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    Nudez (Filô/Agamben) -

    Giorgio Agamben

    Autêntica
    2014
    184 páginas
    6h 8m
    ISBN-13: 9788582173879
    Português Brasileiro
    4.1
    25 avaliações
    Leram38Lendo7Querem115Relendo0Abandonos1Resenhas1
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    Giorgio Agamben, nos ensaios que compõem Nudez, desdobra um procedimento muito caro a Furio Jesi: o problema da festa, ou melhor, do tempo festivo. O paradigma com que Jesi confronta tal problema é justamente o da máquina mitológica. Agamben sabe que o que é necessário não é destruir a máquina em si, mas a situação que torna as máquinas produtivas; e o risco que se corre nessa possibilidade de destruição é exclusivamente político, pois a “máquina negativa”, escreve Agamben, “produz o nada a partir do nada”, e essa é a política em que vivemos. E, para destruir tal situação, é necessário recuperar a festa do pensamento através da inoperosidade. Porém, a inoperosidade como procedimento não significa, por exemplo, resistência de um corpo ao movimento ou ao repouso. E, nesse sentido, compreendemos melhor a presença de uma reflexão provocada por uma performance da artista Vanessa Beecroft, ou a presença de Kleist, com sua marionete que articula uma zona de não conhecimento em seu corpo: sim, tal articulação requer a presença de um não saber, de algo que nos escapa, como uma dança (aqui, dança entendida como “libertação do corpo de seus movimentos utilitários”). A inoperosidade, portanto, faz as partes inutilizáveis do corpo glorioso dançarem. Em última análise, a potência, na inoperosidade, não está desativada: a inoperosidade coincide, portanto, com a própria festividade, com o “fazer a festa”, ou seja, com o consumir, desativar e tornar inoperosos os gestos, as ações e as obras humanas

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    Vítor Cardoso Oliveira picture
    Vítor Cardoso Oliveira22/11/2018Resenhou um livro
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    O problema da nudez se confunde com os corpos gloriosos na ressurreição. Parece ser esse o conceito linked pelo autor, que também menciona uma exposição na Alemanha com mulheres com colants tranparentes em quadrado de guerra.

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    Giorgio Agamben profile picture

    Giorgio Agamben

    Agamben foi educado na Universidade de Roma, onde em 1965 escreveu uma tese laurea inédita sobre o pensamento político de Simone Weil. Agamben participou dos seminários Le Thor de Martin Heidegger (sobre Heráclito e Hegel) em 1966 e 1968. Na década de 1970, trabalhou principalmente com linguística, filologia, poética e tópicos da cultura medieval. Nesse período, Agamben começou a elaborar suas preocupações primárias, embora seus rumos políticos ainda não estivessem explícitos. Em 1974-1975 foi fellow do Warburg Institute, University of London, por cortesia de Frances Yates, a quem conheceu por intermédio de Italo Calvino. Durante esta bolsa, Agamben começou a desenvolver seu segundo livro, Stanzas (1977). Agamben esteve próximo dos poetas Giorgio Caproni e José Bergamín, e da romancista italiana Elsa Morante, a quem dedicou os ensaios "A Celebração do Tesouro Escondido" (em O Fim do Poema) e "A Paródia" (em Profanações). . Foi amigo e colaborador de eminentes intelectuais como Pier Paolo Pasolini (em cujo O Evangelho Segundo São Mateus fez o papel de Filipe), Italo Calvino (com quem colaborou, por um curto período, como assessor do editora Einaudi e desenvolveu planos para uma revista), Ingeborg Bachmann, Pierre Klossowski, Guy Debord, Jean-Luc Nancy, Jacques Derrida, Antonio Negri, Jean-François Lyotard e muitos, muitos outros. O pensamento político de Agamben foi fundado em suas leituras da Política de Aristóteles, da Ética a Nicômaco e do tratado Sobre a Alma, bem como nas tradições exegéticas sobre esses textos na Antiguidade Tardia e na Idade Média. Em sua obra posterior, Agamben intervém nos debates teóricos que se seguiram à publicação do ensaio de Nancy La communauté désoeuvrée (1983) e da resposta de Maurice Blanchot, La communauté inavouable (1983). Esses textos analisavam a noção de comunidade em um momento em que a Comunidade Européia estava em debate. Agamben propôs seu próprio modelo de comunidade que não pressupunha categorias de identidade em The Coming Community (1990). Nessa época, Agamben também analisava a condição ontológica e a atitude “política” de Bartleby (do conto de Herman Melville) – um escrivão que “prefere não” escrever. Atualmente, Agamben leciona na Accademia di Architettura di Mendrisio (Università della Svizzera Italiana) e lecionou na Università IUAV di Venezia, no Collège International de Philosophie em Paris e na European Graduate School em Saas-Fee, Suíça; anteriormente lecionou na Universidade de Macerata e na Universidade de Verona, ambas na Itália. Ele também ocupou cargos de visita em várias universidades americanas, desde a University of California, Berkeley, até a Northwestern University, e na Heinrich Heine University, Düsseldorf. Agamben recebeu o Prix Européen de l'Essai Charles Veillon em 2006. Em 2013, ele recebeu o Prêmio Dr. Leopold Lucas da Universidade de Tübingen por seu trabalho intitulado Leviathans Rätsel (Leviathan's Riddle, traduzido para o inglês por Paul Silas Peterson)

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    Kingdom of Italy, Itália

    Giorgio Agamben