Mateu Errante, Mateu Brincante

Mateu Errante, Mateu Brincante Guilherme de Miranda Ramos




Mateu Errante, Mateu Brincante (Coleção Coco de Roda)





Mateu é um menino peralta, que apronta as piores brincadeiras com todo mundo. Certo dia, sua professora resolve conversar sobre isso com seus pais e ele foge de casa. Errante, sua alma livre faz o menino vagar por alguns bairros de Maceió, conhecendo mestres, músicas e folguedos de nossa cultura.
Mateu também é o nome de um personagem-palhaço, um brincante do folclore brasileiro, encontrado em alguns folguedos alagoanos como o Guerreiro, o Reisado, as Caboclinhas e o Bumba-Meu-Boi. Sua função é atrair a atenção do público, chamá-lo para as apresentações, entre outras tantas peripécias e traquinagens.
Nos versos dessa história, os dois Mateus – o “errante” (menino) e o “brincante” (palhaço) – misturam-se. E, na mágica aventura que se forma, grandes mestres alagoanos ajudam o jovem a descobrir qual sua vocação, sua razão de ter nascido: Benon Pinto, do Guerreiro Treme Terra das Alagoas, Hilda do Coco, do Pagode Comigo Ninguém Pode e Chau do Pife, instrumentista alagoano de sonoridade única. Há, ainda, sutis homenagens ao saudoso embolador de coco, Mestre Verdelinho e ao início do hino do Estado: “Alagoas, estrela radiosa / Que refulge ao sorrir das manhãs (...)”.
No mais, tudo é mágico, é poético: é literatura – que conta história; é história – que encontra a literatura.

"Mateu Errante, Mateu Brincante" é um conto de Guilherme de Miranda Ramos, ilustrado por Herbert Loureiro e foi premiado pelo Edital 2015 da Coleção Coco de Roda, Imprensa Oficial Graciliano Ramos (Maceió/AL).

Infantil

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