Os Tempos Hipermodernos

Os Tempos Hipermodernos Gilles Lipovetsky


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Os Tempos Hipermodernos





Em seu novo livro “Os tempos hipermodernos”, o sociólogo Gilles Lipovetsky mantém sua linha de provocação e debruça-se novamente sobre o homem contemporâneo para atestar nossa transição da fase pós-moderna para a hipermodernidade. Escrito com a colaboração de Sébastien Charles, “Os Tempos hipermodernos” chega ao Brasil apenas sete meses depois do lançamento na França e explica como a globalização fortaleceu o individualismo, o mercado e o avanço técnico-científico.



A obra de Lipovetsky é profundamente marcada pela interpretação da modernidade. Em “L´Ere du vide” (1983), ele define o que chamou de “paradigma individualista” – um homem preocupado em se diferenciar na multidão, realizar seus desejos imediatamente, viver já, aqui e agora, sem se deixar seduzir por ideologias políticas ou ídolos. De lá par cá, o autor não parou de explorar as múltiplas facetas do homem contemporâneo: a ditadura da moda, a metamorfose da ética, a nova economia dos sexos, mas sobretudo a explosão do consumo de luxo para atender a um indivíduo hedonista que surgiu com as frustrações dos tempos modernos. Lipovetsky foi um dos principais responsáveis pela popularização do conceito de pós-modernidade e, hoje, é um dos defensores da democracia liberal.



Em “Os tempos hipermodernos”, Lipovetsky dá continuidade a este seu itinerário intelectual tão bem delineado por suas obras anteriores. No Brasil, seu livro “O império do efêmero” (Companhia das Letras, 1989) já está na oitava edição. Publicou ainda no Brasil “A terceira mulher” (Companhia das Letras, 2000) e “Metamorfoses da cultura liberal” (Editora Sulina, 2004).

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on 8/12/15


O livro foi escrito com a colaboração de Sébastien Charles, que faz uma “introdução” ao pensamento de Lipovetsky no primeiro momento da obra. Em seguida, Lipovetsky versa sobre o que denomina de Hipermodernidade ou Tempos Hipermodernos. Com este conceito, o autor demarca a nova ordem econômica, cultural e social em que o individualismo e o consumo de massa se fazem imperativo. Na Hipermodernidade, a produção e consumo de massa não estão reservados apenas a uma parcela de privilegiad... leia mais

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