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    O livro luminoso da vida -

    D. H. Lawrence

    Crisálida
    2010
    199 páginas
    6h 38m
    ISBN-13: 9788587961493
    Português Brasileiro
    4
    2 avaliações
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    Nos 15 textos que compõem este livro, um grande escritor reflete sobre seu ofício, sobre sua obra e a de seus pares. Lawrence não é um crítico comum. Faz parte daquele seleto grupo dos grandes artistas-pensadores. Por certo não se trata de crítica acadêmica ou jornalística, mas da fina análise de quem conhece os caminhos e os descaminhos da literatura. Temos aqui uma poética do romance, em que Lawrence discorre sobre os temas e autores que lhe são caros: pornografia, obscenidade, moralidade, valores; Tosltoi, Dostoievski, Thomas Mann, William Carlos Williams, Nathaniel Hawthorne, Walt Whitman, entre outros, são abordados em textos repletos de beleza e vigor.

    Resenhas (2)Ver mais
    Carla Silva picture
    Carla Silva25/05/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O ensaísta D. H. Lawrence: apaixonante

    D. H. Lawrence, o romancista, é um escritor poderoso, com forte senso da natureza e da importância da vida física, do 'eu' físico, que não deve ser menosprezado em nome do eu espiritual ou intelectual. D. H. Lawrence, o ensaísta, também é assim. Fiquei impressionada, algumas vezes chocada (mais pela surpresa de certas análises do autor do que por outra coisa) lendo este volume de ensaios. Brilhante, genial, é usar os clichês costumeiros para definir Lawrence. Ele era tudo isso. "O grande inquisidor de Dostoiévsky", "A moralidade e o romance", "Pornografia e obscenidade", "Cirurgia para o romance - ou uma bomba", "Esboço autobiográfico" são alguns dos ensaios que me impressionaram neste livro. Todos merecem mais de uma leitura, e voltarei a eles posteriormente. Todos exemplificam a capacidade de Lawrence de analisar literatura com agudeza, mostram sua bagagem cultural e são escritos como se fossem literatura: bem escritos, com ironia, com convicção, com o 'eu' de Lawrence interferindo todo o tempo: nada de análises literárias frias, despersonalizadas! Isso é justo o que o homem Lawrence desprezaria. Ele consegue ser um crítico ainda mais gostoso de ser lido do que Harold Bloom (que é muito, muito bom). Como me acontece com Bloom, também tenho discordâncias - sérias, às vezes - de Lawrence. Mas me rendo ao escritor expressivo, apaixonado, que ele foi. O livro luminoso da vida nos dá um retrato cativante do crítico Lawrence, o grande romancista; e deixa o desejo de ler mais dessa sua faceta.

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    David Herbert Lawrence profile picture

    David Herbert Lawrence

    David Herbert Lawrence ou D. H. Lawrence (Nottingham, 11 de Setembro de 1885 — Vence, 2 de Março de 1930) foi um controverso e prolífico escritor inglês, conhecido pelos seus romances, poemas e livros de viagens. Lawrence pertence à escola modernista. A sua obra aborda temas considerados controversos no início do século XX, como a sexualidade e as relações humanas por vezes com características destrutivas e estende-se a praticamente todos os géneros literários, tendo publicado novelas, contos, poemas, peças de teatro, livros de viagens, traduções, livros sobre arte, crítica literária e cartas pessoais. Em conjunto, a obra expõe uma alargada reflexão sobre os efeitos desumanizantes da modernidade e da industrialização. Os temas que Lawrence abordou tornaram a obra importantíssima para a compreensão de uma época influenciada por Freud e por Nietzsche. "O Amante de Lady Chatterley" foi proibido na época e passou a circular clandestinamente. "O Arco Íris" foi considerado obsceno. E "Mulheres Apaixonadas" foi recusado pelos editores de Londres, só foi publicado cinco anos depois em Nova Iorque. Além de escritor, Lawrence também era pintor e produziu muitas obras expressionistas.

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    David Herbert Lawrence