Os Contos de Canterbury

Os Contos de Canterbury Geoffrey Chaucer


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Os Contos de Canterbury


Edição Bilíngue




Redigidos por Geoffrey Chaucer entre 1386 e 1400, os contos de canterbury são o primeiro grande clássico da literatura mundial composto em língua inglesa e provaram ser, ao longo do tempo, fonte recorrente de inspiração para autores tão diversos como William Shakespeare, James Joyce e Pier Paulo Pasolini, que o adaptou para o cinema.
Com uma estrutura análoga ao Decameron, de Boccaccio, mas sem nada dever à obra do italiano, aqui trinta peregrinos (entre os quais se inclui o próprio autor) partem em romaria para a catedral de Canterbury e durante a viagem contam, cada um à sua maneira, uma história para entreter o grupo. O conjunto das narrativas forma um panorama extremamente vivo dos gêneros cultivados na época - o romance de cavalaria, o poema heroico-cômico, a fábula, as legendas dos santos e a narrativa popular, com tons que vão do cômico ao sublime, do tratado moral à pura malícia e picardia.
A partir dessa multiplicidade de registros e situações, Chaucer compôs um conjunto coeso que casa com perfeição os discursos com a profissão e a personalidade de quem narra, criando um jogo de espelhos entre as histórias que ilumina de maneira fascinante as diversas facetas da vida medieval.
A presente edição, bilíngue, traz a premiada tradução em prosa de Paulo Vizioli, realizada diretamente a partir do original em inglês médio, além de notas e uma esclarecedora introdução do tradutor sobre Chaucer e o contexto histórico de sua obra. Complementam o volume notas adicionais e um posfácio redigidos por José Roberto O'Shea, professor-titular de literatura inglesa da UFSC, e as xilogravuras realizadas para a primeira edição ilustrada do livro, impressa por William Caxton em 1483.

Contos / Literatura Estrangeira

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Resenhas para Os Contos de Canterbury (9)

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Um dos meus favoritos e uma das mais belas obras da literatura.
on 19/8/16


Ah! se arrependimento matasse. Felizmente, não mata. E nesse sentido devo concordar com Chesterton (1874-1936) quando diz que “o suicida insulta a todos os objetos da terra ao não furtá-los. Ele conspurca cada flor ao recusar-se a viver por ela”, pois é bem verdade. Morrer, muito embora haja a glória eterna, deve ser somente quando nos for “permitido”, afinal de contas há tanta beleza neste mundo, não obstante toda fealdade, que é mesmo um crime encurtar a própria vida. Por arrepend... leia mais

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