Tom Clancy's Splinter Cell -

    David Michaels

    Berkley Books
    2004
    355 páginas
    11h 50m
    ISBN-11: 04252010686

    "In response to the growing use of sophisticated digital encryption to conceal potential threats to the United States, the National Security Agency has ushered forth the new dawn of intelligence gathering techniques. The top-secret initiative is dubbed Third Echelon. Its existence denied by the U.S. government, Third Echelon deploys a lone field operative. He is sharp, invisible, and deadly. And he has the right to spy, steal, destroy, and assasinate to protect American freedoms."

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    Rodrigo do Porto Neves01/04/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Sólido, mas sem novidades

    “Splinter Cell” é um thriller militar com todas as características já peculiares a Tom Clancy: extrema precisão técnica, tensão geopolítica como motor da narrativa e um olhar detalhista sobre operações militares e inteligência internacional. Equipamentos de vigilância, protocolos e estratégias de inteligência e contrainteligência são descritos com cuidado, o que dá à obra uma sensação de realismo que aproxima o leitor dos bastidores da espionagem, deixando a narrativa com mais verossimilhança e, dentro de um limite, plausível. Em contrapartida, não há nada de inovador na sua narrativa. O texto privilegia descrições objetivas e diálogos diretos, um traço de Clancy como escritor, e isso se reflete no seu protagonista sempre pragmático e emocionalmente contido. Apesar de ser um derivado que amplia a obra original, afinal o universo de “Splinter Cell” tem a sua origem em um game com o mesmo nome, o livro se sustenta de maneira independente e pode ser lido sem a obrigação de conhecer o jogo ou qualquer coisa relacionada a ele. No geral, “Splinter Cell” é um bom livro. Sólido ao que se propõe. Não é uma obra para introspecção ou voltada à uma literatura com um teor mais profundo, mas diverte e te prende como qualquer obra de Clancy. Uma curiosidade besta: a série de livros é escrita, em sua maioria por “David Michaels”, um pseudônimo adotado pelos vários escritores responsáveis pela série. Até onde pude pesquisar, é uma decisão adotada para manter uma consistência à franquia sem que a mudança de autores confunda de alguma forma o leitor ou dilua sua conexão com a obra. Não sei se essa “ferramenta' era necessária, mas quem sou eu para opinar no que não me diz respeito?

    1 curtida

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