Estratégias de Ensinagem (Anastasiou e Alves, 2009), aponta processos de estratégias de ensinagem na universidade e como trabalhar as relações, os nexos, a construção de quadros teórico-práticos previstos nos currículos universitários, superando a forma tradicional das relações entre professores, alunos e conhecimento.
Na metodologia dialética, o docente deve propor ações que desafiem ou possibilitem o desenvolvimento das operações mentais nos alunos.
Para o estudo e a análise das estratégias de ensino e de aprendizagem diferenciadas será necessário um projeto político pedagógico institucional, em que se defina uma visão de homem e de profissional que se pretende possibilitar na educação superior; a função social da universidade; a visão de ensinar e de aprender; a visão de ciência, conhecimento e saber escolar; a organização curricular em grade ou globalizante, com a utilização de objetivos interdisciplinares, por meio de módulos, ações, eixos, problemas, projetos, entre outros.
É nesse contexto que se constrói o trabalho docente, e também nesse contexto que se inserem as estratégias de ensinagem. Estratégias essas que o professor é desafiado a trabalhar numa nova visão em relação ao processo de ensino e aprendizagem, atuando de maneira a modificar a dinâmica da aula (tradicional / expositiva).
Exemplo de estratégia diferenciada é tornar uma aula expositiva em aula expositiva dialogada - estratégia - que visa a participação do estudante, que terá suas observações consideradas, analisadas, respeitadas, em clima de cordialidade, respeito e troca. A expressão verbal do aluno torna-se fundamental nesse processo.
Outros exemplos referente a estratégias de ensino, seriam: aula expositiva dialogada, estudo de texto, portfólio, tempestade cerebral, mapa conceitual, estudo dirigido, lista de discussão por meios informatizados, solução de problemas, grupo de verbalização e grupo de observação, dramatização, seminário, estudo de caso, júri simulado, simpósio, painel, fórum, oficina, estudo do meio.