Rising (Slay Quartet Book 4) (English Edition)

    Laurelin Paige

    Paige Press LLC
    2020
    296 páginas
    9h 52m
    ISBN-13: 9781942835714
    Português Brasileiro

    The stakes have never been higher, and she's full of the devil. Edward Fasbender is my husband. Together, we brought down powerful men. Now we have a chance to start over. To be the family neither of us ever had, to leave the past in the past where it belongs. Edward has a choice to make. It will decide if we fall into the flames--or rise together. Rising is the fourth and final book in the Slay Quartet.

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    Rosana Silva gomes27/10/2025Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Minha opinião sobre o quarteto Slay (Laurelin Paige)

    Terminei o livro 4 em 25/10 (até fui conferir no Skoob). E vamos aos pontos: • Até agora não sei quem era o homem sem rosto que aparecia nos sonhos da Celia segurando o bebê. Mistério solto no universo. • Achei bem ridículo Hudson e Alayna tentando posar de superiores à Celia, como se fossem os guardiões da moral da história. A Alayna, então, bancando a juíza da vida alheia, enquanto nem leu tudo dos diários do Hudson e continua passando pano para ele? Com todo o próprio passado turbulento? Para mim, ela virou totalmente capacho do Hudson. • Detestei que o Hudson não pediu desculpas à Celia. E até agora não entendo por que ele assumiu o filho dela, já que esse motivo não veio à tona neste livro. Se está explicado em outro, por que esconder justamente na história dela? • O papel da Camila me deixou com algumas pulgas atrás da orelha. Ela defendeu a Marion no final e deixou bem claro que Celia era a escolha adequada para o Edward naquele momento. Mas aí lembro que a Genevieve fala que o pai idolatrava a mãe… e isso simplesmente não parece verdade quando lemos Slay. Além disso, em outro livro, Camila comenta que não se metia nos assuntos entre Marion e Edward, o que me faz pensar que tinha muito ali acontecendo por baixo das superfícies que a autora não explorou. Fico me perguntando se a Marion aparece ou é citada no livro da Camila com mais detalhes, porque senti falta de entender melhor essa história que ficou nas sombras. • O final com Hudson, Alayna e Celia em clima de paz, harmonia e luz… não funcionou para mim. Eu queria acerto de contas. Queria a Celia esfregando na cara do Hudson que ele não é santo. Queria um Edward versão vingativo. Resolver tudo com amorzinho e tapinhas nas costas me soou apressado e superficial. • O vai e volta de Celia e Edward ficou repetitivo e com brigas que às vezes pareciam inventadas só para cumprir tabela. • A saga funcionaria muito melhor como trilogia. O 2 e o 3 poderiam ter sido condensados em um só. Faltou ritmo. O tempo na ilha foi longo demais e redundante. E quando foram para Londres, quase não senti Londres acontecer. • A autora comentou que não escreveu Slay antes porque leitoras diziam que não iam ler sobre a Celia. Sinceramente, acho que isso prejudicou muito. Se Slay tivesse saído logo após Fixed, pegava o hype e mais pessoas teriam dado chance à história. . E eu também não gostei da cena em que o Edward obriga a Célia a olhar para o quadro no livro 3. Achei desnecessário e bem tosco. . Engraçado como a Célia precisou ter um passado e motivos para se redimir — e mesmo assim muita gente se recusa a aceitar a redenção dela. Já o Hudson, que era literalmente um mimado que brincava com as pessoas sem motivo (ou talvez até um sociopata sem escrúpulos), é automaticamente perdoado pelas mulheres, que preferem crucificar a Celia. ––––––––––––––––––––––––––––– Fixed e Slay: Quando o perdão tem gênero Algo que me impactou foi a autora reconhecer que, se fosse um homem sendo redimido, o público reagiria muito melhor. Faz todo sentido. Hudson cometeu erros enormes e, mesmo assim, ganhou amor, perdão e idolatria. Celia, com erros semelhantes ou até menores, ganhou ódio e rejeição. Por quê? Porque para boa parte das leitoras, um homem “pode mudar”. Uma mulher? Deve ser punida. E isso não está só nos livros. Está na nossa cultura. Quando é um homem, surgem desculpas: “Ele sofreu…” “Ele melhorou…” “Ele merece uma chance…” Quando é uma mulher: “Intragável.” “Imperdoável.” “Se vire para pagar pelos seus erros.” O machismo opera silenciosamente até na hora de escolher quem pode se redimir e quem não pode. Quando eu comentei no Facebook que estava lendo os livros da Celia, já veio chuva de críticas. Eu sabia que ia “dar a cara a tapa” só por querer conhecer o outro lado da história. Mas fui assim mesmo. Porque se o Hudson pode ser redimido… por que a Celia não poderia? Essa diferença de tratamento diz muito mais sobre nós do que sobre a personagem. ✧ E vocês? Já leram as séries Fixed e Slay? 📚 O que acham dessa diferença tão gritante na forma como julgamos homens e mulheres? 🤨💭

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