A matriz divina - a criatividade como elo entre o Oriente e o Ocidente

    Joseph A. Bracken

    Paulus
    1998
    295 páginas
    9h 50m
    ISBN-10: 8534911002
    Português Brasileiro

    Em A matriz divina, o filósofo e teólogo Joseph Bracken situa inicialmente o Infinito como a origem transcendente e o objetivo da atividade humana como a noção virtualmente comum a todas as principais religiões do mundo. Ele sugere que o Infinito é prototipicamente vivenciado não como uma entidade, e sim como uma contínua atividade - o princípio de atividade de todos os seres (incluindo Deus). Essa idéia é compatível com a noção de movimento eterno e contínuo de Aristóteles, com o "ato de ser" (actus essendi) na teologia de Tomás de Aquino e de Mestre Eckhart, com a base do ser de Schelling e Heidegger, bem como com a definição de "criatividade" de Whitehead. Bracker prossegue demonstrando que essa idéia está implicita nas descrições de Brahma nos Upanixades hindus, na experiência de pratitya-samutpada (co-manifestação dependente) no budismo clássico, e nas descrições do Tao no Tao te Ching e no Chuang Tzu. A matriz divina propõe que o Infinito, assim identificado, seja interpretado como uma realidade não-dual: uma atividade que não existe em si mesma, mas apenas nas entidades às quais ele confere o poder de existir. Bracken argumenta que essa é a chave para o entendimento da realidade última dentro das diferentes religiões do mundo.

    Estatísticas

    Avaliações

    3 / 2
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas100%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%