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    A árvore que pensava -

    Oswaldo França Júnior

    Nova Fronteira
    1986
    24 páginas
    48m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.1
    21 avaliações
    Leram34Lendo1Querem24Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos1Desejados24Avaliaram21

    Era uma vez uma árvore que pensava e um belo dia foi transportada para uma praça, em pleno centro urbano, onde passou a tentar compreender as contradições humanas. Uma metáfora da destruição ambiental imposta pela lógica do crescimento desordenado das cidades vista pela perspectiva infantil.

    Resenhas (3)Ver mais
    Rai Faery  picture
    Rai Faery 16/10/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A árvore que pensava — Oswaldo França Júnior

    Resumo: nada do que o homem faça será suficiente para satisfazer o próprio homem. Amo livros que entregam o que propõe sem frescura. Os que parecem simples, mas dizem o essencial sem se perder em floreios. Talvez por isso eu ainda leia obras infantojuvenis — nelas, a mensagem chega direta, sem precisar de dicionário como apêndice e, mesmo assim, atinge o propósito. É totalmente possível ser reflexivo para seu público sem ser complicado. E esse livrinho prova exatamente isso.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 21
    • 5 estrelas38%
    • 4 estrelas24%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas0%
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    Oswaldo França Júnior

    Oswaldo França Júnior (Serro, 21 de julho de 1936 — João Monlevade, 10 de junho de 1989) foi um escritor brasileiro. Ingressou na Aeronáutica aos dezessete anos e teve sua carreira bruscamente interrompida pelo golpe militar de 1964. De novo na vida civil, começou a dedicar-se à literatura, como meio de sobrevivência. Ganhou o prêmio Walmap, em 1967, o mais importante da literatura brasileira da época. Publicou romances regularmente: O Viúvo, seu primeiro livro, seguido de Jorge, um Brasileiro (levado ao cinema e à televisão), O Homem de Macacão, Os Dois Irmãos, O Passo-Bandeira, As Laranjas Iguais (contos) e Recordações de Amar em Cuba, entre outros. Sua obra foi traduzida para a Alemanha, Estados Unidos da América, União Soviética, França e Checoslováquia. Entusiasta das coisas serranas, em 1984 brindou a cidade com uma importante proposta de Levantamento e Conservação da Memória Cultural do Serro, distribuída aos órgãos competentes. França Jr. morreu prematuramente, num período de franca produção literária, vítima de um acidente na estrada Belo Horizonte-João Monlevade.

    14 Livros
    6 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Oswaldo França Júnior