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    Tôkyô est mon jardin -

    Frédéric Boilet

    Casterman
    1997
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-1: 0
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    Love Hôtel contait les déboires de David Martin en voyage d'affaires au Japon, plus préoccupé de ses histoires d'amour que de sa mission professionnelle. De Love Hôtel en snack bar, de rendez-vous en réception, le jeune homme apprenait le Japon et l'essence d'un peuple si différent du sien. Dans Tokyo est mon jardin, nous le retrouvons vieilli et mûri. Représentant les cognacs Heurault, il a la mauvaise surprise d'apprendre l'arrivée de son patron venu vérifier son travail. Il va falloir redresser la situation rapidement. Pari difficile, quand toutes les nuits sont occupées à courir les lieux à la mode. Le jeune homme réussira néanmoins à sauver sa tête tout en perdant son coeurs auprès d'une belle .. ou d'une autre.

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    Frédéric Boilet

    Em 1978, Frédéric Boilet entrou na escola de Belas Artes de Nancy de onde sairá em 1983. Neste mesmo ano, dá-se sua estréia nos quadrinhos com seu primeiro álbum "La Nuit dês Archées", com Guy Deffeyes. Ele publicará em seguida dois álbuns de quadrinhos históricos ("Les Veines de l’Occident" --- As veias do Ocidente ---, com René Durant) pela editora Glénat. Cria em 1987, "Le Rayon vert" (O raio verde), seu primeiro álbum na qualidade de roteirista e desenhista, muito prestigiado pela crítica, mas ao qual o público terá dificilmente acesso, pois a editora original faliu. Pouco depois, em 1990, lançou "36 15 Alexia", um álbum que evoca de maneira interessante o tema dos encontros através de minitel (um serviço parecido com a internet). Nessas duas obras ele experimentou um método de trabalho, que ainda hoje é unicamente seu, no qual ele utiliza como recursos fotografias e vídeos. No mesmo ano, graças à empresa Shoei e ao Centre National dês Lettres (Centro Nacional de Letras), que lhe concedem uma bolsa de estudos, Frédéric Boilet parte para o Japão. Dessa viagem, nascerá, em 1993, "Love Hotel" (Hotel Amor) que conta a odisséia tragicômica de um francês no Japão. O roteiro foi escrito em parceria com Benoît Peeters. Seu encontro com Benoît em 1990, transformou o trabalho de Frédéric em histórias semi-autobiográficas com algumas doses de humor. No ano seguinte, como bolsista do instituto de arte Villa Kujoyama de Kyôto, sendo o primeiro autor de histórias em quadrinhos dela, Boilet inicia "Tôkyô est mon jardin" (Tóquio é meu jardim), uma seqüência de "Love Hotel". Aqui a visão do autor, assim como a de seus personagens mudou: menos perdido, ele se acostuma às --- relativas --- peculiaridades do Japão. Em 1995, ele funda L'Atelier des Vosges (na Praça de Vosges em [Paris]), com seus amigos. Nessa época, publica o curioso álbum "Demi-tour", com o roteiro feito em parceria com Benoît Peeters. Em 1997, ele retorna ao Japão com a intenção de se estabelecer. Lá, ele publica uma adaptação japonesa de "Tokyo est mon jardin", assim como obras destinadas unicamente ao público japonês como a narração "Une Belle manga d'amour" (Uma belo mangá de amor) ou a série de textos ilustrados "Prisonnier des Japonaises" (Prisioneiro das japonesas). A tiragem de suas obras torna-se freqüentemente extraordinária e Boilet obtém grande notoriedade. A distância, ele participará da revista de crítica e teoria das histórias em quadrinhos "L'Indispensable" (O indispensável). Ao lado de sua carreira de autor, Boilet assume de boa vontade o papel de "transmissor cultural", estimulando as editoras japonesas e francesas a cooperarem em diversos projetos. Levando essa idéia ao limite, em 2001, na ocasião do lançamento simultâneo na França e no Japão de "O Espinafre de Yukiko", ele lança o movimento cultural "La Nouvelle Manga" cujo título, faz referência direta ao Nouvelle Vague e que procura combinar mangás adultos que tratam do cotidiano com o estilo artístico dos quadrinhos franco-belgas. Logo em seguida, dirige uma coleção ("Sakka") para a Casterman, uma editora belga.

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    11 Seguidores
    Vosges, França

    Frédéric Boilet