O Ser-se

O Ser-se Júnia Azevedo




O Ser-se





Nesta instigante poética sobre o ser se encena a densidade abissal da experiência, assim como as matizações intensivas do corpo, de forma que personagem se pluraliza e se desdobra ao infinito, pois o ser se declina na reflexividade e se conjuga como processo. Dai o antinaturalismo radical que perpassa esta narrativa apaixonante, pela qual o sujeito se enuncia na multiplicidade do devir, modulando que é pelos acordes sublimes de Fernando Pessoa. - Joel Birman

Ficção

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Eu não quis escrever um livro só quis salvar-me. E, ao salvar-me, escrevi um livro.
on 8/7/15


É assim que somos iniciados na história desse livro. Um pequeno desabafo, que ao longo da trama iremos descobrir o motivo. Tudo começou num dia qualquer, como sempre começam em livros clichês, mas este não é um livro clichê, esse livro tem história, ao não ter história. Deixe-me explicar. A personagem começa narrar o início de seu dia, que será o início de uma história. História essa que não se atém aos fatos, e sim aos sentimentos. Não há uma narrativa com começo, meio e fim, não ... leia mais

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22/05/2015 21:30:03