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    Los cinco sentidos del periodista - (estar, ver, oír, compartir, pensar)

    Ryszard Kapuscinski

    Fondo de Cultura Economica
    2003
    90 páginas
    3h 0m
    ISBN-10: 9681670914
    Espanhol
    3.4
    5 avaliações
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    Num projeto muito bem cuidado em termos gráficos-visuais, e uma competente tradução ao espanhol das suas conferências, o escritor e jornalista polonês de 71 anos, autor de 21 livros, de longa trajetória na reportagem ao redor do mundo (cobriu 17 revoluções em doze países africanos, Ásia e América Latina), fala, com clareza e objetividade, com tranqüila e nada pomposa sabedoria, sobre o ofício, os modernos meios de comunicação, o chamado Novo Jornalismo e os efeitos da globalização no dia-a-dia da profissão. Graças a sua longa trajetória profissional, Kapuscinski pode descrever as grandes mudanças na profissão no último meio século – como conseqüência, entre outros fatores, da revolução tecnológica. Assim, ele lembra, "hoje é mais fácil transmitir uma notícia de forma imediata, de um lugar a outro do mundo, ao contrário de antes, quando, se a notícia chegava, e bem, ao seu destino final – uma redação –, isso em si já era tema para uma boa matéria. Com o avanço da tecnologia, esse tema não mais existe". Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=262azl001

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    Ryszard Kapuscinski profile picture

    Ryszard Kapuscinski

    Ryszard Kapscinski nasceu em Pinsk, uma cidade das Kresy Wschodnie, que à época era polaca e atualmente faz parte da Bielorrússia. Começou a sua carreira jornalística aos 17 anos na revista “Hoje e Amanhã”. Em 1964 foi apontado pela Polska Agencja Prasowa (PAP, onde trabalhou de 1958 a 1981) como seu único correspondente, e nos dez anos seguintes foi "responsável" por 50 países. Durante esse período viajou pelo mundo e fez a reportagem de guerras, golpes e revoluções na África, Ásia, Europa e Américas, incluindo a "Soccer War" (conflito de 6 dias entre as Honduras e El Salvador, em 1969). Fez amizade com Che Guevara na Bolívia, Salvador Allende no Chile e Patrice Lumumba no Congo. Ao longo da sua vida presenciou 27 revoluções e golpes, esteve em 12 frentes de guerra, e foi condenado ao fuzilamento por quatro vezes. No mundo anglófono, ele é mais conhecido pelas suas reportagens de África nas décadas de 1960 e 1970, quando testemunhou em primeira-mão o fim dos Impérios coloniais Europeus nesse continente. A partir do início da década de 1960, Kapuściński publicou livros de elevado valor literário, habilmente caracterizados por sofisticada narrativa técnica, retratos psicológicos das personagens, abundância de metáforas e outras figuras de estilo e imagens raras que servem como meios para interpretar a percepção do mundo. O livro mais conhecido de Kapuściński, " O Imperador", trata ele próprio do declínio do anacrónico regime etíope de Haile Selassie. "Xá dos Xás", sobre a queda de Mohammad Reza Pahlavi, o último Xá da Pérsia e "Imperium", sobre os últimos dias da União Soviética, gozaram de sucesso semelhante. Cansado da censura polaca, a partir da década de 1980, começou a colaborar com jornais e revistas internacionais, como The New York Times ou o Frankfurter Allgemeine Zeitung. Kapuściński tinha um fascínio tanto pelo exotismo das terras e das pessoas, como pelos livros: ele aproximava-se dos países estrangeiros, inicialmente, pela literatura, passando meses a ler antes de cada viagem. Ele sabia como ouvir as pessoas que ia conhecendo, mas também era capaz de captar o sentido dos cenários que encontrava: a forma como os Europeus saíam de Angola, a reconstrução dos frescos na nova Rússia, uma discussão relacionada com a pensão de alimentos no parlamento de Tanganica, tornando estes quadros em metáforas da transformação histórica. Esta tendência para tornar as aventuras pessoais numa fantástica síntese social fez de Kapuściński um eminente pensador e os volumes dessa persistente colectânea são um fascinante registo das observações de um repórter na reflexão filosófica do mundo e dos povos. Em 1999 foi eleito no seu país como o melhor jornalista do século XX. Em 2003 recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias. Em 2004 foi galardoado na Áustria com o Prémio «Bruno Kreisky para livros políticos». Em 2005 foi doutorado “honoris causa” pela universidade catalã Ramón Llull. Embora tenha sido frequentemente mencionado para receber o Prémio Nobel da literatura nunca foi galardoado pela Academia Sueca. Em 2006, numa entrevista à Reuters, disse que escreveu para “pessoas de qualquer lugar ainda suficientemente jovens para estarem curiosas sobre o mundo” Passou os últimos anos da sua vida a viajar, participando em conferências e refletindo sobre o processo de globalização e as suas consequências para a civilização. Faleceu em Varsóvia, aos 74 anos, em consequência de doença grave. Desde a sua morte foram-lhe dedicados vários epitáfios, como: “O mestre do jornalismo moderno”, “Tradutor do mundo”, “O maior repórter do mundo” e “Heródoto dos nossos tempos”.

    19 Livros
    7 Seguidores

    Ryszard Kapuscinski