se enfurecer, juntamente com Louis, Lestat, e Claudia. Este é o tipo de narrativa que cada aspirante a escritor deve tomar nota. Além disso, o fato de que ela escreveu quando estava em luto por sua filha, torna ainda mais real para uma pessoa, mesmo que não seja um vampiro.
Se você decidir ler seus outros trabalhos, você vai ver que ela cresce em talento e energia com cada um. Esa série vai deixar você vagando, pensando e implorando por mais. Acredite em mim, você nunca vai ficar entediado ou desapontado com Anne Rice.
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R-uivor 04/12/2014

A explicação sangrenta da dor
Primeiramente, eu gostaria de ressaltar que fui atraída a ler o livro pelo filme, que já havia assistido algumas vezes e imensamente era de meu gosto. Mas o livro com sua perspectiva pungente com relação à culpa, ao mal, e ao mundo distante que cerca o personagem principal, Louis, é uma reflexão insanamente clara, detalhada e bela.
Em mim a obra despertou uma abundância de sensações quanto a tantos problemas na humanidade. Bem, é suspeito eu comentar, me sinto intensamente conectada com Louis pela sua experiência emocional de vida, pela sua total devoção aos outros ao invés de si mesmo e a sua insensibilidade ao notar que a passividade só traria o mal mais ainda à Terra.
A obra para um leigo total de literatura pode ser demasiado rebuscada, talvez até complexa, afinal o esquema de leitura é diálogo (no caso quase um monólogo) narrado por Louis à um jovem que quis entrevistar-lhe. Mas logo se pega o ritmo da leitura, se entende quem fala e quando é apenas ato, não fala. Os personagens são bastante complexos e profundos, apenas pela visão de Louis que e tornam um tanto quanto esteriótipos, por ele não conseguir enxergar muito além da dor que os outros lhe afligiam.
Bom, é necessário um interesse e mente aberta para ler o livro, já que são vampiros e tem tendências a bissexualidade, praticam assassinatos diariamente, a perspectiva pode ser um pouco agoniante para aqueles que nunca se acercaram das emoções negativas que se ambientam ao nosso redor.
É chocante e é altamente recomendado para qualquer um que esteja disposto a ler (são 330 páginas, demorei uns 5 meses para conseguir terminar).
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Tsu 18/06/2015

"Louis, Louis...anda se lamentando?"
Simplesmente incomparável.
Toda a saga das Crônicas Vampirescas é fenomenal e Entrevista com o Vampiro, é uma obra única. Nesse primeiro livro, Anne Rice repaginou o mundo dos vampiros, tornou-os complexos, profundos, dramáticos, insanos e extremamente humanos.
A relação deles quebra todos os paradigmas e preconceitos. Não há pudor. Há o sentimento e o instinto.
Vampiros como eles REALMENTE devem ser.

Essa obra é uma das minhas preferidas. Confesso que não gosto muito do Louis devido ao seu lado melancólico mas admito que ele possui uma visão e um sentimento sobre a imortalidade e a existência que é altamente poético.
Cláudia é uma personagem polêmica. Anne Ricep rojetou nela algo que nenhum autor de contos vampirescos havia feito até então. A criança-vampiro que por fora parece uma menina e por dentro já é uma mulher. Cláudia reflete a insanidade e o desespero da imortalidade tendo como paradigma a frase de Marius: "nunca transforme em vampiro alguém muito jovem."
Armand é o Anjo de Botticelli. Sem dúvida um dos vampiros mais complexos e intrigantes da literatura.
E Lestat...ah, Lestat! Tão perfeito, tão vivo, tão complexo! ELE é o vampiro perfeito, ele é o reflexo de pessoas que amam viver, que querem realizar tudo o que puderem que querem conhecer o mundo.
Se eu fosse um vampiro imortal, na certa seria como Lestat!

E no meio de toda a história destes vampiros em meio á sociedade, temos uma das coisas mais geniais envolvendo-os: o Teatro dos Vampiros.
Onde os vampiros interpretam atores que interpretam vampiros!

