The Surviving Trace (Surviving Time #1) -

    Calia Read

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    2018
    463 páginas
    15h 26m
    ISBN-10: B07D6D66GM

    Will is my fiancé. The shy man I met years ago in college. The person I’m supposed to spend the rest of my life with. This is the life I’ve always wanted until finding a picture of four men changes everything… Étienne says he’s my husband and the year is 1912. He can’t stand the sight of me, but I don’t know why. Oh, and he’s one of the men from the picture. I’ve done the impossible and have become trapped in time and I know Étienne is my key to going home. The more time I spend with Étienne, the further I fall for him until I’m questioning which time I belong in and if the life I left behind is the one I truly desire. All I know for certain is I need to survive time. I need to survive love. And I need to make it out on the other side alive.

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    Fernanda Caetano06/08/2022Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Tenho elogios a escrita da autora, que é bem fluida e te prende. A ideia é ótima, e desde Outlander eu sou meio obcecada com essas coisas de viagem do tempo. Mas tive alguns problemas, e são bem pessoais, por isso vou deixar aqui para caso alguém se sentir igual a mim: Primeiro, o cenário principal, Belgrave, é uma plantation. Para resgatar as aulas de história, plantation é o nome dado às plantações de açúcar, algodão, etc. oriundas de trabalho escravo. Ou seja, para brasileirar, era uma fazenda com a Casa Grande e a Senzala. Daí eu já fiquei incomodada. Segundo, uma personagem cita em algum momento “ali era onde eram os alojamentos dos escravos” e só. ? Eu entendo que esse livro não se propõe a fazer críticas sociais ou trazer qualquer representatividade, mas o fato de a autora escolher uma plantation e citar indiretamente a escravidão e simplesmente não direcionar, problematizar, ir a fundo.. Fica difícil entender. Em nenhum momento a principal lembra ou pensa no fato do seu amado ser filho e neto de senhores de escravos, ou da própria Belgrave ter sido uma plantation. Me travou na hora, sabe? Não consegui “deixar pra lá” ou “relevar” esse fato. Penso com veemência que, não importa o gênero de literatura, quando se é mencionada a escravidão, é imperativo não diminuir ou ignorar as problemáticas. Vivemos em um mundo reconhecidamente racista, e, apresentada a oportunidade, devemos lembrar e reafirmar nossas posições como antirracistas. Enfim, deixo minha resenha também como aviso aos que vão ler. Mas reitero que é uma questão pessoal.

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