O quarto de azulejos

O quarto de azulejos Tonho França


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O quarto de azulejos





O poeta cria imagens contundentes e ousadas, carregam consigo tonalidades que, de tão intensas, acabam por colorir o leitor, que se vê parte do poema O poeta é sanguíneo e sua veias transparecem no texto com características marcantes, como um eterno e inconformado questionamento, próprio de um tempo em que o mundo se vê aturdido e mutante. Tonho integra-se no momento e o sacode na esperança de que, a qualquer momento, as respostas possam surgir e aliviar nossos embates existenciais. [Flora Figueiredo, Poeta e escritora].

Poemas, poesias

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Azulejos ou a minha casa e o mundo
on 24/7/16


Tonho França, editor da Penalux, é também poeta, autor de “Poesia viva”, “Entre parênteses”, “Sinos de outono”, “Blues à tarde” e “O bebedor das horas”. Em 2014 lançou um livro de rara força e delicadeza, “O quarto de azulejos” (Penalux, 2014), que é o foco desta resenha. Não há, no livro, uma menção explícita sobre um quarto de azulejos. O que há são muitos poemas que tratam de lugares, em especial a própria casa, uma zona de confronto contra o interior da própria casa (metáfora poét... leia mais

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aurora
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Penalux
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