Uma análise minuciosa sobre o que representou Maquiavel dentro da ciência política em sua época. O livro volta-se, principalmente, à questão da liberdade e da quebra de conceituações estabelecidas pelo humanismo cívico, movimento que almejava o reavivamento dos pressupostos da Antiguidade Clássica sobre o fazer político.
Todavia, na abordagem sobre virtude e fortuna, o texto acaba tornando-se repetitivo e circular, já que o tema é abordado até sua exaustão.
Em geral, é um bom livro, com conteúdos riquíssimos para quem pesquisa e se interessa pelo tema. É bom ter autores brasileiros como Bignotto especializando-se em figuras tão interessantes e emblemáticas como Nicolau Maquiavel.