O cavalo pálido

O cavalo pálido Boris Savinkov


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O cavalo pálido





O codinome George O’brien vem escrito no passaporte Britânico, mas George não
sabe uma palavra de inglês. Ele lidera Vânia, Fiódor, Heinrich e Erna, especialista em bombas. Com identidades falsas e armas sob as camisas, eles transitam como sombras pelas ruas de Moscou vigiando por semanas cada passo do governador-geral da cidade. Eles são o terror.

As relações entre os terroristas, suas questões de foro íntimo, morais e éticas, quanto ao ato de matar, o cotidiano tenso na clandestinidade, os sentimentos que um tem pelo outro, são narrados pelo frio George, que ama Elena, uma mulher casada.

Publicado em 1909, a narrativa em forma de diário da história de um núcleo terrorista que tem como missão o assassinato do governador-geral de Moscou teve grande impacto. Seu autor, Boris Sávinkov, havia fugido de uma prisão na Rússia e morava em Paris. Frequentava o círculo de amizade de artistas como Picasso, Modigliani, Appolinaire e Cendras, que ficaram fascinados com a exuberância do autor, cujo nome era sinônimo de terrorismo revolucionário. Com fortes referências autobiográficas, a obra de Sávinkov, que conta com “Memórias de um terrorista”, “O cavalo negro”, entre outros, influenciou um sem número de autores, com destaque a Albert Camus, admirador de seus livros.

Literatura Estrangeira

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03/10/2019 19:13:49