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    Eterno (Uma vez era #2) -

    Rennan Andrade

    Independente
    2019
    34 páginas
    1h 8m
    ISBN-10: B07YYM4XD7
    Português Brasileiro
    4.3
    28 avaliações
    Leram27Lendo0Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas15
    Favoritos4Desejados2Avaliaram28

    Você já perdeu alguém que amava? Um homem a beira dos trinta que, um ano após ter perdido seu primeiro namorado sério e quase ter encontrado a depressão, se encontra dando de cara novamente com o amor quando conhece Rodrigo, um jovem rapaz que, mesmo inexperiente, faz o possível para conquistar seu coração após uma perda tão drástica. Será que ele conseguirá?

    Edições (1)

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    Resenhas (15)Ver mais
    Sara Oliveira picture
    Sara Oliveira23/10/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Eterno...

    Perdas fazem parte da vida e todos estão sujeitos a enfrentar muitas delas. Nesse conto o nosso personagem principal está se aproximando dos 30 anos, e um ano após ter perdido seu primeiro namorado sério e quase ter entrado em depressão, ele se encontra novamente com o amor. Assim que ele conhece Rodrigo, um jovem de apenas 19 anos, através de um aplicativo, novamente ele acaba se sentido bem outra vez. Será que finalmente estará vivendo algo duradouro agora? Mesmo com muito empenho para fazer as coisas durarem, ele sabe que mesmo assim podem não ser para sempre. Devido aos seus históricos não muito favoráveis com homens de aplicativos, e ainda por cima mais jovens, ele acaba se surpreendendo com a capacidade que o jovem teve de prendê-lo mais intensamente em sua paixão do que um homem de 25 anos pra cima. Rodrigo tem maturidade, ainda que fã de cantadas fracas. É romântico, do tipo que envia flores e mensagens fofas de amor. Cada gesto dele acaba conquistando ainda mais o nosso personagem principal, que estará disposto a aprender a lidar com as diferenças entre os dois para ver esse amor acontecer de verdade. É com muita sensibilidade que o autor nos conduzirá por esse conto que possui temática LGBTQ+, mostrando como é possível voltar a acreditar que tudo pode ficar bem, mesmo após tantas perdas. Recomeçar, ainda que seja difícil, é um passo que nos leva para infinitas possibilidades. E acreditem: ser feliz é uma delas! Viva o amor, o seu amor, com responsabilidade e respeito. Nunca se esqueçam que toda forma de amor é justa.

    17 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 28
    • 5 estrelas57%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas0%
    Rennan Andrade profile picture

    Rennan Andrade

    Você já sentiu como se estivesse destinado a fazer algo? Como se cada célula do seu corpo te empurrasse para um único objetivo? Quando sua mente consegue pensar em uma única coisa e esta se torna o razão do seu respirar, isto é, sua maior paixão? Bem, eu sempre me senti assim, mesmo que não conseguisse identificar o que era isso quando mais novo. Inicio esse texto com esta afirmação pois esta é, sem sombra de dúvida, a primeira coisa que você, leitor desconhecido, precisa saber sobre mim: minha paixão sobre livros, literatura e, principalmente, escrita. Para que não me conhece, permita que eu me apresente: eu sou Rennan Andrade, artista que usa as palavras como instrumento de articulação de sentimentos. Isto é, um escritor, em todos os sentidos da palavra. Mas para além disso eu sou um homem, um filho, um irmão, um amigo, um pesquisador, um crente e um inconformista, tudo ao mesmo tempo dentro de um só corpo. Para acima de tudo, sou um ser humano que procura refúgio dentro da arte, e que procura refugiar aqueles que alguma vez se sentiram desamparados, seja através dos meus textos ao através de um ombro amigo. Sou um paulistano no sentido mais amplo da palavra. Seja qual for um programa, desde uma manhã passeando pelo Parque Villa Lobos, uma tarde de risadas ou lágrimas no cinema ou uma noite inteira até a balada fechar as seis da manhã, eu estou dentro, nem que seja só pela experiência. E claro, como não podia deixar de ser, eu adoro passar uma tarde em evento literário ou ir a uma noite de autógrafos. Mas confesso a você que, mesmo hoje, no auge dos meus vinte anos, meu lugar favorito para uma sexta-feira a noite ainda é em casa, escrevendo, reescrevendo, revisando e produzindo. Mas como não poderia ser? Afinal, esta tem sido minha vida desde os onze anos! Naquela época, eu ainda roubava o notebook da minha irmã para escrever fanfics de Naruto, apenas pela alegria de fazê-lo. Anos mais tarde, aos quinze, eu dei asas a minha imaginação lançando meu primeiro livro, a literatura fantástica A Luz de Cada Mundo (2015). No entanto, foi só no ano seguinte que descobri minha verdadeira paixão: contos. Eu acredito que não há nada mais capaz de capturar sentimentos do que um conto. Ao longo destes quase dez anos, eu já escrevi mais de uma centena de contos, grande parte inspirados por algum acontecimento em minha vida, e os quais publiquei na esperança de ajudar aqueles que passavam pela mesma coisa que eu. Em 2016, me joguei pela primeira vez neste universo, com o lançamento da antologia A Verdadeira Morte, composta por doze contos, todos escritos por mim a fim de explorar o impacto da morte (seja ela física, mental ou emocional) e o valor da vida sob os olhos de um adolescente. Olhando para trás, ainda me orgulho muito deste projeto, que expande seus temas em cada conto, falando sobre o valor da amizade (A Parte Fria da Amizade, Orgulho e Paciência), o poder do amor fraternal (Milagres, Gasolina), o valor da vida (Grito (de Guerra), Renascer) e do tempo (Armadura de Ferro, Imperfeição), entre outros assunto. Após um breve bloqueio criativo em 2017 e 2018, retornei ao que mais amo no final de 2018, com o lançamento do conto natalino A Estrela do Amanhã. Escrever este conto depois de tanto tempo foi meu chute na bunda para voltar aquilo que realmente importava para mim, e foi depois dele que eu comecei a escrever minha segunda antologia de contos. A começar pelo lançamento de Mochila e Eterno, contos respectivamente lançados em junho e outubro de 2019 como uma amostra da antologia, com cada um representando um extremo diferente do livro. Enquanto Mochila exibe todo o mistério e as incógnitas que rondam o garoto que esqueceu sua bolsa com um desconhecido no ônibus, Eterno tem como essência descrever a simplicidade do amor e do ato de amar. No fim, é sobre isso que a antologia, denominada Uma Vez Era, fala: o amor em todas as suas formas. Ficou curioso? A antologia Uma Vez Era só será lançada no Outono 2020, mas você pode conferir o restante dos meus trabalhos clicando aqui. Sinta-se mais do que bem-vindo para desfrutar desse espaço. Você é meu convidado de honra para embarcar nessa aventura comigo!

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    São Paulo, Brasil

    Rennan Andrade