O poema do haxixe

O poema do haxixe Charles Baudelaire


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O poema do haxixe





Em O poema do Haxixe, Baudelaire aborda as drogas, primeiro, de forma generalizada, e trata também da postura do homem do século XIX perante sua utilização. Em seguida, ele particulariza, descrevendo o haxixe desde a sua origem, sem descuidar sequer de comentar a etimologia da palavra.
“O teatro de Serafim”, terceiro capítulo do livro, traz uma ilustração dos efeitos do haxixe por intermédio de três narrativas que Baudelaire chama de anedotas. Essas narrativas correspondem às três fases do efeito da droga. De se notar que a última fase nada mais é que o tema da “correspondência entre as artes”, caríssimo a Baudelaire, e que serviu de base para a geração de simbolistas franceses que o sucederam.
Depois de comentar de forma extraordinária a obra que escreve, o autor discute por fim a moral. Baudelaire troca então as anedotas por um personagem único, criado por ele para melhor explicar a questão moral: um indivíduo viciado em haxixe que acredita ser Deus!

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on 26/8/09


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