Eça vai, neste conto, a bordo de um navio de guerra americano, o Miantonomah. Este navio, é a imagem alegórica da América do Norte e "representa a consciência soberba da força e da indústria". Eça vai, ao longo da viagem, estabelecendo algumas críticas àquilo que chama "feudalismo industrial" americano, e aos desequilíbrios aí existentes entre "a aristocracia financeira que cresce, engorda, incha" e "uma democracia de proletários que emagrece, definha e dissipa-se nas misérias". Critica também a Europa. Termina com uma comparação entre a América e a Europa.

