Paraísos artificiais

Paraísos artificiais Charles Baudelaire


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Paraísos artificiais





Paraísos artificiais reúne dois ensaios realizados pelo poeta seguindo o seu interesse pelos chamados estados de exaltação atingidos pelo uso de drogas, especialmente as da época: ópio e o haxixe. Em Ópio, Baudelaire comenta e analisa o livro de Thomas de Quincey, Confissões de um comedor de ópio, de quem foi tradutor e grande admirador. No Poema do haxixe, o poeta fala sobre os efeitos da droga baseado em suas experiências e na convivência com poetas, pintores e jovens intelectuais franceses, que se reuniam no Club des Hachichins, no Hotel Pimodan, onde residia Baudelaire.

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on 11/6/11


Adquiri esse livro para conhecer o autor Charles Baudelaire, que eu já tinha lido sobre sua carreira algumas vezes. PARAÍSOS ARTIFICIAIS trata da descrição dos efeitos do ópio, do haxixe e do vinho no organismo humano. O texto tem um acento filosófico e, por que não dizer, poético. É uma leitura totalmente diferente, pois foge do padrão de romances, aventuras e outros tantos gêneros que circulam por aí. Pra quem curte histórias agitadas vai achar esse livro muito monótono, pois não há... leia mais

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Élida Lima
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28/02/2009 22:59:42