It's been a lifetime and more since Cyrain has been challenged in the game of mind. When the cyborg arrives, she senses a worthy and dangerous opponentone that's been dead for 800 years... Nominated for the 1987 Locus Award for Best Novelette.
The Glass Flower -
George RR Marin
A Flor de Vidro: Estranho, envolvente e excelente!
******************************NÃO possui spoiler****************************** Confesso que mesmo George R. R. Martin sendo meu escritor favorito, iniciei a leitura de “The Glass Flower” sem esperar muita coisa. Minha última experiência com um conto de ficção-científica (que aliás foi o com o conto que possui o status de conto mais importante do gênero de todos os tempos, escrito nada mais nada menos que por Isaac Asimov) não foi uma experiência agradável. Pra completar meu medo de me decepcionar, minha única experiência com Martin escrevendo ficção-científica pura, foi com o romance “A Morte da Luz” que também não me agradou. Então vocês devem imaginar a minha quase certeza de que o conto aqui “resenhado” também não me agradaria. Mas eu estava enganado... que conto doido e que narrativa imersiva. Estou falando de um mundo chamado de Croan’dhenni onde vive Cyrain, a autoridade máxima conhecida como Senhor da mente. Ela é uma alienígena que vive dominando mentes alheias e possuindo corpos. O conceito apresentado por Martin me lembrou logo nas primeiras explicações o que encontramos em “A Hospedeira” de Stephanie Meyer. Mas isto dura poucas linhas e não passou de uma mera lembrança. A protagonista em questão se sente segura por acreditar que não exista ninguém capaz de ameaçar sua posição; mas tudo muda quando um misterioso cyborg surge e a desafia no jogo da mente, algo que só é possível entender do que se trata ao longo da leitura. O mundo de Martin explora a relação entre aliens, robôs e meio-humanos. O começo da narrativa é meio confuso, mas é uma confusão que vai se dissipando conforme vamos avançando na leitura. Lembrei também de “Encarcerados” de John Scalzi; mas assim como aconteceu com a ficção-científica de Meyer, foi apenas uma vaga lembrança; as histórias não possuem nada a ver uma com a outra. “The Glass Flower” foi lançado em 1987 e foi publicado originalmente na Isaac Asimov's Science Fiction Magazine, ganhando no mesmo ano o Lotus Award. Indico especificamente para quem é apaixonado por ficção-científica; pois é um mundo estranho onde o autor viaja na maionese e acho difícil agradar quem não gosta do aclamado e temido gênero. Curti muito e agora será quase impossível conter as expectativas quando for ler outras histórias do criador de “Game of Thrones”, onde ele se aventura em mundos à la Asimov. Minha admiração por ele só aumenta.
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