Rio: Zona de Guerra -

    Leo Lopes

    Avec Editora
    2014
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788567901008
    Português Brasileiro

    Em um futuro próximo, as desigualdades sociais e econômicas chegaram a níveis tão alarmantes que o Estado não tem condições de manter a ordem e garantir a segurança pública. Todo o poder é concentrado nas mãos de megacorporações multinacionais que criam e impõem as leis por meio de suas milícias particulares, chamadas Polícias Corporativas. No Rio de Janeiro, a Fronteira, uma muralha intransponível que cerca a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes, protege os interesses das megacorporações, relegando os habitantes dos demais bairros a uma vida sem lei em um território dominado pelas gangues. Tudo pode acontecer quando o assassinato de uma prostituta no edifício de uma megacorporação leva um detetive particular a voltar para a Barra da Tijuca após anos de exílio no que todos se acostumaram chamar de Zona de Guerra.

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    Henrique Cavalcante29/07/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Sci-fi Brasuka de qualidade!

    Fala amigos leitores! Tudo jóia? O livro resenhado da vez é este maravilhoso sci-fi/ciberpunk/policial brasuka. Espero que gostem . . Título: Rio Zona de Guerra Autor: Leo Lopes Gênero: Sci-Fi/Policial/Ciberpunk/Suspense Editora: Avec Editora - 1 julho 2014 Número de páginas: 208 páginas . . Classificação de vendas pela Amazon: Nº 28 em Mistérios Complexos Mistério Mistério, Thriller e Suspense Nº 61 em Livros de Ficção Científica de Cyberpunks . Sinopse: Estamos no Rio de Janeiro do futuro. Todo o poder de segurança do Estado é concentrado nas mãos de megacorporações multinacionais que criam e impõem as leis por meio de suas milícias particulares, chamadas Polícias Corporativas. No Rio de Janeiro, a Fronteira, uma muralha intransponível que cerca a Barra da Tijuca e o Recreio dos Bandeirantes, protege os interesses da elite, relegando os habitantes dos demais bairros a uma vida sem lei em um território dominado pelas gangues. Tudo pode acontecer quando o assassinato de uma prostituta no edifício de uma megacorporação leva um detetive particular a voltar para a Barra da Tijuca após anos de exílio no que todos se acostumaram chamar de Zona de Guerra. . O que eu achei?: Com uma escrita simples e fluída Leo Lopes foi certeiro em seu objetivo com o leitor. A narrativa é contada em terceira pessoa com ênfase nos passos de Carlos Freitas, o detetive e personagem principal. A obra mostra um mundo distópico onde a natureza cobrou o preço sobre as ações dos homens com inundações oceânicas que engoliram centros urbanos inteiros além da violência desenfreada de gangues/facções que fizeram o Estado, impotente, abrir mão de seu poder de polícia para as Megacorporações, fenômenos simbióticos que afetaram o mundo inteiro. Deslumbramos como consequência destes fatos o pior do comportamento humano que toda boa distopia/sci-fi nos traz: a desigualdade social, o preconceito com as classes menos abastadas, a marginalização destes etc. É uma obra de sci-fi muito gostosa de se ler sem perder a qualidade do gênero. Fez-me ótima companhia. . Passagem: "Durante muito tempo, o Cristo Redentor fora uma das únicas coisas boas que restara para os moradores da Zona de Guerra. Olhar para cima e ver que ele estava lá vigiando todos oferecia um pouco de esperança aos exilados. Mas é claro que as megacorporações não iriam deixar uma obra de arte como aquela nas mãos da ralé por muito tempo." . . Essa e outras resenhas você encontra no Instagram: @universotartaruga Segue lá

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