História Não Oficial de Portugal - Uma maneira diferente de contar como tudo aconteceu

    Luís Almeida Martins

    A Esfera dos Livros
    2015
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-13: 9789896266714
    Português

    Divirta-se com a nossa História desde a fundação de Portugal até aos dias de hoje Esta História de Portugal é diferente de todas as outras. Conta os factos de forma informal e divertida, desmistificando ideias feitas e traz muitos episódios que estão por contar: - Viriato não era propriamente português e os Lusitanos não foram os nossos únicos antepassados. - O «eterno» D. Afonso Henriques muito provavelmente não era filho do conde D. Henrique e, de certeza, não batia na mãe. - Os portugueses que em 1385 consolidaram a independência, derrotando os castelhanos em Aljubarrota, não passavam de um grupelho de punks (considerados uns aventureiros pelos bem-pensantes) e o próprio D. João I chegou a ponderar se havia de se mudar para o lado do inimigo. - Não fomos nós que, no início do século XIX, derrotámos os franceses de Napoleão, mas sim os nossos aliados ingleses, que eram mais aliados deles próprios do que nossos. - O 15 de janeiro de 1920 ficará para sempre na História, pois num só dia foram constituídos 3 governos, que caíram consecutivamente, e um deles durou apenas 5 minutos. O jornalista Luís Almeida Martins, editor da revista Visão História, depois do sucesso do livro 365 Dias com Histórias da História de Portugal, traz-nos uma obra essencial para percebermos que a História do nosso País é também feita de episódios desconhecidos, caricatos e insólitos e que muitos dos acontecimentos que já conhecemos podem ser vistos a partir de uma nova perspetiva.

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    Inês Montenegro picture
    Inês Montenegro10/11/2018Resenhou um livro
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    "Com textos curtos, subdivididos dentro de capítulos que mais se assemelham a balizamentos históricos, o autor corre a História de Portugal – e do espaço geográfico que se tornaria num país – desde os dinossauros até aos anos mais recentes. Como é natural e expectável, tal façanha exige que a referida História seja apresentada de modo muito sucinto, focando maioritariamente os eventos mais marcantes, e uma ou outra curiosidade. O tom narrativo é despretensioso e informal, com laivos humorísticos, estando de acordo com a percepção criada tanto pelo título como pela capa. Não é, contudo, imparcial: o entendimento da parcialidade do autor no que respeita aos acontecimentos, e em particular às posições políticas e/ou ideológicas, aumenta gradualmente conforme a leitura se vai aproximando da História mais recente do país. Quer se concorde ou não com o autor – e tanto um como outro acontecem –, considero poder ter havido um maior cuidado neste sentido, atendendo ao carácter da obra. (...)" Opinião completa em:

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