Vergonha de ser covarde e não enfrentar de vez aquele sujeito malvado,gigolô de meia-tigela:ordinário,só queria se aproveitar.Comer os cobres que a pobre viúva adquirira.Ultimamente não a procurava mais como mulher.Ela até gostava pois ele nas raras vezes que tentava, mais parecia um animal querendo estrangular sua presa.As entranhas se contraíam e ela sentia um gosto amargo na boca. Um travo. Era bom porque também ficava livre de emprenhar de novo daquele merda.
Travo -
Zuleide Duarte
Editora Baraúna
2002
134 páginas
4h 28m
ISBN-10: 8590313417
Português Brasileiro
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