Por mais que o roteiro possui algumas incoerentes inconsistências, um psiquiátrico atirar magistralmente e lutar contra os monstros como se fosse o Rambo é um pouco difícil de engolir, o arco de Troy Abernathy acerta em aprofundar em seu psicológico, como o desenvolve bem em relação aos seus intrínsecos pecados na medida que revela aos poucos sobre a sua vida pessoal. Fora que a macabra arte do Templesmith combina perfeitamente com Silent Hill. Mas assim como aconteceu em The Grinning Man, Ciencin decidi novamente se focar no elemento de ação, quebrando toda a tensão que uma estória de terror pode proporcionar, visto que além da motivação, dos amigos da Lauryn, em ir para a cidade não fazer sentido nenhum, o roteiro cria um inútil triângulo amoroso como carga motivacional para a sua protagonista, uma vez que este elemento me retirou completamente da narrativa, após julgar como enfadonha a solução que Ciencin escolheu para o seu desfecho. Decepcionante!