O GRANDE MOTIM

O GRANDE MOTIM Charles Nordhoff...

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O GRANDE MOTIM





Baseia-se este livro numa trágica realidade histórica: o motim a bordo do Bounty, navio de Sua majestade Britânica, ocorrido em 1789 em pleno Oceano Pacífico.

Esse veleiro, que ficou famoso nos anais da história da Marinha inglesa, era comandado pelo Tenente William Bligh (1754-1817), homem rude e obstinado que não trepidava em mandar aplicar severos castigos corporais a seus comandados, por mais fúteis que fossem os motivos. Nem sequer os oficiais escapavam à sua cólera; repreendia-os asperamente, mesmo na frente dos marinheiros, diminuindo-lhes com isso a autoridade sobre os subordinados.

A única personagem fictícia do livro é o narrador, Roger Byam, cuja participação na história foi baseada na vida do aspirante Peter Heywood, que fazia realmente parte da tripulação do Bounty, mas que por este motivo foi excluído do relato.

Além da cruenta história do motim a bordo e de seus antecedentes, florescem no livro diversas histórias de amor, protagonizadas por elementos da tripulação e moças indíginas. Dentre estes amores, destacamos os entre Byam e Tehani, Christian e Maimiti, Stewart e Peggy, e outros.

O destino do Bounty e dos homens que compunham a sua tripulação influiu na transformação, radical por assim dizer, das relações entre superiores e subordinados na Marinha britânica.

Charles Nordhoff e James Norman Hall tomaram parte ativa na I Guerra Mundial, na França, como aviadores, integrando o famoso Esquadrão Lafaette.

Um deles foi abatido pelo inimigo e dado como morto, tendo ressurgido depois de algum tempo, após uma série de peripécias.

Terminado o conflito, os dois jovens americanos retornaram à pátria e, não fôra a feliz ideia de um editor, ambos não saberiam que rumo tomar na vida. Este lhes propôs escreverem, em parceria, um romance contando as proezas do Esquadrão Lafayette.

Surgiu assim o romance FALCÕES DE FRANÇA, primeiro de uma série de livros que os celebrizou, dos quais o mais famoso é, sem dúvida alguma, O GRANDE MOTIM, grande sucesso editorial.

O livro foi adaptado para cinema e até o ano de 2009 teve duas versões Baseia-se este livro numa trágica realidade histórica: o motim a bordo do Bounty, navio de Sua majestade Britânica, ocorrido em 1789 em pleno Oceano Pacífico.

Esse veleiro, que ficou famoso nos anais da história da Marinha inglesa, era comandado pelo Tenente William Bligh (1754-1817), homem rude e obstinado que não trepidava em mandar aplicar severos castigos corporais a seus comandados, por mais fúteis que fossem os motivos. Nem sequer os oficiais escapavam à sua cólera; repreendia-os asperamente, mesmo na frente dos marinheiros, diminuindo-lhes com isso a autoridade sobre os subordinados.

A única personagem fictícia do livro é o narrador, Roger Byam, cuja participação na história foi baseada na vida do aspirante Peter Heywood, que fazia realmente parte da tripulação do Bounty, mas que por este motivo foi excluído do relato.

Além da cruenta história do motim a bordo e de seus antecedentes, florescem no livro diversas histórias de amor, protagonizadas por elementos da tripulação e moças indíginas. Dentre estes amores, destacamos os entre Byam e Tehani, Christian e Maimiti, Stewart e Peggy, e outros.

O destino do Bounty e dos homens que compunham a sua tripulação influiu na transformação, radical por assim dizer, das relações entre superiores e subordinados na Marinha britânica.

Charles Nordhoff e James Norman Hall tomaram parte ativa na I Guerra Mundial, na França, como aviadores, integrando o famoso Esquadrão Lafaette.

Um deles foi abatido pelo inimigo e dado como morto, tendo ressurgido depois de algum tempo, após uma série de peripécias.

Terminado o conflito, os dois jovens americanos retornaram à pátria e, não fôra a feliz ideia de um editor, ambos não saberiam que rumo tomar na vida. Este lhes propôs escreverem, em parceria, um romance contando as proezas do Esquadrão Lafayette.

Surgiu assim o romance FALCÕES DE FRANÇA, primeiro de uma série de livros que os celebrizou, dos quais o mais famoso é, sem dúvida alguma, O GRANDE MOTIM, grande sucesso editorial.

Até o ano de 2009, o livro teve duas adaptações para cinema (1935 e 1962). A versão de 1984 contém a mesma história e personagens, mas foi baseada em livro de Richard Hough.

Aventura / Cinema / Drama / Entretenimento / Ficção / Geografia / História / História Geral / HQ, comics, mangá / Suspense e Mistério / Comunicação / Crime / Crônicas / Infantojuvenil / Jovem adulto / Não-ficção / Romance / Turismo e Viagens

Edições (4)

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Leila Carvalho
cadastrou em:
30/11/2009 20:33:23