Esta obra reflete o compromisso do autor com a polifonia narrativa sobre o sofrimento psíquico e, ao retomar a etimologia ampla da expressão psicopatologia ("falar sobre o sofrimento da alma"), desvela as relações de poder intrínsecas ao campo psicopatológico e conserva sua salutar tensão, ensejada pela pluralidade de discursos nele existente.