Se os vampiros existissem, eles seriam insanos, complexos, tangíveis e realistas como os de Anne Rice!
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Davisson 09/01/2009

A dependência que Louis e Lestat nutrem um pelo outro é instigante.
Os conflitos existenciais de Louis são mais bem explorados no livro que no filme.
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Mariana Bortoletti 02/03/2012

Entrevista com Vampiro - Resenha
Demorei bastante para conseguir engatar na história sem me perder no meio do caminho e dos fatos porque o Louis é um narrador confuso. Ele vai e volta e cita mil coisas que, se a atenção não estiver no lugar certo, a gente se perde. Devo confessar que muitas vezes eu senti vontade de parar de ler, principalmente quando as coisas estavam muito calmas. Acho que é esse o grande problema de todo o livro, o tédio. Mas esse é um problema que atinge todo o vampiro, se nós pararmos para pensar. Tinha horas que eu me perguntava porque o Louis não saía a viajar pelo mundo, não parava de se questionar e etc. Eu tive minha resposta algumas páginas depois, mas a tirei da minha própria cabeça: posso estar errada, mas porque a afobação, se ele tem toda a eternidade para fazer essas coisas?

Acho que é exatamente disso que se trata esse primeiro livro, de questionamento. Vi muita gente falando mal do livro, dizendo que era muito parado e sem graça e que o Louis era um chato, o pior narrador que a pessoa já tinha visto. Eu pergunto: porque? Porque o Louis queria saber de onde tinha vindo, o que ele era? Só porque o Edward, o Bill e o Stefan não ficam se preocupam com isso durante mais do que duas páginas de seus respectivos livros, não quer dizer que o Louis seja chato por fazer isso. É aí que eu me ajoelho na frente da Anne Rice e peço para ela me abençoar. Ela foi perfeita em descrever esse questionamento. Essa busca de um vampiro por sua origem, pelo porque de ele ser daquela maneira, de porque ter de matar para conseguir "viver".

O mais impressionante é que se passaram 34 anos desde o lançamento de Entrevista com Vampiro e nenhum outro autor pensou a mesma coisa. Nenhum outro autor que eu tenha lido, claro e me corrijam se eu estiver errada. É uma coisa meio psicológica, de análise mesmo. Tão específica, mas ao mesmo tempo tão incrivelmente próxima de todos nós. Quem nunca se fez as mesmas perguntas? Eu defendo o Louis, gosto dele. Enquanto a maioria prefere dizer que o Louis é um chato, eu já comecei a história tentando entender o lado dele. Me senti uma amiga. Muitas vezes eu sentia como se ele estivesse contando isso para mim e, também, muitas vezes eu respondia em voz alta o que eu achava ou suspirava, ou grunhia. Sei lá, umas loucuras dessas.

A verdade é que eu me apeguei aos personagens, porque eu achei eles tão humanos, tão próximos apesar de serem seres tão etéreos, e por não existirem é claro. Eu gosto da dupla Louis/Lestat, acho que os dois são como Sherlock/Watson para mim. São água e azeite, mas os dois se completam como ninguém. Enquanto Lestat é egoísta e superficial, vejo Louis sensível e compreensivo. Não sei se foi meu esforço em entender Louis e provar para mim mesma que todos estavam errados sobre ele, mas eu não consegui sentir pena de Lestat nas últimas páginas do livro. Na verdade, eu desejei que ele não incomodasse Louis nunca mais. Mas por outro lado, me senti mal logo depois de pensar isso. E porque? Porque Louis foi condescendente com ele. Louis foi cavalheiro e foi gentil, mesmo dizendo que não ia mais voltar.

E ainda existem pessoas que acham o Louis um chato? Ele para mim foi incrível. A história em si, é incrível. Mas não posso não falar sobre Claúdia, quando menciono o incrível. Ela é a criatura mais fascinante de todo o livro. Uma criatura que desperta a nossa curiosidade e nos faz pensar na situação dela por pelo menos alguns minutos diários, enquanto lemos o livro. Ela é uma criança. Uma mulher num corpo de criança. E como exercer a liberdade de mulher adulta estando dentro do corpo de uma limitada criança? Um corpo de criança inocente, parecendo um anjo, contendo a alma fria e assassina de um vampiro? É incrível a abordagem desse assunto. Mais um ponto para Anne, porque não?
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