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    Estação Jugular - Uma estrada para Van Gogh

    Allan Pitz

    Dracaena
    2012
    132 páginas
    4h 24m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.4
    47 avaliações
    Leram51Lendo4Querem54Relendo0Abandonos1Resenhas18
    Favoritos12Desejados54Avaliaram47

    E se você acordasse pela manhã em um lugar absurdamente estranho, isolado de tudo, fugindo sabe lá de onde e de quem, e a certeza maior no momento é que deve seguir em frente para não ser torrado vivo? Então você entra no único ônibus de uma linha desconhecida, abandonado na velha Estação Jugular, e na estrada sinistra pincelada por descobertas, medos e anseios humanos se desenrola a maior aventura de todas. Assim ocorre ao romance filosófico Estação Jugular, de Allan Pitz, no qual um viajante perdido e desmemoriado entra em um ônibus vazio fugindo do sol inclemente que abandonou o céu e, como um foco teatral em movimento, tenta queimá-lo. A partir daí, Franz, o passageiro, segue confuso ao lado do Motorista para encarar a psicodélica jornada final de sua existência.

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    Nanie Dias picture
    Nanie Dias26/05/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Estação Jugular, de Allan Pitz

    Franz é um fugitivo. Técnico de informática, ele se encontra perdido e só sabe que precisa fugir. De quê? Ele não tem muita certeza. Entra esbaforido no ônibos, querendo saber do motorista o destino final. Mas a enigmática figura apenas diz que irá até o ponto final. Onde isso fica exatamente, ele faz questão de não detalhar. "- Aliás, você nem sabe qual é a sua estação! - É... Não sei mesmo." Nessa estrada única, Franz e o motorista embarcam numa viagem surreal e, ao mesmo tempo, super realista, que levará o leitor a descobrir um pouco mais de si mesmo. "Uma estrada infinita para a loucura e as cores vivas de Van Gogh, escolhido desde o início por esconder na loucura toda a beleza de suas obras, de seus sentimentos, seus sentidos, sua genialidade." O que eu achei do livro: Eu já me tornei uma fã incondicional de Allan Pitz - este mestre na arte de escrever. E é com muita alegria que afirmo: Estação Jugular é mais uma obra magistral de Pitz. Utilizando-se de alegorias e metáforas, Pitz nos leva para uma viagem inebriante, que nos fará conhecer um pouco mais de nós mesmos e da humanidade como um todo. A linguagem de Pitz novamente é poética, deliciosa ! Sorver as páginas desse livro é um alimento para a alma - Pitz escreve muito bem e sabe como escolher as palavras. O livro tem um ritmo bem veloz até a metade, quando nos deparamos com uma descoberta totalmente inesperada. A partir desse ponto, a leitura se torna um pouco menos dinâmica e muito mais reflexiva. É um livro que nos faz pensar do início ao fim! Apesar de suas poucas páginas - o livro tem apenas 95 páginas - essa não é uma leitura que possa ser feita muito rapidamente, porque é necessário pensar, refletir, se encontrar. Não perca essa obra singular, que vai de Van Gogh, à favela e aos portões do paraíso! Nota: 9 Dificuldade de Leitura: 8 Leia mais resenhas em http://naniedias.blogspot.com

    3 curtidas

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    Avaliações

    4.4 / 47
    • 5 estrelas62%
    • 4 estrelas19%
    • 3 estrelas17%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas2%
    Allan Pitz profile picture

    Allan Pitz

    Allan Pitz já foi um pouco de tudo: ator, diretor de teatro, dublador, roteirista, lutador de artes marciais, até vendedor de cachorro-quente, em uma pequena aventura empresarial. Nascido no pé do Morro do Urubu, no bairro da Piedade, subúrbio do Rio, Pitz usou um pouco de tudo que viu e viveu para escrever seus livros. Autor de sete obras literárias, já teve textos publicados, inclusive, na França, onde participou da coletânea Nouvelles du Brésil (Éditions Reflets d'Ailleurs), ao lado de escritores brasileiros famosos como Pedro Bandeira e José Arrabal. Já o livro infantil "Um Peixe de Calça Jeans e Outras Histórias para Unir" foi um dos precursores na abordagem do bullying, sendo adotado por diversas escolas e recomendado por diversas secretarias de Educação do Brasil. Lançou este ano em Portugal o thriller de suspense A Última Ronda Noturna, pela Cordel de Prata. A obra está concorrendo a prêmio na Gala de Autores da editora. Sua escrita visceral lhe rendeu prêmios e muitos admiradores. Pitz não é um escritor limitado a apenas um gênero, já escreveu desde histórias infantis, passando por suspense, até textos filosóficos. Ele surpreende os leitores a cada obra, o que o diferencia como autor e encanta o público. O autor conquistou o Prêmio Canon de Poesia (2010), na categoria Melhores Poetas do Ano, e foi indicado ao Prêmio Codex de Ouro (2012), na categoria Melhor Romance para "Estação Jugular" e Melhor Capa para "A Arte da Invisibilidade". Como dublador, Allan Pitz participou de diversos documentários exibidos no Canal Futura e na plataforma Netflix, além de ter dublado o personagem principal da série A História do Cristianismo, produzida pelo canal BBC e exibida em várias emissoras de TV do Brasil. A experiência como ator, atuando em 18 espetáculos, inspiraram Pitz a criar seus próprios roteiros, que já foram exibidos na televisão brasileira e no YouTube. Atualmente o autor se dedica a escrever novos livros e roteiros, além de produzir vídeos jornalísticos e conteúdo para web.

    9 Livros
    75 Seguidores
    RJ, Brasil

    Allan Pitz