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    The Vicomte de Bragelonne -

    Alexandre Dumas

    Oxford University Press
    2009
    658 páginas
    21h 56m
    ISBN-13: 9780199538478
    4.2
    5 avaliações
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    It is May and the fate of nations is at stake. Mazarin plots, Louis XIV is in love, and Raoul de Bragelonne, son of Athos, is intent on serving France and winning the heart of Louise de la Valliére. D'Artagnan, meanwhile, is perplexed by a misterious stranger, and soon he learns that his old comrades already have a great project in hands. Athos seeks the restoration of Charles II, while Aramis, with Porthois in tow, has a secret plan involving a masked prisioner and the fortification of the island of Belle-Île. D'Artagnan finds a thread leading him to the French court, the banks of the Tyne, the beaches of Holland, and the dunes of Brittany.

    Resenhas (1)Ver mais
    Marcos Augusto picture
    Marcos Augusto05/09/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    "Le Vicomte de Bragelonne ou Dix ans plus tard" (O Visconde de Bragelonne, dez anos depois) é uma obra imensa de 268 capítulos, o último dos romances da saga dos três mosqueteiros. Em inglês o livro é geralmente dividido em três partes: Este 'The Vicomte de Bragelonne' que abrange os capítulos 1-93, 'Louise de la Vallière' (94-180) e 'The Man in the Iron Mask' (181–268). D'Artagnan renuncia ao cargo de tenente dos Mosqueteiros por considerar o jovem rei Luís XIV como um homem de vontade fraca. Ele resolve ajudar o exilado Carlos II a retomar o trono da Inglaterra, sem saber que Athos está tentando o mesmo. Com a ajuda deles, Carlos II é restaurado ao trono e d'Artagnan é ricamente recompensado. Com a morte do Cardeal Mazarin, Jean-Baptiste Colbert é o ministro das Finanças do Reino. Colbert tem um ódio intenso por seu superior, o Superintendente de Finanças do rei, Nicolas Fouquet, e tenta provocar sua queda. Ele chama a atenção do rei que Fouquet está fortalecendo secretamente seu feudo de Belle Île. Louis convence d'Artagnan a voltar ao serviço e o incumbe de investigar Belle Île, prometendo-lhe um salário substancial e uma promoção a Capitão dos Mosqueteiros do Rei em seu retorno. Luís, aceita uma oferta retransmitida por Athos de Carlos II para casar o irmão de Luís, Filipe I, duque de Orléans, com a irmã de Carlos, Henrietta Anne Stuart. D'Artagnan confirma que Belle Île está sendo fortificada e que o arquiteto supostamente responsável é Porthos, embora os desenhos mostrem a caligrafia de Aramis, hoje bispo de Vannes. Aramis, desconfiado de d'Artagnan, envia Porthos de volta a Paris para avisar Fouquet, enquanto engana d'Artagnan para que procure Porthos nos arredores de Vannes. Enquanto isso, a princesa Henrietta chega à França escoltada pelo segundo duque de Buckingham, para ser recebida por uma embaixada composta por Raoul de Bragelonne, filho ilegítimo de Athos.

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    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie