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    Todo se desmorona -

    Chinua Achebe

    Debolsillo
    2010
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788499082691
    Espanhol
    4
    2 avaliações
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    A pesar de ser un líder respetado de la tribu Omuofia de los Igbo, Okonkwo teme convertirse en su padre, un hombre que se conoce por su pereza y cobardía. A lo largo de su vida, Okonkwo intenta ser lo contrario a su padre. Desde joven, construye su casa y su reputación de luchador precoz y agricultor trabajador. Sus esfuerzos son exitosos y se hace rico con sus cultivos y logra tener tres esposas. La vida de Okonkwo se trastorna cuando una matanza accidental tiene lugar y acaba adoptando a un niño de otro pueblo. El niño se llama Ikemefuna y Okonkwo lo ama como un hijo. De hecho lo ama más que su hijo natural, Nwoye. Tres años más tarde, la tribu decide que Ikemefuna debe morir. Cuando los hombres de Omuofia llevan a Ikemefuna al bosque para matarlo, Okonkwo participa en la matanza también. A pesar de que acaba de matar a su hijo adoptivo, Okonkwo no demuestra ninguna emoción porque quiere parecer "el Sr. Macho" y no ser débil como su padre. Sin embargo, adentro Okonkwo se siente una culpa dolorosa y el arrepentimiento. Como está tan envuelto en parecer fuerte y sin emoción, Okonkwo aleja a su hijo Nwoye, quien era como un hermano de Ikemefuna. Luego, durante un funeral, Okonkwo dispara y mata a un niño, sin querer. Por su crimen, la tribu lo exilia por siete años a Mbanta, la tierra de su madre. Ahí, se entera de la llegada de misioneros europeos, lo cual señala el comienzo del final para los Igbo. Traen el cristianismo y primero conquistan a los parias, convirtiéndolos al cristianismo. La religión cristiana va adquiriendo más legitimidad y los misioneros cuentan con más conversos. Okonkwo está a punto de cumplir su sentencia de siete años y volver a casa cuando su hijo Nwoye se convierte a el cristianismo. Okonkwo está furioso y repudia a su hijo. Eventualmente, los Igbo intentan hablar con los misioneros pero ellos ponen a los jefes de los Igbo en la cárcel por unos días hasta que los aldeanos les dan dinero de rescate. Los Igbo están contemplando la venganza y tienen una reunión del consejo de guerra. Okonkwo es uno de los que más quieren acción agresiva. Sin embargo, durante la reunión, llega un mensajero de los misioneros y les dice que cesen la reunión. Okonkwo, enfurecido, lo mata. Se da cuenta de que su clan no tendrá una guerra con los europeos y Okonwo, orgulloso y desolado, se ahorca.

    Resenhas (1)Ver mais
    Kelly Mariane picture
    Kelly Mariane10/08/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    "Things fall apart". Nunca antes na história dessa leitora aqui eu vi um título descrever tão bem uma história como esse. Okonkwo é um homem que se nega a ser o que seu pai foi, um preguiçoso, delicado e pobre homem (na opinião dele). Portanto, luta para ser respeitado, ter títulos, ter status em sua tribo. Na verdade, para mim, a sinopse está errada quando diz que Okonkwo começa a mudar a partir da morte do menino que fica por muito tempo em sua casa. Na verdade, Okonkwo segue até o fim sendo o que queria ser. Um Homem no sentido que sua tribo dava à essa concepção. Até o último ato de sua vida, ele fez jus ao que entendia como justiça, trabalho e força. E não deixou que ninguém o envergonhasse. Antes da vergonha, a morte. É preciso também dizer quanto a esse livro sobre o montante enorme de informação adquirida sobre a cultura igbo, sobre seus provérbios, sua religiosidade, sua organização familiar, etc. Isso foi maravilhoso. Tudo se desmorona e, infelizmente, tanto na África quanto nas Américas, o mundo continua caindo ao redor de milhares de nativos, donos originais das terras, que perdem seus costumes, sua língua, sua visão de mundo para o povo dominante. Ainda tem que ver seus filhos negando suas tradições porque as consideram pecaminosas ou ridículas e ainda se confundem ao serem arrancados de suas crenças e de sua hierarquia. Ainda perdem tudo o que realmente importa, sem possibilidade de retorno.

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    Albert Chinualumgu Achebe profile picture

    Albert Chinualumgu Achebe

    Albert Chinualumogu Achebe nasceu em Ogidi no início da década de 1930, 30 anos antes da Nigéria se libertar do domínio colonial britânico. Fez seus estudos básicos em um colégio missionário e, embora educado na cultura ocidental, também foi criado na cultura tradicional Igbo, seu grupo étnico, no sudeste da Nigéria. Quando chegou a universidade, ele renegou o seu nome britânico, Albert, para assumir o seu nome Igbo: Chinualumogu (Chinua abreviado). Sua obra mais conhecida é <i>O mundo se despedaça</i> (em inglês: <i>Things Fall Apart</i>), publicada em 1958, quando ele tinha 28 anos, e que foi traduzida para mais de cinquenta línguas. O romance trata de considerações a respeito dos conflitos entre o governo colonial britânico e a cultura Igbo. Outros destaques da sua carreira literária foram <i>A paz dura pouco, A flecha de Deus</i> e <i>A educação de uma criança sob o protetorado britânico</i>. Ele foi um crítico da maneira como os autores estrangeiros retratavam a África, especialmente no livro <i>O Coração das trevas</i>, de Joseph Conrad. O escritor deixou sua pátria várias vezes para trabalhar como professor nos Estados Unidos e passou a morar definitivamente nesse país em 1990, após sofrer um acidente de carro que o deixou com problemas motores. Ainda assim, lecionava na Universidade de Brown. Mesmo sendo muito respeitado na Nigéria, tanto pela sua obra literária quanto também pelas suas tomadas de posição, Achebe criticava frequentemente os dirigentes nigerianos, pela corrupção e má administração do país, tendo recusado por duas vezes ser condecorado pelas autoridades locais. Em 2007, foi galardoado com o prestigioso Prémio Internacional Man Booker. Em 2012, ele lançou o livro <i>There was a Country: a Pessoal History of Biafra</i>, onde relembrou suas vivências na época do conflito em Biafra e o governo central da Nigéria, quando Achebe desempenhou funções diplomáticas e fez parte do Ministério de Informação de Biafra até o fim da guerra. Achebe morreu em Boston, aos 82 anos, em 21 de março de 2013.

    36 Livros
    86 Seguidores

    Albert Chinualumgu Achebe