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    Aruanda - Banho de Cheiro -

    Eneida de Villas Boas Costa de Moraes

    CEJUP
    1997
    306 páginas
    10h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.6
    43 avaliações
    Leram75Lendo27Querem170Relendo2Abandonos2Resenhas8
    Favoritos5Desejados170Avaliaram43

    Eneida de Moraes, ou simplesmente Eneida, foi uma das mais brilhantes cronistas e ativistas políticas, tendo lutado bravamente contra a ditadura do Estado Novo, o que lhe valeu várias prisões. Carnavalesca, foi a criadora, no Rio de Janeiro, do Baile do Pierrot, uma das mais tradicionais manifestações culturais do país. Este volume, que reúne dois contos, é o trabalho mais significativo da escritora na área da ficção.

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    Resenhas (8)Ver mais
    Lilly Elli picture
    Lilly Elli20/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Eneida de Moraes

    Eu sou suspeita para falar sobre esse livro. Usei como base para o meu TCC e digo: É fabuloso! Contém inúmeras crônicas que descrevem a vida de Eneida de Moraes e o mais delicioso disso tudo é a forma simples com a qual ela conta. Eneida foi fantástica, é possível sentir as palavras dela.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 43
    • 5 estrelas65%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas7%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
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    Eneida de Villas Boas Costa de Moraes

    Era jornalista, escritora, militante política e pesquisadora brasileira. Porque era filha de um comandante de navios, desde pequena era apaixonada pelos rios e pela Amazônia. Quando criança, obteve o primeiro lugar em um concurso literário para Jovens Escritores com um texto que falava do imaginário de um caboclo amazônida. Durante as décadas de 1920 e 1930, escreveu para os jornais O Estado do Pará e Para Todos (RJ) e nas revistas Guajarina, A Semana e Belém Nova, todas em sua terra natal. Aos dezesseis anos, entrou para a Faculdade de Odontologia, graduando-se em 1921 e casando-se nesse mesmo ano. Em 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro e filiou-se ao Partido Comunista do Brasil. Eneida liderou greves e manifestações populares contra o governo federal e o sistema capitalista, que, no seu modo de ver, tentavam oprimir o povo. Fez parte das revoluções dos anos de 1932 e 1935 e por isso foi presa inúmeras vezes durante. Foi torturada e viveu clandestinamente até ser exilada. Conheceu na prisão Olga Benário e Graciliano Ramos, que falou sobre ela no livro “Memórias do Cárcere”. Seu livro História do Carnaval Carioca é considerado pioneiro no assunto. Foi Eneida quem criou o Baile do Pierrô no Rio e em Belém.

    3 Livros
    1 Seguidor
    Pará , Brasil

    Eneida de Villas Boas Costa de Moraes