Sem esquecer da lição de grandes mestres do haicai como Bashô e Buson e, ao mesmo tempo, fiel às conquistas estéticas de poetas contemporâneos como Paulo Leminski e Albano Martins, o poeta Bernardo Souto, no livro elogio do silêncio, revisita o micropoema japonês dentro de um espírito de renovação, alcançando em seus haicais o difícil amálgama entre tradição e modernidade.
