Pouca pele

Pouca pele Fernando Rocha


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Pouca pele





O que há de mais profundo no homem é a pele, escreveu Paul Valéry. Tão paradoxal quanto esta afirmação parece, a pele é a um só tempo interior e exterior, toca e é tocada, membrana de trânsito e trocas, fluxo de sensações e afetos, meio de comunicação que não se satisfaz em ser apenas um mero invólucro ou embalagem, mas que se prolonga indefinidamente no interior do corpo. Tal caráter paradoxal é explorado por Fernando Rocha no presente livro, em que a pele se apresenta enquanto casca que protege o ser do mundo, mas é também limite a ser transgredido para o alcance da plena e efetiva experiência do sujeito neste mundo.

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on 26/2/19


Há pouco mais de dois anos deparei-me com um pequeno livro de contos sob o título de “Afetos”. Creio que havia sido enviado pela Editora para leitura e resenha. Seu ator era um jovem paulistano. Fernando Rocha. Impressionou-me o pequeno livro (algo em torno de uma centena de páginas) pela qualidade literária, e após a leitura fiz dentre outras, a seguinte apreciação: “Causa-nos satisfação redobrada encontrarmos jovens ficcionistas a perquirir a condição humana como suprema expressão da... leia mais

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Krishnamurti
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26/02/2019 19:03:03