Babá - esse depravado negro que amou -

    Jandiro Adriano Koch

    Libretos
    2019
    59 páginas
    1h 58m
    ISBN-13: 9788555490538
    Português Brasileiro

    "Em 1889, no Rio de Janeiro, uma morte em especial foi registrada pelos editores do panfleto O Meio, em necrológio assinado em conjunto por Pardal Mallet, Coelho Neto e Paula Ney. No pequeno jornal antimonarquista, os escritores abordam as relações homoeróticas na noite carioca, em um mundo de réplicas, tréplicas, apelidos e fofocas, onde não falta um caso de amor não correspondido. Segundo eles, em outros tempos Babá seria homenageado por amar tanto como os deuses no Olimpo e não mereceria apenas uma cova rasa. Jandiro Adriano Koch parte dessa efervescência cultural e noturna entre poetas, intelectuais e profissionais do sexo no Largo do Rocio para propor reflexões sobre a população LGBTQI+ na sociedade brasileira. Um registro raro, que encontra na pesquisa acadêmica um longo caminho a ser percorrido."

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    Wagner Paulin23/04/2026Resenhou um livro

    LIMPAR A BARRA

    Anos depois, ao lançar Bom Crioulo, Adolfo Caminha se viu alvo de saraivada de pedradas discursivas. Sem antes dizer que “o romance transcorre na exibição dos mais repugnantes episódios. O nojo vai crescendo de página para página”, o crítico Francisco Pacheco recorreu a autores estrangeiros para mostrar que o tema vinha sendo tratado pela literatura em conformidade com visões científicas/patológicas. Pacheco citou A. Moll (1862-1939), autor de Les perversions de l’instinct genitale (1897), Abel Botelho, com o barão de Lavos, entre outros, para tentar “limpar a barra”de Caminha. Koch, Jandiro Adriano. Baba esse depravado negro. Porto Alegre: Libretos,2019. P 39.

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