O ato e o fato

O ato e o fato Carlos Heitor Cony


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O ato e o fato





No dia 1° de abril de 1964, Carlos Heitor Cony saiu às ruas e não acreditou no que viu. Havia no ar uma mistura de euforia, covardia e medo. Pessoas corriam assustadas, outras cantavam o Hino Nacional. E havia armas, muitas armas. O pesadelo estava apenas começando. Cony percebeu que era hora de falar. Era urgente dizer o óbvio - que o cidadão comum estava com medo e envergonhado. Da redação do Correio da Manhã, ele escrevia os atos que marcavam aquele fato histórico. Dia a dia, o escritor testemunhou em sua coluna a história se fazendo diante de seus olhos. Assim escreveu crônicas memoráveis, reunidas pela primeira vez em um livro. O lançamento da obra, ainda em 64, tornou-se o primeiro ato de protesto civil depois do golpe. Quarenta anos depois do golpe, o livro símbolo da resistência ainda mantém seu vigor.

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Precisamente, nesse momento em que escrevo, completa-se uma semana da morte de Carlos Heitor Cony. Desnecessário dizer o impacto que o desaparecimento de um gigante como ele significa para a literatura brasileira. Como é de praxe, sua morte acaba ironicamente reavivando o interesse de muitos por conhecer sua obra, e de outros por retomar o convívio com um escritor seminal. Estou nesse último caso pois, desde 2014, não lia nada dele. Decide compensar esse atraso logo com dois de seus ma... leia mais

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